JMJ 2019: confirmada presença do Papa no Panamá

Com informações do portal Vatican.News -

A Sala de Imprensa da Santa Sé confirmou a presença do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude do Panamá, em 2019.

Na breve declaração assinada pelo Diretor Greg Burke, lê-se que o Pontífice acolhe o convite do governo e dos bispos panamenhos e visitará o país de 23 a 27 de janeiro de 2019.

Será a 3ª JMJ do Papa Francisco, depois do Rio de Janeiro em 2013 e Cracóvia em 2016. Ao se realizar no mês janeiro, tendo em conta o verão austral, o encontro no Panamá deverá ter menos afluência europeia, mas uma participação mais forte dos países da América Latina, e especialmente da América Central.

O Panamá será a 9ª nação latino-americana visitada pelo Papa Francisco, depois do Brasil em 2013, Bolívia, Equador, Paraguai e Cuba em 2015, México em 2016 e Chile e Peru em 2018. O Pontífice ainda não regressou à Argentina, seu país natal.

Enquanto isso, no momento, o programa de viagens apostólicas do Papa no segundo semestre de 2018 está focado na Europa, com uma visita à Irlanda em 25 e 26 de agosto, e uma outra aos países bálticos (Lituânia, Estônia, Letônia ) de 22 a 25 de setembro.

https://youtu.be/VZtB29FDBRk


Nota de pesar

A Arquidiocese de Pouso Alegre emite nota de pesar pelo falecimento da senhora Lurdes Marcondes, mãe da superiora geral da Congregação das Irmãs Claretianas, Irmã Dulcinéia Ribeiro. A família é natural de Córrego do Bom Jesus.
A missa de corpo presente será nesta terça-feira (3) às 8h30 no Santuário do Senhor Bom Jesus, em Córrego do Bom Jesus.

Que o Bom Deus, autor da vida, conforte toda família!


Centenas de jovens confirmam participação na missão jovem arquidiocesana

O Setor Juventude da Arquidiocese de Pouso Alegre divulgou neste domingo (1/7) que 527 jovens de diversas paróquias da Arquidiocese se inscreveram para participarem da Missão Jovem, que ocorre entre os dias 28 e 29 de julho nas Paróquias Santa Rita de Cássia e São Benedito-São Cristóvão, ambas em Extrema. As inscrições já foram encerradas. Agora, as paróquais sede passam a estruturar a acolhida e logística do encontro.

"O objetivo é Ir até as casas das famílias como jovens que evangelizam, para pregar a boa nova do Evangelho e abençoar as famílias em seus lares. Concentrar a atenção nos jovens das famílias convidando-os para os momentos onde a juventude irá se reunir, como por exemplo, no sábado a noite com um evento para a juventude. Também será momento de mostrar o rosto da Juventude Arquidiocesana reunida, momento de celebrar a juventude com suas identidades em nossa Arquidiocese", afirmou o assessor do setor juventude, padre Marcos Eduardo Caliari.

Rafael Moreno, de 25 anos, é natural da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em Borda da Mata, e é um dos jovens inscritos. Segundo ele, esse momento será um momento de colocar em prática a sua fé.

"Eu gosto de usar duas partes do Evangeho. A primeira é: 'Nem todo aquele que diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus' (Mt 7, 21). Não adianta gente só rezar e não fazer nada de concreto. A gente precisa de alguma coisa que justifique a nossa fé. E para isso uso de uma segunda parte do Evangelho: 'Ide e pregai o Evangelho a todos os povos' (Mc 16, 15), que seria a parte do missionário, aquilo que vai concretizar a nossa fé", revelou.

Antes das missões, os jovens receberão uma formação teológica e prática sobre as missões.


Arquidiocese disponibiliza material para Semana da Família

A Comissão "Comunidade de fé a serviço das famílias" já encaminou para as paróquias da Arquidiocese de Pouso Alegre o material para ser utilizado durante a Semana da Família, que este ano é celebrada entre os dias 12 e 18 de agosto.

O material traz roteiros para a oração do terço em famílias, para a celebração da luz e adoração ao Santíssimo Sacramento, além de uma celebração penitencial. Há também a sugestão de palestras e filmes.

"Convidamos a todos e a todas a participar desta semana que não ser um acontecimento somente para os membros da Pastoral Familiar ou para os casais da comunidade, mas que toda e cada família se sinta convocada a participar. Esta deve ser como que uma segunda Semana Santa na vida da comunidade. Esperamos a participação de todos, num espírito de comunhão e fraternidade", afirmou padre Lucimar Goulart.

Faça o download do material aqui!


Papa preside Consistório e faz entrega dos Pálios nos próximos dias

Com informações do Vatican News -

Nesta quinta-feira (28), o papa Francisco preside o Consistório Ordinário Público para a criação de novos cardeais, imposição do barrete, entrega do anel e atribuição do título ou diaconato. A cerimônia ocorre na Basílica de São Pedro, às 16h locais. O Santo Padre havia anunciado este novo Consistório para a criação de 14 novos cardeais em 20 de maio de 2018, Domingo de Pentecostes. 11 deles são eleitores, com menos de 80 anos. Somam-se a estes outros três com mais de 80 anos. Confira a lista dos novos cardeais no final do texto.

