Secretaria de Pastoral disponibiliza subsídio para as formações paroquiais
Como vem ocorrendo nos últimos anos, a Secretaria de Pastoral da Arquidiocese de Pouso Alegre disponibiliza às paróquias a partir desta semana o subsídio para formação paroquial do primeiro semestre de 2019. As reflexões são escritas pelos membros da Comissão de Formação Permanente da Arquidiocese.
É uma proposta de encontros mensais com todas as lideranças paroquiais. A paróquia tem a liberdade de escolher o melhor dia e horário para realizar os encontros de formação.
"Sem formação permanente as prioridades assumidas na Nona Assembleia Arquidiocesana ficarão destruídas e até mesmo podem falecer. Por isso, a nossa insistência em propor alimento tão sagrado para a vida pastoral de nossa Igreja que é a formação. Portanto, entendemos que a formação é condição sem a qual o projeto da ação evangelizadora criará vida", explicou o coordenador de pastoral, padre Mauro Ricardo de Freitas.
Ainda segundo o coordenador, o material proposto não pode ser um limitador da criatividade paroquial. Porém, as paróquias devem se esforçar para aproveitá-lo da melhor maneira possível em comunhão com a Arquidiocese e seu plano de ação.
"Os quatro encontros devem ser realizados até o mês de julho. O primeiro encontro tem por tem a o evangelho de Lucas. A motivação deste encontro é auxiliar nos encontros de círculos bíblicos e também a liturgia no 'ano C', com os evangelhos dominicais. O segundo encontro será a oportunidade de avançar um pouco mais na prioridade, comunidade de fé a serviço das famílias. No terceiro encontro somos convidados a revisitar aspectos importantes da Doutrina Social da Igreja e impulsionar a prioridade, comunidade de fé a serviço da vida plena para todos. O quarto encontro, em comunhão com a caminhada rumo aos 120 anos da Arquidiocese, seremos convidados a mergulhar no chamado à santidade e vivência da caridade como a melhor forma de fazer pastoral", finalizou.
As informações sobre os conteúdos e planejamento dos encontros de formação você encontra na secretaria de sua paróquia.
Dom Majella emite carta sobre a vida pastoral da Arquidiocese em 2019
O arcebispo metropolitano de Pouso Alegre, dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R., divulgou no último sábado (9), durante reunião do Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP), uma mensagem a todos os fiéis relembrando e incentivando a todos a viverem com intensidade o ano pastoral de 2019. Na carta, o arcebispo relembrou a vivência do ano da caridade em preparação ao jubileu de 120 anos da arquidiocese.
Faça o download da mensagem aqui!
"A caridade leva-nos a compreender, a desculpar, a conviver com todos, de maneira que aqueles que pensam ou atuam de modo diferente do nosso, em atéria social, política ou mesmo religiosa, devem ser objeto do nosso respeito e do nosso apreço. A caridade incentiva-nos à oração, à exemplaridade, ao apostolado, à correção fraterna. É a caridade que nos dispões a fazer doação aos pobres, a carregar os fardos alheios e a chorar com os que choram, tanto quanto alegrar-nos com os que se alegram. O apóstolo Paulo nos adverte que sejamos atentos uns aos outros, para nos incentivar à caridade e às boas obras (Hb 10,24)", escreveu.
Dom Majella também recordou a vivência do mês missionário extraordinário a ser celebrado em outubro deste ano.
"O objetivo será 'despertar em medida maior a consciência da missio ad gentes e retomar com novo impulso a transformação pastoral da vida e da pastoral'. Não propomos uma sobrecarga de ações para além das já existentes nas comunidades, mas integrar as ações do Mês Missionário Extraordinário na dinâmica das paróquias, movimentos e pastorais. Proponho que as paróquias dediquem, nas novenas dos padroeiros, alguns dias de reflexão sobre a dimensão missionária e, para o próximo dia 29 de setembro, uma abertura oficial do mês missionário extraordinário em cada paróquia da arquidiocese", explicou.
O arcebispo também afirmou "que não faltarão estímulos para avançarmos no Plano de Ação Evangelizadora 2017-2020, somando forças de comunhão e participação para a concretização do projeto 'Formamos a Igreja Viva'. O término da pesquisa sociorreligiosa vem ajudar-nos a olhar para a situação da nossa arquidiocese e, com certeza, muito contribuirá para o exercício de 'ver e ouvir' a realidade da nossa Igreja sobre sua situação religiosa e pastoral a partir de cada paróquia".
