ARQUIDIOCESE
de Pouso Alegre

Parte do clero arquidiocesano encerra seu retiro anual - por Pe. Andrey Nicioli


Terminou nesta quinta-feira (14) o retiro anual para uma parte do clero arquidiocesano de Pouso Alegre. Nesta turma, participaram 50 padres das diversas paróquias da Arquidiocese, que estavam reunidos na Casa de Retiro Dom Bosco, em Campos do Jordão, desde segunda-feira (11). 

Os outros padres realizam o retiro na próxima semana, entre os dias 18 e 22. O pregador das duas turmas é o bispo emérito de Blumenau (SC), Dom Angélico Sândalo Bernardino. 

O Retiro anual

Além de ser uma obrigação, conforme o Direito Canônico (cf. Cân. 276 §2 n. 4), o Retiro, também chamado de “Exercícios Espirituais Anuais”, é uma parada para renovação da vocação e da missão dos presbíteros.

Lembra a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, nas Diretrizes para a formação dos presbíteros da Igreja no Brasil: “O presbítero é por excelência um homem de oração, porque pela sua frequência às Escrituras, aos Sacramentos e à recitação da Liturgia das Horas, e pela sua disponibilidade a encontros fervorosos com o Senhor, ele se torna um especialista das coisas divinas, um místico e mistagogo, capaz de auxiliar os fiéis e todos os que o procurarem a encontrar-se com o mistério de Deus” (n. 64).

O Retiro Anual se apresenta, pois, como uma experiência de encontro fervoroso com o Senhor, encontro do qual depende a nossa perseverança. O presbítero é um cristão que vive do encontro pessoal com Jesus Cristo, como afirma o Documento de Aparecida: “O acontecimento de Cristo é, portanto, o início desse sujeito novo que surge na história e a quem chamamos discípulo: ‘Não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande ideia, mas através do encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva’. Isso é justamente o que, com apresentações diferentes, todos os evangelhos nos têm conservado como sendo o início do cristianismo: um encontro de fé com a pessoa de Jesus (cf. Jo 1,35-39)” (n. 243).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado no dia 14/09/2017