Na sexta-feira, 29, às 9h30 locais, na Praça de São Pedro, o Papa abençoará os pálios sagrados, destinados aos novos arcebispos metropolitanos, e celebrará a Eucaristia da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo.
Pálio: o que é, como é feito e para que serve

Dom Majella, ao receber o Pálio no dia 29 de junho de 2014

A cada ano o Papa entrega aos novos Arcebispos o pálio. A cerimônia de entrega realiza-se no dia 29 de junho, Festa de São Pedro e São Paulo. O Vatican News deseja explicar um pouco o significado desta importante vestimenta litúrgica. Esta entrega do pálio está ligada ao juramento de lealdade ao Papa e seus sucessores pelos metropolita. Tendo em vista esta celebração que se aproxima, é interessante saber o que significa a celebração e, principalmente o que significa esta vestimenta litúrgica chamada “Pálio”.

O pálio - derivado do latim pallium, manto de lã - é uma vestimenta litúrgica usada na Igreja Católica, consistindo de uma faixa de pano de lã branca que é colocada sobre ombros dos Arcebispos.

Este pano representa a ovelha que o pastor carrega nos ombros, assim como fez Cristo com a ovelha perdida. Desta forma podemos dizer que o palio é o símbolo da missão pastoral do bispo. O pálio é também a prerrogativa dos arcebispos metropolitanos, como símbolo de jurisdição em comunhão com a Santa Sé.

História

Originalmente o pálio era o manto usado pelos filósofos e na arte paleocristã, eram pintados neste "manto" Jesus e os apóstolos . Esta prática foi posteriormente adotada também pela Igreja Cristã, com um uso semelhante ao do omoforion (uma tira de pano), muito mais larga que o pálio, atualmente usada pelos bispos ortodoxos e pelos bispos católicos orientais de rito bizantino.

O pálio era originalmente uma única tira de pano enrolada nos ombros e caída no peito na altura do ombro esquerdo; nos primeiros séculos do cristianismo foi trazido por todos os bispos.

Podemos ver nas iconografias que representam os primeiros bispos e santos, como Santo Ambrósio, Santo Atanásio, São João Crisóstomo, Santo Inácio de Antioquia, São Hilário e outros.

O primeiro caso conhecido de imposição do pálio a um bispo remonta a 513, quando o Papa Simmaco concedeu o pálio a São Cesário, bispo de Arles.

A partir do século IX reduziu-se ao formato atual de "Y", com as duas extremidades descendo abaixo do pescoço até o meio do peito e nas costas e se tornando a marca registrada dos arcebispos metropolitanos que o obtiveram pelo papa. O Papa João Paulo II, por ocasião da noite de Natal de 1999, abertura do Jubileu de 2000, usava um omoforion com cruzes vermelhas.

Confecção do Pálio

Dois cordeiros cuja lã é destinada, no ano anterior, são criados pelos monges trapistas da Abadia de Tre Fontane, em Roma. E desde 1644, são abençoados pelo Abade Geral dos Cônegos Lateranenses em Basílica, na Via Nomentana Complexo Monumental de Santa Inês, fora dos muros, no dia em que se faz memória da Santa, em 21 de janeiro.

Depois são levados ao Papa no Palácio Apostólico. O pálio é tecido e costurado pelas freiras de clausura do convento romano de Santa Cecília em Trastevere. Os pálios são armazenados na Basílica de San Pietro, em Roma, aos pé do altar de confissão (altar central), muito próximo ao túmulo do Apóstolo Pedro.

Como é o Pálio

O pálio, em sua forma atual, é uma faixa estreita de tecido, com cerca de cinco centímetros de largura, tecida em lã branca, curvada no meio para poder repousar sobre os ombros acima da casula e com duas abas pretas penduradas na frente e atrás, de modo que - visto tanto na frente quanto atrás - a vestimenta lembra a letra "Y".

É decorado com seis cruzes negras de seda (que lembram as feridas de Cristo), uma em cada cauda e quatro na curvatura, e é cortado na frente e atrás, com três alfinetes de gema aciculada em forma de alfinete. Essas duas últimas características parecem ser uma lembrança dos momentos em que o pálio era um simples lenço duplo dobrado e pregado com um alfinete no ombro esquerdo.

Piero Marini para o Papa Bento XVI restaurou o uso do longo e cruzado pálio no ombro esquerdo usado até o século IX, deixando inalterada a forma do pálio concedido aos arcebispos, com as duas abas penduradas no alto centro do peito e no meio das costas.

Por ocasião da Missa de 29 de Junho de 2008 (Solenidade dos Santos Pedro e Paulo), o Papa voltou a usar um pálio em formato de "Y", similar ao usado comumente pelos metropolitas, mas com forma mais ampla e com a cor vermelha das cruzes: essas diferenças hoje poe em evidencia a diversidade da jurisdição, reservado para o Bispo de Roma, enquanto que em épocas anteriores em períodos remotos, não havia este significado particular, dado que eram comuns a todos os bispos, sem distinção.

O mesmo pálio foi usado pelo Papa Francisco após a cerimônia solene de imposição do pálio das mãos do proto-diácono cardeal Jean-Louis Tauran, durante a Missa de inauguração do seu ministério petrino.