Na carta também ficou definida a terceira romaria arquidiocesana ao Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida no dia 6 de julho. Mas o que significa ir à Aparecida?
"Primeiramente agradecer a Deus pela caminhada pastoral de nossa arquidiocese desde o ano passado até o presente momento. Em segundo lugar, em sintonia com o Ano da Caridade, preparatório do nosso jubileu diocesano, recordaremos que Maria nos ensina a amar, a amar mais, a amar melhor: ela é a Mãe do Belo Amor, a Senhora da Caridade. Em terceiro lugar, o nosso olhar de peregrinos será depositado sobre a imagem milagrosa da Mãe Aparecida, que simboliza a ternura e a proximidade de Deus, a súplica sincera das dificuldades da vida de cada um, do nosso povo, das nossas comunidades, tendo sempre no coração a certeza: Deus caminha ao nosso lado, nunca nos deixa desamparados. Ao retornarmos de Aparecida, o nosso compromisso com a missão aumenta ainda mais, com a certeza de que somos chamados a testemunhar e a ser missionários da caridade, anunciando Jesus Cristo, nosso Senhor e Redentor", explicou.
Por fim, dom Majella também pediu a oração pelo Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora Auxiliadora, que em setembro deste ano celebra 120 anos de fundação.
"Juntos agradeceremos a Deus pela existência dessa casa que forma os nossos futuros presbíteros. Cada sacerdote é um imenso dom de Deus ao mundo: é Cristo que passa fazendo o bem, curando doenças, dando paz e alegria; é o instrumento vivo de Cristo no mundo, emprestando a Nosso Senhor sua voz, suas mãos, todo o seu ser. Por isso, temos de rezar muito mais para que a Igreja conte sempre com os sacerdotes necessários, com sacerdotes que lutem por ser santos. Temos de rezar pelas vocações e fomentá-las também entre os membros da própria família!".
Paróquia de Cambuí realiza campanhas durante "ano da caridade"

Para melhor viver o ano da caridade em preparação aos 120 anos da arquidiocese de Pouso Alegre, a paróquia Nossa Senhora Aparecida de Cambuí irá realizar todo mês uma campanha para arrecadar um ítem que compõe a cesta básica. Em janeiro, por exemplo, o ítem recolhido junto aos fiéis foi o arroz.
"Os ítens serão destinados às instituições da cidade. No mês de janeiro foram arrecadados 682 quilos de arroz. A todos os fiéis paroquianos que nos ajudaram nessa campanha o nosso Deus lhes pague", disse o pároco, padre Omar Silveira.
Neste primeiro mês, as entidades que receberam as doações foram: Lar Geriátrico Padre Antônio Pascal (300kg), APAE de Cambuí (250kg) e Casa do Menor - bairro Água Comprida (60kg).
A arquidiocese de Pouso Alegre está se preparando para a vivência do seu jubileu, vivendo a cada ano uma temática, como em 2019, que reflete sobre a caridade. O tríduo preparatório já refletiu sobre a fé (2017) e a esperança (2019).
Papa aos milhares de católicos em Abu Dhabi: sejam oásis de paz
Com informações: Vatican News
O estádio Zayed, em Abu Dhabi, recebeu nesta terça-feira (5) milhares de fiéis para a missa com o Papa Francisco num momento culminante para a comunidade católica na Península Arábica. O local, com capacidade para receber 45 mil pessoas, ficou pequeno para a presença de tantos fiéis: caldeus, coptas, greco-católicos, greco-melquitas, latinos, maronitas, sírio-católicos, siro-malabarenses e siro-malancareses, tanto que foram distribuídos cerca de 135 mil bilhetes para que a cerimônia fosse acompanhada do lado de fora, por telões. As autoridades locais informaram que no total estavam presentes à celebração (dentro e fora do estádio), cerca de 180 mil pessoas.
Na homilia, proferida em italiano pelo Pontífice, mas traduzida simultaneamente em língua árabe, o Papa Francisco começou dando um conselho fundamental para se viver como cristão: ser feliz, a mensagem basilar de Jesus, que não é prescrição para se cumprir, nem conjunto complexo de doutrinas para se conhecer. “Amados irmãos e irmãs, na alegria de encontrar vocês, esta é a palavra que vim lhes dizer: Felizes!”, disse o Pontífice, ao nos fazer refletir que, para Jesus, felizes são os pobres, mansos e que permanecem justos, e não os ricos e poderosos.