Os novos cardeais são:

- Louis Raphael I Sako, patriarca de Babilônia dos Caldeus, Iraque;
- Luis Ladaria Ferrer, jesuíta espanhol, desde 1º de julho de 2017 Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé;
- Angelo De Donatis, Vigário do Santo Padre para a Diocese de Roma, italiano;
- Giovanni Angelo Becciu, Substituto da Secretaria de Estado, italiano;
- Konrad Krajewsky, polonês, esmoleiro pontifício;
- Joseph Coutts, arcebispo de Karachi, Paquistão;
- António dos Santos Marto, português, bispo de Leiria-Fátima;
- Pedro Ricardo Barreto Jimeno, jesuíta, arcebispo de Huancayo, Peru;
- Désiré Tsarahazana, arcebispo de Toamasina, Madagascar;
- Giuseppe Petrocchi, arcebispo de L’Aquila, Itália;
- Thomas Aquino Manyo Maeda, arcebispo de Osaka, Japão.
Os três cardeais com mais de 80 anos, portanto não eleitores, que “se distinguiram por seu serviço à Igreja”, são:
- Sérgio Obeso Rivera, arcebispo emérito de Xalapa, México;
- Toribio Ticona Porco, prelado emérito de Corocoro, Bolívia;
- Padre Aquilino Bocos Merino, dos missionários claretianos, o único que não é bispo dentre as nomeações.


Papa aponta para o ecumenismo: caminhar, rezar e trabalhar juntos

Com informações Vatican.News -

O Papa Francisco deixou o Vaticano na manhã desta quinta-feira (21/06) para uma peregrinação ecumênica a Genebra.
Depois de uma hora e 40 minutos de voo, o Pontífice chegou à cidade suíça por volta das 10h, onde foi recebido pelo Presidente da Confederação Helvécia, Alain Berset, no aeroporto internacional da cidade para uma breve cerimônia de boas-vindas e um encontro privado.

Na sequência, o Papa se transferiu de carro até o Centro Ecumênico do Conselho Mundial de Igrejas, pois justamente este é o motivo dessa peregrinação: celebrar os 70 anos desta instituição, criada depois da II Guerra Mundial.
O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) é a maior organização mundial do movimento ecuménico, com o mais alto número de membros: são 345 comunidades cristãs de mais de 110 países, com exceção da Igreja Católica, e compreende reformados, luteranos, anglicanos metodistas, batistas, ortodoxos e outras Igrejas. Representa mais de 500 milhões de fiéis em todo o mundo, cuja sede é Genebra.

No Centro Ecumênico do CMI, realizou-se uma oração comum, com a participação de cerca de 230 pessoas – ocasião em que o Pontífice pronunciou o primeiro discurso do dia.

Caminhar segundo o Espírito

Inspirado na leitura extraída da Carta aos Gálatas, Francisco propôs uma reflexão sobre a expressão “Caminhar segundo o Espírito” .

“Caminhar segundo o Espírito é rejeitar o mundanismo. É escolher a lógica do serviço e avançar no perdão. É inserir-se na história com o passo de Deus: não com o passo ribombante da prevaricação, mas com o passo cadenciado por «uma única palavra: Ama o teu próximo como a ti mesmo» (Gal 5, 14).”

No decurso da história, afirmou o Papa, as divisões entre cristãos deram-se porque na raiz, na vida das comunidades, se infiltrou uma mentalidade mundana: primeiro cultivavam-se os próprios interesses e só depois os de Jesus Cristo. A direção seguida era a da carne, não a do Espírito.

“Mas o movimento ecumênico, para o qual tanto contribuiu o Conselho Ecumênico das Igrejas, surgiu por graça do Espírito Santo”, recordou o Papa.

Ser do Senhor

É preciso escolher ser de Jesus antes que de Apolo ou de Cefas, antepor o ser de Cristo ao fato de ser «judeu ou grego», ser do Senhor antes que de direita ou de esquerda, escolher em nome do Evangelho o irmão antes que a si mesmo.

A resposta aos passos vacilantes, prosseguiu o Papa, é sempre a mesma: caminhar segundo o Espírito, purificando o coração do mal, escolhendo com obstinação o caminho do Evangelho e recusando os atalhos do mundo.

“Depois de tantos anos de empenho ecumênico, neste septuagésimo aniversário do Conselho, peçamos ao Espírito que revigore o nosso passo. (…) Que as distâncias não sejam desculpas! É possível, já agora, caminhar segundo o Espírito. Rezar, evangelizar, servir juntos: isto é possível. Caminhar juntos, rezar juntos, trabalhar juntos: eis a nossa estrada-mestra.”

Unidade

Esta estrada tem uma meta concreta: a unidade. A estrada oposta, a da divisão, leva a guerras e destruições. “O Senhor pede-nos unidade; o mundo, dilacerado por demasiadas divisões que afetam sobretudo os mais fracos, invoca unidade.”

Francisco conclui seu discurso definindo-se um “peregrino em busca de unidade e de paz”. “Agradeço a Deus porque aqui encontrei irmãos e irmãs já a caminho. Que a Cruz nos sirva de orientação, porque lá, em Jesus, foram abatidos os muros de separação e foi vencida toda a inimizade: lá compreendemos que, apesar de todas as nossas fraquezas, nada poderá jamais separar-nos do seu amor.


Hoje é celebrada a Bem-Aventurada Nhá Chica, a “Santinha de Baependi”

Com informações ACI Digital -

“É porque eu rezo com fé”, costumava dizer a Bem-Aventurada Francisca de Paula de Jesus àqueles que recorriam a ela. Negra, analfabeta e filha de escravos, Nhá Chica, como ficou conhecida, dedicou sua vida humilde à caridade e é celebrada neste dia 14 de junho. Baependi pertence à Província Eclesiástica de Pouso Alegre, pertencendo à diocese de Campanha.

Francisca de Paula de Jesus nasceu em 1808 em São João del-Rei (MG) e mudou-se com a mãe e o irmão para Baependi, no mesmo estado. Ficou órfão aos dez anos, seu irmão tinha 12 anos, e os dois ficaram sob os cuidados de Nossa Senhora, a quem Francisca logo passou a chamar de “Minha Sinhá”.

Foi de sua mãe que ela recebeu uma grande devoção a Nossa Senhora da Conceição, que carregou ao longo de toda a sua vida. Soube administrar bem tal herança espiritual e ficou conhecida como “mãe dos pobres”.

Nunca se casou, porque decidiu dedicar-se totalmente ao Senhor. Sendo analfabeta, gostava quando alguém lia para ela as Sagradas Escrituras. Não pertenceu a uma organização religiosa e era respeitada por todos que a conheciam, desde o mais humilde dos homens aos mais poderosos de seu tempo.

Sempre atendeu com especial atenção cada pessoa que a procurava, muitos em busca de conselhos, palavras de conforto e oração.

Uma das coisas que se destaca em sua vida é a novena que compôs à Nossa Senhora da Conceição. Do mesmo modo, em honra a Ela, construiu ao lado de sua casa uma pequena igreja, onde venerava uma imagem desta devoção mariana e diante da qual rezava piedosamente por todas as pessoas que se recomendavam a ela.

Em 1954, esta igreja foi confiada à Congregação das Irmãs Franciscanas do Senhor e, atualmente, é o Santuário de Nossa Senhora da Conceição. Ao lado do templo é realizado um trabalho de assistência a crianças carentes que é mantido por devotos de Nhá Chica.

Finalmente, depois de uma vida dedicada à oração e ao serviço aos necessitados, a Santinha de Baependi morreu em 14 de junho de 1895.

Em maio de 2013, em uma histórica cerimônia para a Igreja no Brasil, foi beatificada, após o reconhecido da cura milagrosa de um problema de nascença no coração da professora Ana Lucia Meirelles Leite, o qual, no momento em que ela ia ser operada, foi constatado pelos médicos que havia desaparecido.


Anuário Pontifício traz números atualizados sobre os católicos no mundo

Com informações do jornal L'osservatore Romano -

O Anuário Pontifício 2018 e o Annuarium statisticum Ecclesiae 2016, cujo relatório foi editado pelo Escritório Central de Estatística da Igreja, são hoje em dia a ser distribuído nas livrarias, com um atraso devido à transição para métodos de preparação e fabricar mais avançado e desempenho dos dois anuários. O trabalho de impressão de ambos os volumes foi feito pela tipografia do Vaticano. O Brasil continua sendo o país mais católico do mundo, com 27,5% de fieis.

A partir da leitura dos dados relatados no Anuário Pontifício, podemos deduzir algumas novidades sobre a vida da Igreja Católica no mundo, a partir de 2017.

Durante este período, 6 novos bispos e 4 eparquias foram erigidos; uma diocese foi elevada à sede metropolitana e 3 vicariatos apostólicos foram elevados à diocese.

Os dados estatísticos do Annuarium Statisticum, referentes ao ano de 2016, nos permitem atualizar alguns aspectos numéricos básicos da Igreja Católica no contexto mundial e destacar as tendências mais marcantes e mais importantes.

Número de católicos

 

O número de católicos batizados no mundo subiu de 1285 milhões em 2015 para 1299 milhões em 2016, com um aumento global de 1,1%. Esse aumento é inferior ao aumento médio anual registrado no período 2010-2015 (1,5%); e, novamente, esse crescimento é um pouco menor que o da população mundial entre 2015 e 2016; de modo que a presença relativa de católicos batizados não diminui em alguns milésimos: de 17,73 católicos por 100 habitantes em 2015 para 17,67 no ano seguinte.

A distribuição dos católicos, de acordo com o diferente peso demográfico dos diferentes continentes, é diferente nas várias áreas geográficas.

A África detém 17,6 por cento dos católicos de todo o planeta e é caracterizada por uma Igreja Católica muito dinâmica: o número de católicos subiu de pouco mais de 185 milhões em 2010 para mais de 228 milhões em 2016, com uma variação relativa de 23,2 por cento. No continente africano, em particular, a República Democrática do Congo é confirmada em primeiro lugar pelo número de católicos batizados com mais de 44 milhões, seguida pela Nigéria com 28 milhões, mas também Uganda, Tanzânia e Quênia registram números respeitáveis.

A posição da América se consolida como o continente ao qual pertencem 48,6% dos fiéis batizados no mundo. Destes, 57,5% vivem na América do Sul (27,5% apenas no Brasil, que é o país com o maior número de católicos do mundo), 14,1% na América. norte e os 28,4% restantes na América Central. Se você comparar o número de católicos ao tamanho dos habitantes, a Argentina, a Colômbia e o Paraguai surgem com uma incidência de católicos igual a mais de 90% da população.

A incidência no mundo católico do continente asiático parece estar aumentando moderadamente e, com um peso de mais de 60% da população mundial, permanece em torno de 11% durante todo o período. 76% dos católicos no sudeste da Ásia estão concentrados nas Filipinas (com um número de católicos igual a 85 milhões em 2016) e na Índia (22 milhões).

A Europa, apesar de abrigar quase 22% da comunidade católica mundial, confirma a área menos dinâmica, com um aumento no número de católicos no período 2010-2016, apenas 0,2%. Essa mudança, por outro lado, diante de uma estagnação na dinâmica demográfica, traduz-se em uma ligeira melhora na presença no território, que em 2016 chega a quase 40%. Na Itália, Polônia e Espanha, a incidência de católicos excede 90% da população.