“Quem tem razão: Jesus ou o mundo? Para compreender, vejamos como viveu Jesus: pobre de coisas e rico de amor, curou muitas vidas, mas não poupou a sua. Veio para servir e não para ser servido; ensinou que não é grande quem tem, mas quem dá. Justo e manso, não opôs resistência e Se deixou condenar injustamente. E, assim, Jesus trouxe o amor de Deus ao mundo. Só assim derrotou a morte, o pecado, o medo e o próprio mundanismo: unicamente com a força do amor divino.”
O Papa, então, descreveu e agradeceu o modo como é vivida a “polifonia da fé” dos católicos nos Emirados Árabes, “que edifica a Igreja”. Lembrou que seguir o caminho de Jesus não significa estar sempre alegre e, por isso, reconhece que não é fácil “viver longe de casa e talvez sentir, além da falta das afeições mais queridas, a incerteza do futuro”. Enfrentando a provação, “pode acontecer de pensar que estamos sozinhos”, nesses momentos, porém, o Senhor “caminha ao nosso lado”, “é especialista em fazer coisas novas, sabe abrir caminhos mesmo no deserto (cf. Is 43, 19)”.
Dom Majella participa de curso para bispos no Rio de Janeiro

Foto: arquivo Arquidiocese do RJ
O arcebispo metropolitano de Pouso Alegre, Dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R., está no Rio de Janeiro participando de um curso para oferecido pela própria Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. O encontro tem início nesta terça-feira (5) e vai até a próxima sexta-feira (8). Essa é a 29ª edição do Curso Anual dos Bispos do Brasil que ocorre no Centro de Estudos e Formação do Sumaré, no Rio Comprido. O curso – realizado desde julho de 1990, com a presença do então Cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Emérito Bento XVI – tem como principal objetivo promover uma semana de estudos, oração, partilha e descanso entre os bispos que, durante a semana, refletirão sobre o tema “Urgentes desafios para a educação no Brasil hoje”.
O encontro contará com dez conferências e entre os palestrantes estão:
Dom Angelo Vincenzo Zani - Nascido em 24 de março de 1950, numa cidade da Província de Brescia, foi ordenado sacerdote em 1975. Especializou-se em Ciências Sociais pela Universidade Gregoriana. De 1981 a 1995, exerceu, em sua diocese de origem, função correspondente à de coordenador de pastoral, secretário do conselho de presbíteros e pelo setor das escolas. De 1995 a 2002, dirigiu o Escritório Nacional de Educação, Escola e Universidade da Conferência Episcopal Italiana. Em janeiro de 2002, foi nomeado subsecretário da Congregação para a Educação Católica. Em 9 de novembro de 2012, foi nomeado secretário da mesma congregação, com a dignidade de um arcebispo. Foi ordenado bispo em 6 de janeiro de 2013 pelo Papa Bento XVI.
Dom João Justino de Medeiros Silva - Nascido em Juiz de Fora, em 22 de dezembro de 1966, foi ordenado padre em 13 de novembro de 1992. Aos 21 de dezembro de 2011 foi nomeado como bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte, tendo sido ordenado Bispo em 11 de fevereiro de 2012. Em fevereiro de 2017, foi nomeado coadjutor de Montes Claros, tornando-se arcebispo em 21 de novembro de 2018. Possui graduação em Pedagogia pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (1988), graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1992), graduação em Teologia pelo Instituto Teológico Arquidiocesano Santo Antônio (1992), mestrado em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (1997) e doutorado em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (2003). É o atual presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação da CNBB.
Monsenhor Pio Vito Pinto - Nasceu em 29 de março de 1941, na região da Puglia. Desde 1995 é auditor da Rota Romana, tornando-se, ao mesmo tempo membro da comissão especial da Congregação para a Doutrina da Fé, para o tratamento de questões matrimoniais infavorem fidei. Em 2012, foi nomeado decano da Rota Romana pelo Papa Bento XVI. Em 2014, o Papa Francisco o encarregou de estudar a reforma do processo canônico matrimonial, a fim de simplificar a declaração de nulidade salvaguardando o princípio da indissolubilidade do casamento. Participou entre outros, dos dois sínodos sobre a família como um membro nomeado pelo Papa.