Os católicos da Oceania somaram pouco mais de 10 milhões e são ligeiramente superiores aos do ano anterior, enquanto divergem ligeiramente dos de 2010: em todo o período houve uma variação positiva de 10, 4 por cento.

A dinâmica diferencial dos católicos batizados nos diversos continentes impôs um ajuste da estrutura territorial da Igreja para responder às necessidades e exigências de uma operação eficaz dos serviços pastorais oferecidos. Em particular, o número de distritos eclesiásticos, no período 2010-2016, registrou o crescimento mais significativo nas áreas territoriais que mostraram o maior dinamismo da demanda pelo serviço pastoral. De fato, as circunscrições eclesiásticas aumentaram 3% na África e 1,9% na Ásia, em comparação com uma substancial inércia na Europa. As áreas geográficas restantes estão crescendo a uma taxa moderada em torno de um por cento.

As circunscrições têm uma variabilidade territorial tanto em termos de área como da população católica. As maiores são as da Oceania, com uma área de mais de 105.000 quilômetros quadrados e da América do Norte, com 71.378 quilômetros quadrados; eles seguem o Sudeste Asiático com mais de 68.000, a América do Sul com quase 30.000 e a Europa com pouco mais de 13.000 quilômetros quadrados. A relação entre o número de católicos e o número de circunscrições também tem uma variabilidade considerável.

A América é confirmada como o continente com o maior quociente, com 577 mil católicos pertencentes à mesma circunscrição eclesiástica. Seguiu-se a África com uma guarnição territorial para 422 mil católicos, a Europa com 376 mil católicos e a Ásia, onde cada circunscrição recolhe em média mais de 265 mil católicos.

Bispos, padres e diáconos

Os dados mais recentes referentes a 2016 também indicam que o número de clérigos no mundo é igual a 466.634, com 5353 bispos, 414.969 sacerdotes e 46.312 diáconos permanentes.

Ao longo dos anos entre 2010 e 2016, o número de bispos aumentou em 4,88%, de 5104 em 2010 para 5353 em 2016; no entanto, os aumentos são diferenciados do ponto de vista territorial. Se calcularmos o aumento médio linear, obtemos consistências diferentes do fenômeno nas várias partes do globo: vamos ordenando as áreas de forma decrescente, de um valor máximo de 1,47% para a América Central, para o valor mínimo para a América do Norte de 0,34% (outros valores: América do Sul 1,07%, Ásia 0,95%, Europa 0,82%, África 0,45% e Oceania 0,39 por cento). Assim, observa-se que as Américas Central e do Sul e a Ásia registram um aumento relativo mais substancial em comparação com as outras áreas geográficas e, pode-se afirmar,
Pode-se notar também que o número de católicos para cada bispo, em 2016, não é um pouco diferente de continente para continente (média mundial igual a 243 mil com uma variação de 313 mil para 169 mil, respectivamente para a África e Europa). Particularmente favorável é a situação na Oceania em que cada bispo é responsável por 79 mil católicos, um sinal deste ponto de vista, de um pequeno excesso de bispos em comparação com os outros continentes.

Também a avaliação do número de sacerdotes para cada bispo pode ser útil, pois este relatório fornece uma indicação daqueles que, pelo menos num nível meramente numérico, são os compromissos pastorais que cada bispo, em média em cada continente, deve enfrentar. Bem a partir dos dados de este rácio, em relação ao período de 2010-2016, é globalmente um saldo quantitativo melhorada entre os padres e bispos, para a passagem de tempo entre o início e o fim do período examinado: que vai de 81 a padres Bishop em 2010 a 78 em 2016. A diminuição da relação é encontrada na América (de 64 para 61), na Europa (de 118 para 105) e na Oceania (de 37 para 36), enquanto essa proporção está aumentando na África (de 54 para 63) e na Ásia (de 75 a 82).

Em 2016, o número de sacerdotes no mundo católico é de 414.969, dividido da seguinte forma: 67,9 por cento deles são clérigos diocesanos, enquanto os restantes 32,1 por cento dos religiosos; deve-se notar que, em comparação com o ano anterior essa alocação é praticamente o mesmo, enquanto a porcentagem de sacerdotes diocesanos aumentou em cerca de um ponto em relação ao de 2010. Se 2010 para 2014 é um crescimento foi manifestada não é forte, mas ainda apreciável (média variação anual de +0,22%), nos dois anos seguintes o número de sacerdotes é pouco alterado: em geral diminuiu em 0,2% (+0,19 para diocesanos e -1,01 para religiosos), mas as quedas estão concentradas na América do Norte (-2,7%), na Europa (-2,8%) e no Oriente Médio (-1,7%), enquanto aumentos de 4 a 5% ocorrem em todas as outras áreas, com exceção da América Central e Oceania, onde o aumento é de 2%. Durante todo o período 2010-2016, os padres como um todo aumentaram 0,7%, de 412,236 para 414,969 unidades. No entanto, quando os sacerdotes diocesanos e religiosos são analisados ??separadamente, observa-se que, diante de um crescimento dos primeiros (1,55%), estes sofrem um declínio numérico não insignificante (redução relativa de 1,4%). Nos vários continentes, a dinâmica parece ser contrastada. 236 a 414969 unidades. No entanto, quando os sacerdotes diocesanos e religiosos são analisados ??separadamente, observa-se que, diante de um crescimento dos primeiros (1,55%), estes sofrem um declínio numérico não insignificante (redução relativa de 1,4%). Nos vários continentes, a dinâmica parece ser contrastada. 236 a 414969 unidades. No entanto, quando os sacerdotes diocesanos e religiosos são analisados ??separadamente, observa-se que, diante de um crescimento dos primeiros (1,55%), estes sofrem um declínio numérico não insignificante (redução relativa de 1,4%). Nos vários continentes, a dinâmica parece ser contrastada.