Professor Doutor Italo Fiorin - Nascido em 18 de setembro de 1946, desenvolve atividade acadêmica no campo da educação há mais de três décadas. De 1987 a 2001 foi coordenador do Grupo Nacional para o Desenvolvimento da Infância. Entre 2006 e 2007, coordenador do Comitê Nacional do Observatório Científico para a integração dos alunos com deficiência, no Ministério Italiano da Educação. No período entre 2009 e 2012, foi presidente do Centro para a formação de professores da província autônoma de Trento e Coordenador da Comissão Nacional para as "Notas no jardim de infância e do primeiro ciclo do ensino”. De 2006 a 2016, foi presidente do curso de licenciatura em Educação Básicana Universidade Livre de Ss. Maria Assunta - LUMSA, onde atualmente é professor extraordinário.
Padre Josafá Carlos de Siqueira - Nascido em 31 de outubro de 1951, em Pirenópolis, Goiás, graduou-se em ciências biológicas pela Universidade Católica de Goiás em 1976, Em 1977 ingressou no noviciado da Companhia de Jesus em Campinas. Tem Mestrado e Doutorado em Ciências Biológicas (Biologia Vegetal) pela Universidade Estadual de Campinas (1983 e 1992). Ingressou na PUC-Rio em 1986 e se tornou professor do Departamento de Geografia. Em 1989 fundou o Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente (Nima). Em julho de 2010 assumiu a Reitoria da PUC-Rio, mas continua atuando como professor do Departamento de Geografia, tanto na Graduação quanto na Pós-Graduação. É membro do Conselho Superior da Faperj e do Conselho do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Professor Felipe Nery Martins Neto - Leigo, casado e pai de quatro filhos, é consultor pedagógico e orientador familiar; ex-diretor do Colégio São Bento; professor de pós-graduação em Matrimonio y Família de la Facultad de Derecho de la Universidad Católica Santo Toribio de Mogrovejo (Peru); presidente do Observatório Interamericano de Biopolític e diretor do Instituto Sophia Perennis.
Arquidiocese disponibiliza boletim on-line com os atos do governo arquidiocesano
A partir deste ano, o setor de comunicação da Arquidiocese de Pouso Alegre emite todos os meses o Boletim On-line "Atos do Governo Arquidiocesano", o qual traz as informações e atos da Cúria Metropolitana em seus diversos setores, como Chancelaria, Pastoral e Tribunal Eclesiástico. (Faça o download da primeira edição aqui)
"Num mundo onde as informações se propagam de maneira tão rápida, as feke news ou mentiras tornam-se um grande perigo para a Evangelização e organização eclesial. Assim, esse informativo também quer ser uma forma de mantermos a unidade entre nós, para que a Verdade nunca se perca", afirmou Dom Majella.
Os arquivos serão enviados pelas redes sociais e também estarão disponíveis nos emails paroquiais e no site da Arquidiocese. O objetivo é fazer com que a história da Arquidiocese seja conhecida por todos.
Paróquias realizam coleta de donativos para Brumadinho
Pelo menos duas paróquias da Arquidiocese de Pouso Alegre estão fazendo campanhas para ajudarem as vítimas da tragédia de Brumadinho, após rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão. Segundo padre Rodrigo Carneiro, pároco e reitor do Santuário Nossa Senhora da Medalha Milagrosa de Monte Sião, apesar da Defesa Civil dizer que não precisa de mais doações, todo o material recolhido será enviado para a Arquidiocese de Belo Horizonte que vem organizando a distribuição.
"Eu entrei em contato com a arquidiocese de belo horizonte e eles realmente falaram que a Defesa Civil tem pedido para ninguém mandar nada pra lá porque o pesssoal está levando onde está acontecendo as buscas e lá é uma coisa complicada e está atrapalhando realmente. A Arquidiocese de Belo Horizonte está juntando tudo isso em algumas paróquias e vai distribuir tudo isso de forma ordenada com o passar do tempo agora", afirmou.
A outra paróquia da arquidiocese de Pouso Alegre que vem organizando as doações é a de São João Batista de Cachoeira de Minas.
Em um vídeo no site da Arquidiocese de Belo Horizonte, o bispo auxiliar dom Otacilio Ferreira de Lacerda, diz que "a campanha pelas vítimas da tragédia de Brumadinho continuam. Precisamos de roupas em bom estado, muita água potável e alimentos não perecível". As doações podem ser entregues (todos os dias, das 8h às 18h) no Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política, que fica na Rua Além Paraíba, 208 – Lagoinha (31.3423-2187/3422-7141). Para a população de Brumadinho as doações podem ser entregues na Paróquia São Sebastião.
Também é possível doar pela conta: Banco do Brasil, Agência 3494-0, Conta Corrente: 26227-7 (CNPJ:17.505.249/0280-80 - Mitra Arquidiocesana de BH - Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política)
Brumadinho é um dos 28 municípios que fazem parte da Arquidiocese de BH. As paróquias da cidade estão mobilizadas para ajudar, junto com toda a comunidade de fé da Arquidiocese de BH.
Pastoral da Sobriedade propõe semana contra o alcoolismo nas paróquias
Com o objetivo de alertar a sociedade para os problemas do alcoolismo e ajudar as famílias a enfrentar essa doença, a Pastoral da Sobriedade propõe a vivência da Semana contra o alcoolismo nas paróquias da Arquidiocese de Pouso Alegre entre os dias 12 e 17 de fevereiro. É importante lembrar que o dia 18 de fevereiro é lembrado como o Dia Nacional de combate ao alcoolismo.
A organização dessa semana vai do incentivo do próprio pároco e também das lideranças paroquiais. Porém, a coordenação arquidiocesana propõe alguns temas, a seguir:
12/02: Álcool como agravante de problemas da saúde (clique aqui)
13/02: Álcool como causador de acidentes de trânsito (clique aqui)
14/02: Álcool como causador de violência, sobretudo doméstica (clique aqui)
15/02: Álcool como uma droga, porém lícita (clique aqui)
16 e 17/02: Apresentação da pastoral nas paróquias
Papa Francisco divulga mensagem para 53º Dia Mundial das Comunicações Sociais
O Vaticano divulgou na manhã desta quinta-feira (24) a mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, que neste ano será celebrado no dia 2 de junho, Solenidade da Ascenção do Senhor. A divulgação da mensagem sempre ocorre no dia 24 de janeiro, por causa da memório de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas.
Com o tema "Somos membros uns dos outros" (Ef 4, 25), o papa Francisco ressalta que "é necessário reconhecer que se, por um lado, as redes sociais servem para nos conectarmos melhor, fazendo-nos encontrar e ajudar uns aos outros, por outro, prestam-se também a um uso manipulador dos dados pessoais, visando obter vantagens no plano político ou económico, sem o devido respeito pela pessoa e seus direitos. As estatísticas relativas aos mais jovens revelam que um em cada quatro adolescentes está envolvido em episódios de cyberbullying".
Leia a mensagem na íntegra:
«Somos membros uns dos outros» (Ef 4, 25).
Das comunidades de redes sociais à comunidade humana
Queridos irmãos e irmãs!
Desde quando se tornou possível dispor da internet, a Igreja tem sempre procurado que o seu uso sirva o encontro das pessoas e a solidariedade entre todos. Com esta Mensagem, gostaria de vos convidar uma vez mais a refletir sobre o fundamento e a importância do nosso ser-em-relação e descobrir, nos vastos desafios do atual panorama comunicativo, o desejo que o homem tem de não ficar encerrado na própria solidão.
As metáforas da “rede” e da “comunidade”
Hoje, o ambiente dos mass-media é tão invasivo que já não se consegue separar do círculo da vida quotidiana. A rede é um recurso do nosso tempo: uma fonte de conhecimentos e relações outrora impensáveis. Mas numerosos especialistas, a propósito das profundas transformações impressas pela tecnologia às lógicas da produção, circulação e fruição dos conteúdos, destacam também os riscos que ameaçam a busca e a partilha duma informação autêntica à escala global. Se é verdade que a internet constitui uma possibilidade extraordinária de acesso ao saber, verdade é também que se revelou como um dos locais mais expostos à desinformação e à distorção consciente e pilotada dos factos e relações interpessoais, a ponto de muitas vezes cair no descrédito.