Os sacerdotes religiosos, com exceção de algumas exceções, como a África, a região do Sudeste Asiático e a América Central-continental, são em geral um decréscimo numérico com picos de certa importância, na América do Norte e na Europa. Por outro lado, os sacerdotes diocesanos mostram uma tendência oposta: aqui as áreas de decrescimento, limitadas à América do Norte, Europa e em menor escala na Oceania, são a exceção de uma situação de crescimento geral, ainda que em alguns casos . Deve-se notar o caso da África em que o movimento de crescimento é conspícuo e contínuo (+23,1%). Pode-se notar também que essas dinâmicas reassumiram o peso relativo dos sacerdotes diocesanos em relação aos religiosos, mas uma variação apreciável ocorreu apenas na África, onde os sacerdotes religiosos que no início do período eram 47,5 por cento do diocesano, em 2016 tornaram-se significativamente menores do que os diocesanos (43,5 por cento). A diminuição dos padres religiosos na África deve ser atribuída ao retorno desses agentes pastorais a seus lugares de origem, secundados pelo fortalecimento das comunidades eclesiais locais, asseguradas pelo crescimento dos sacerdotes diocesanos.

As mudanças descritas acima influenciaram, consequentemente, o peso dos sacerdotes nos vários continentes. A distribuição, em 2016, por áreas geográficas mostra que, em comparação com 42,6 por cento do número total de padres presentes na Europa é de 29,5 por cento, pertencentes ao continente americano, enquanto as outras áreas geográficas seguem com 15,9 por cento cem para a Ásia, 10,9% para a África e, finalmente, 1,1% para a Oceania.
Pode-se acrescentar à análise estrutural dos sacerdotes a dos católicos para destacar quaisquer desequilíbrios entre a demanda e a oferta do serviço pastoral. No caso do equilíbrio perfeito entre a presença ea pedido da atividade pastoral, as percentagens de composição padres devem coincidir para cada área territorial examinou com os de católicos. De fato, a partir da comparação entre as duas porcentagens de composição de sacerdotes e católicos, parece que em 2016 há grandes lacunas. Em particular, as porcentagens de padres superam as dos católicos na América do Norte (11,2% dos padres versus 6,8% dos católicos), na Europa (42,6% dos padres e 22% dos católicos) e na Oceania (1,1% dos padres e 0,8% dos católicos). As deficiências mais evidentes dos padres estão localizadas na América do Sul (12,1% dos padres e 27,9% dos católicos), na África (10,9% dos padres e 17,6% dos católicos) e na América Central Continental (5,3% dos padres e 11,6% dos católicos). A diferença entre as distribuições das duas séries implica que existe uma variabilidade da carga pastoral, entendida como a relação entre o número de católicos e o número de sacerdotes. A tendência deste índice, mundialmente, só pode ser apontada como crescente devido ao diferencial de crescimento demográfico entre as diversas áreas territoriais: de 2900 para 3130 católicos por padre são aprovados, respectivamente para os anos de 2010 e 2016. E, no entanto, as diferenças geográficas são muito significativas:

Os diáconos permanentes constituem o grupo de clérigos que crescem com extraordinária vivacidade. O aumento médio anual no período 2010-2015 foi igual a 2,88%, globalmente, e continuou em 2016, embora a um ritmo mais lento (2,34%); nesse ano eles vir a ser 46.312 em comparação com 39.564 registrado em 2010. As diferenças regionais são muito marcadas: nos anos 2010-2015 as taxas de crescimento mais significativas ocorrem na Ásia e América do Sul e no continente central, enquanto as mais brandas são registradas na América do Norte, Europa e África. No período 2015-2016, os ritmos de aumento da presença de diáconos nas diversas áreas territoriais foram mantidos, com forte aceleração na África, nas Américas Central e do Sul, e uma desaceleração significativa na América do Norte, Europa e Ásia, onde há uma estagnação. Não houve alterações significativas na distribuição global de diáconos entre os dois anos de 2015 e 2016: existe apenas uma ligeira diminuição no peso do número relativo de diáconos na Europa e um igualmente um ligeiro crescimento do que a América do.

A possibilidade efetiva de os diáconos permanentes cooperarem com os padres na prestação de serviços pastorais no território permanece, no entanto, ainda limitada. No mundo, a distribuição de diáconos para cada cem padres presentes, na verdade, é de apenas 11,2 em 2016 e vai de um mínimo de 0,48 na Ásia a um máximo de 24,8 na América. O quociente na Europa é de cerca de 8%, enquanto na África é igual a um diácono para 100 padres presentes. na Europa e na Ásia, onde há uma estase. Não houve alterações significativas na distribuição global de diáconos entre os dois anos de 2015 e 2016: existe apenas uma ligeira diminuição no peso do número relativo de diáconos na Europa e um igualmente um ligeiro crescimento do que a América do. A possibilidade efetiva de os diáconos permanentes cooperarem com os padres na prestação de serviços pastorais no território permanece, no entanto, ainda limitada. No mundo, a distribuição de diáconos para cada cem padres presentes, na verdade, é de apenas 11,2 em 2016 e vai de um mínimo de 0,48 na Ásia a um máximo de 24,8 na América. O quociente na Europa é de cerca de 8%, enquanto na África é igual a um diácono para 100 padres presentes. na Europa e na Ásia, onde há uma estase.