É necessário reconhecer que se, por um lado, as redes sociais servem para nos conectarmos melhor, fazendo-nos encontrar e ajudar uns aos outros, por outro, prestam-se também a um uso manipulador dos dados pessoais, visando obter vantagens no plano político ou económico, sem o devido respeito pela pessoa e seus direitos. As estatísticas relativas aos mais jovens revelam que um em cada quatro adolescentes está envolvido em episódios de cyberbullying.
Na complexidade deste cenário, pode ser útil voltar a refletir sobre a metáfora da rede, colocada inicialmente como fundamento da internet para ajudar a descobrir as suas potencialidades positivas. A figura da rede convida-nos a refletir sobre a multiplicidade de percursos e nós que, na falta de um centro, uma estrutura de tipo hierárquico, uma organização de tipo vertical, asseguram a sua consistência. A rede funciona graças à comparticipação de todos os elementos.
Reconduzida à dimensão antropológica, a metáfora da rede lembra outra figura densa de significados: a comunidade. Uma comunidade é tanto mais forte quando mais for coesa e solidária, animada por sentimentos de confiança e empenhada em objetivos compartilháveis. Como rede solidária, a comunidade requer a escuta recíproca e o diálogo, baseado no uso responsável da linguagem.
No cenário atual, salta aos olhos de todos como a comunidade de redes sociais não seja, automaticamente, sinónimo de comunidade. No melhor dos casos, tais comunidades conseguem dar provas de coesão e solidariedade, mas frequentemente permanecem agregados apenas indivíduos que se reconhecem em torno de interesses ou argumentos caraterizados por vínculos frágeis. Além disso, na social web, muitas vezes a identidade funda-se na contraposição ao outro, à pessoa estranha ao grupo: define-se mais a partir daquilo que divide do que daquilo que une, dando espaço à suspeita e à explosão de todo o tipo de preconceito (étnico, sexual, religioso, e outros). Esta tendência alimenta grupos que excluem a heterogeneidade, alimentam no próprio ambiente digital um individualismo desenfreado, acabando às vezes por fomentar espirais de ódio. E, assim, aquela que deveria ser uma janela aberta para o mundo, torna-se uma vitrine onde se exibe o próprio narcisismo.
A rede é uma oportunidade para promover o encontro com os outros, mas pode também agravar o nosso autoisolamento, como uma teia de aranha capaz de capturar. Os adolescentes é que estão mais expostos à ilusão de que a social web possa satisfazê-los completamente a nível relacional, até se chegar ao perigoso fenómeno dos jovens «eremitas sociais», que correm o risco de se alhear totalmente da sociedade. Esta dinâmica dramática manifesta uma grave rutura no tecido relacional da sociedade, uma laceração que não podemos ignorar.
Esta realidade multiforme e insidiosa coloca várias questões de caráter ético, social, jurídico, político, económico, e interpela também a Igreja. Enquanto cabe aos governos buscar as vias de regulamentação legal para salvar a visão originária duma rede livre, aberta e segura, é responsabilidade ao alcance de todos nós promover um uso positivo da mesma.
Naturalmente não basta multiplicar as conexões, para ver crescer também a compreensão recíproca. Então, como reencontrar a verdadeira identidade comunitária na consciência da responsabilidade que temos uns para com os outros inclusive na rede on-line?
“Somos membros uns dos outros”
Pode-se esboçar uma resposta a partir duma terceira metáfora – o corpo e os membros – usada por São Paulo para falar da relação de reciprocidade entre as pessoas, fundada num organismo que as une. «Por isso, despi-vos da mentira e diga cada um a verdade ao seu próximo, pois somos membros uns dos outros» (Ef 4, 25). O facto de sermos membros uns dos outros é a motivação profunda a que recorre o Apóstolo para exortar a despir-se da mentira e dizer a verdade: a obrigação de preservar a verdade nasce da exigência de não negar a mútua relação de comunhão. Com efeito, a verdade revela-se na comunhão; ao contrário, a mentira é recusa egoísta de reconhecer a própria pertença ao corpo; é recusa de se dar aos outros, perdendo assim o único caminho para se reencontrar a si mesmo.
A metáfora do corpo e dos membros leva-nos a refletir sobre a nossa identidade, que se funda sobre a comunhão e a alteridade. Como cristãos, todos nos reconhecemos como membros do único corpo cuja cabeça é Cristo. Isto ajuda-nos a não ver as pessoas como potenciais concorrentes, considerando os próprios inimigos como pessoas. Já não tenho necessidade do adversário para me autodefinir, porque o olhar de inclusão, que aprendemos de Cristo, faz-nos descobrir a alteridade de modo novo, ou seja, como parte integrante e condição da relação e da proximidade.