Não houve alterações significativas na distribuição global de diáconos entre os dois anos de 2015 e 2016: existe apenas uma ligeira diminuição no peso do número relativo de diáconos na Europa e um igualmente um ligeiro crescimento do que a América do. A possibilidade efetiva de os diáconos permanentes cooperarem com os padres na prestação de serviços pastorais no território permanece, no entanto, ainda limitada. No mundo, a distribuição de diáconos para cada cem padres presentes, na verdade, é de apenas 11,2 em 2016 e vai de um mínimo de 0,48 na Ásia a um máximo de 24,8 na América. O quociente na Europa é de cerca de 8%, enquanto na África é igual a um diácono para 100 padres presentes. Não houve alterações significativas na distribuição global de diáconos entre os dois anos de 2015 e 2016: existe apenas uma ligeira diminuição no peso do número relativo de diáconos na Europa e um igualmente um ligeiro crescimento do que a América do. A possibilidade efetiva de os diáconos permanentes cooperarem com os padres na prestação de serviços pastorais no território permanece, no entanto, ainda limitada. No mundo, a distribuição de diáconos para cada cem padres presentes, na verdade, é de apenas 11,2 em 2016 e vai de um mínimo de 0,48 na Ásia a um máximo de 24,8 na América. O quociente na Europa é de cerca de 8%, enquanto na África é igual a um diácono para 100 padres presentes. Não houve alterações significativas na distribuição global de diáconos entre os dois anos de 2015 e 2016: existe apenas uma ligeira diminuição no peso do número relativo de diáconos na Europa e um igualmente um ligeiro crescimento do que a América do. A possibilidade efetiva de os diáconos permanentes cooperarem com os padres na prestação de serviços pastorais no território permanece, no entanto, ainda limitada. No mundo, a distribuição de diáconos para cada cem padres presentes, na verdade, é de apenas 11,2 em 2016 e vai de um mínimo de 0,48 na Ásia a um máximo de 24,8 na América.

O quociente na Europa é de cerca de 8%, enquanto na África é igual a um diácono para 100 padres presentes. há apenas uma ligeira diminuição no peso do número relativo de diáconos na Europa e um aumento igualmente ligeiro no da América. A possibilidade efetiva de os diáconos permanentes cooperarem com os padres na prestação de serviços pastorais no território permanece, no entanto, ainda limitada. No mundo, a distribuição de diáconos para cada cem padres presentes, na verdade, é de apenas 11,2 em 2016 e vai de um mínimo de 0,48 na Ásia a um máximo de 24,8 na América. O quociente na Europa é de cerca de 8%, enquanto na África é igual a um diácono para 100 padres presentes. há apenas uma ligeira diminuição no peso do número relativo de diáconos na Europa e um aumento igualmente ligeiro no da América. A possibilidade efetiva de os diáconos permanentes cooperarem com os padres na prestação de serviços pastorais no território permanece, no entanto, ainda limitada. No mundo, a distribuição de diáconos para cada cem padres presentes, na verdade, é de apenas 11,2 em 2016 e vai de um mínimo de 0,48 na Ásia a um máximo de 24,8 na América. O quociente na Europa é de cerca de 8%, enquanto na África é igual a um diácono para 100 padres presentes. De fato, a distribuição dos diáconos para cada cem padres é de apenas 11,2 em 2016 e passa de um mínimo de 0,48 na Ásia para um máximo de 24,8 na América. O quociente na Europa é de cerca de 8%, enquanto na África é igual a um diácono para 100 padres presentes. De fato, a distribuição dos diáconos para cada cem padres é de apenas 11,2 em 2016 e passa de um mínimo de 0,48 na Ásia para um máximo de 24,8 na América. O quociente na Europa é de cerca de 8%, enquanto na África é igual a um diácono para 100 padres presentes.
As dimensões do fenômeno, portanto, ainda totalmente inadequada porque o trabalho desta categoria de agentes pastorais pode afetar significativamente o equilíbrio entre a demanda ea oferta de serviços para os fiéis católicos na área. Em termos evolutivos, no entanto, nota-se que eles tendem a manifestar uma maior frequência no seu território, onde a proporção Católica batizados para sacerdote é mais fraca.

Religiosos

Em 2016, o grupo de religiosos não sacerdotes do mundo consiste de 52.625 unidades e 8.731 na África, 14.818 na América, 12.320 na Ásia, 15.390 na Europa e 1.366 na Oceania. A queda ocorrida no período 2010-2015 continuou e aumentou em 2016: o grupo mundial reduziu 3% no último ano. Em particular observa-se que enquanto na África houve um quase estacionário, em todos os outros continentes estão testemunhando uma diminuição generalizada com dicas importantes na Oceania (-4,5 por cento), Europa (-3,8 por cento) e na América (-3,7%).
A distribuição percentual dos religiosos professos não sacerdotes sofrem muito ligeiras alterações, em 2016, em comparação com 2015, o mais significativo dos quais diz respeito a Europa que tem visto assumir a sua quota de 29,5 para 29,2 por cento.