Uma tal capacidade de compreensão e comunicação entre as pessoas humanas tem o seu fundamento na comunhão de amor entre as Pessoas divinas. Deus não é Solidão, mas Comunhão; é Amor e, consequentemente, comunicação, porque o amor sempre comunica; antes, comunica-se a si mesmo para encontrar o outro. Para comunicar connosco e Se comunicar a nós, Deus adapta-Se à nossa linguagem, estabelecendo na história um verdadeiro e próprio diálogo com a humanidade (cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Dei Verbum, 2).
Em virtude de termos sido criados à imagem e semelhança de Deus, que é comunhão e comunicação-de-Si, trazemos sempre no coração a nostalgia de viver em comunhão, de pertencer a uma comunidade. Como afirma São Basílio, «nada é tão específico da nossa natureza como entrar em relação uns com os outros, ter necessidade uns dos outros».
O panorama atual convida-nos, a todos nós, a investir nas relações, a afirmar – também na rede e através da rede – o caráter interpessoal da nossa humanidade. Por maior força de razão nós, cristãos, somos chamados a manifestar aquela comunhão que marca a nossa identidade de crentes. De facto, a própria fé é uma relação, um encontro; e nós, sob o impulso do amor de Deus, podemos comunicar, acolher e compreender o dom do outro e corresponder-lhe.
É precisamente a comunhão à imagem da Trindade que distingue a pessoa do indivíduo. Da fé num Deus que é Trindade, segue-se que, para ser eu mesmo, preciso do outro. Só sou verdadeiramente humano, verdadeiramente pessoal, se me relacionar com os outros. Com efeito, o termo pessoa conota o ser humano como «rosto», voltado para o outro, comprometido com os outros. A nossa vida cresce em humanidade passando do caráter individual ao caráter pessoal; o caminho autêntico de humanização vai do indivíduo que sente o outro como rival para a pessoa que nele reconhece um companheiro de viagem.
Do “like” ao “amém”
A imagem do corpo e dos membros recorda-nos que o uso da social web é complementar do encontro em carne e osso, vivido através do corpo, do coração, dos olhos, da contemplação, da respiração do outro. Se a rede for usada como prolongamento ou expetação de tal encontro, então não se atraiçoa a si mesma e permanece um recurso para a comunhão. Se uma família utiliza a rede para estar mais conectada, para depois se encontrar à mesa e olhar-se olhos nos olhos, então é um recurso. Se uma comunidade eclesial coordena a sua atividade através da rede, para depois celebrar juntos a Eucaristia, então é um recurso. Se a rede é uma oportunidade para me aproximar de casos e experiências de bondade ou de sofrimento distantes fisicamente de mim, para rezar juntos e, juntos, buscar o bem na descoberta daquilo que nos une, então é um recurso.
Assim, podemos passar do diagnóstico à terapia: abrir o caminho ao diálogo, ao encontro, ao sorriso, ao carinho... Esta é a rede que queremos: uma rede feita, não para capturar, mas para libertar, para preservar uma comunhão de pessoas livres. A própria Igreja é uma rede tecida pela Comunhão Eucarística, onde a união não se baseia nos gostos [«like»], mas na verdade, no «amen» com que cada um adere ao Corpo de Cristo, acolhendo os outros.
Vaticano, na Memória de São Francisco de Sales, 24 de janeiro de 2019.
FRANCISCUS
Secretaria de Pastoral prepara primeira reunião com equipes de assessoria paroquial
A Secretaria de Pastoral da Arquidiocese de Pouso Alegre convida três representantes das equipes de assessoria de cada paróquia para um encontro de formação no dia 17 de fevereiro no Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora Auxiliadora, em Pouso Alegre. O encontro tem início às 08h, com a Santa Missa presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R., e vai até às 16h.
A confirmação da presença deve ser feita pelo email (secretaria.pastoral.pa@hotmail.com) ou pelos telefones (9.9840-6577/3421-1248). Será cobrada uma taxa de R$ 30,00 por participante.
No encontro também será entregue o livro de formação paroquial para o primeiro semestre.