Os religiosos professos constituem o grupo de maior peso numérico de todos os diversos agentes pastorais (especificamente: bispos, sacerdotes, diáconos permanentes, sacerdotes religiosos, não professos e religiosos). Em 2010, foram 722 mil, diminuindo progressivamente, de modo que em 2016 foram 659 mil (com variação relativa no período de -8,7%). A contração registrada no número de professos religiosos no mundo é substancialmente atribuível a um aumento considerável de mortes, resultado de uma alta presença de religiosos na velhice, enquanto o número de abandono da vida religiosa se torna menos relevante durante o período de referência. É importante notar a profunda diferença de comportamento nos vários continentes que segue as características já observadas para as outras categorias de trabalhadores pastoris, unindo suas determinações geográficas. A África, no período 2010-2016, registrou o maior aumento (+9,2%), seguido pelo Sudeste Asiático (+4,2%). A América do Norte, por outro lado, tem um recorde negativo, com uma contração de quase 21%. Fechar seguir a Europa (com mais de 16%) e a América do Sul (-11,8%), enquanto a queda registrada na América Central e Central e no Oriente Médio é menor. Finalmente, a situação na América Central-Antilhas é substancialmente estacionária, com uma redução de cerca de 2%. Esses movimentos, é claro, influenciam as variações dos pesos continentais das consistências dos religiosos. Observando a distribuição para as áreas continentais no período 2010-2016, houve uma diminuição da presença de religiosos na Europa e na América do Norte, em benefício da Ásia e da África. De fato, de fato, se em 2010 o grupo de religiosas professas que atuam na Europa e na América do Norte representaram 49,7% do total mundial, em 2016 elas representam 45,1% dos dois continentes.

A mudança positiva mais significativa pode ser vista no Sudeste Asiático, onde o número de religiosas aumentou de 22,2% em 2010 para 25,4% em 2016, e na África em que a incidência no total mundial é atestada. em 2016 para 11 por cento de 9,2 por cento em 2010.

Vocações

Em 2016, a tendência das vocações sacerdotais, em linha com a desaceleração já observada nos anos anteriores, continua em declínio: de 116.843 seminaristas maiores em 2015 para 116.160 em 2016 (683 unidades menos, igual a 0,6 para por cento); a taxa de vocação (seminaristas para 100.000 católicos) regride de 9,09 para 8,94. No nível territorial, a América (especialmente o sul) é o continente com menor taxa vocacional (5,13 seminaristas por 100.000 católicos); A Europa segue de perto com um quociente de 6,17.

No mundo, entre 2010 e 2016, há um decréscimo de 2830 seminaristas maiores, resultado do aumento de 1061 seminaristas para o período 2010-2012 e da queda de 3891 unidades no período seguinte. Portanto, a crise das vocações se acentua mundialmente, mas uma análise para áreas mais restritas evidencia situações territoriais diferenciadas. Tendência semelhante ao mundo (fase de crescimento seguida de desaceleração) mostra a Ásia, que registra um saldo ativo, ao longo de todo o período de 779 unidades e com o ponto máximo em 2012. Na Europa e no continente americano por outro lado, houve um declínio constante que levou a uma redução geral ao longo de todo o período de 4082 unidades para a América e 2949 para a Europa. A África mostra uma tendência diferente do mundo e de outras áreas territoriais. Neste continente, de fato, o número de seminaristas maiores tem aumentado constantemente, com um aumento absoluto de 358 unidades em 2010 para 2016.

Um exame territorial ainda mais analítico realizado nos países onde em 2016 havia nada menos que 1000 seminaristas maiores (diocesanos e religiosos), mostra que - exceto por um mínimo de países, onde as tendências nem sempre são detectáveis ??com precisão - na grande maioria dos países considerados, no período 2010-2016, houve tendências do tipo anteriormente encontrado: crescimento seguido de queda, crescimento ou decréscimo constante.

O crescimento constante que pode ser visto na África também é encontrado em seus principais países. Estes, na verdade, todos mostram um aumento percentual maior do que o já per se já muito alto (+13,1 por cento) do continente: na verdade, Uganda, onde o aumento é de 22,1 por cento, é excedido pelo Camarões (+31,2 por cento), Tanzânia (+ 39,5 por cento) e Madagascar mostram um aumento muito alto (+65,6 por cento). A República Democrática do Congo registrou crescimento até 2013, seguido por um declínio nos anos seguintes (com um aumento percentual global durante todo o período de 5,1%). Em contraste, o Quênia mostra um declínio constante nas vocações: durante todo o período - 13%.

Nas Américas, a do Norte mostra, grosso modo, a tendência das vocações em todo o mundo com o máximo em 2012, seguido de um lento decréscimo. O centro-continental América relatou um declínio de vocações que, em geral levar a 91 seminaristas em menos entre 2010 e 2016. O país de maior peso demográfico do subcontinente, México, mostra uma tendência a não detectável com precisão como que um ligeiro aumento registrado até 2012 seguiu uma tendência de queda nos anos seguintes: no final do período, o número de seminaristas estabilizou-se nas 5000 unidades. A América do Sul mostra um declínio contínuo de vocações, entre 2010 e 2016, com uma redução absoluta igual a 3752 unidades e um percentual igual a -17,4%.

Na Europa, todos os principais países têm uma tendência de vocações semelhante à do continente: sempre decrescendo ao longo do período e com um saldo negativo que também atingiu níveis notáveis ??na Polônia, Alemanha, Irlanda, Grã-Bretanha e Espanha.

Na Ásia, as Filipinas e a República da Coréia mostram um declínio nas vocações durante todo o período, com um saldo negativo de 1,1% para os seminaristas para o primeiro e -30,2% para o segundo, enquanto o Vietnã apresenta um aumento constante e o saldo é de + 48,3%. Um ligeiro aumento no tempo ocorreu na Indonésia, onde as vocações cresceram 2%.

A comparação entre a percentagem de distribuição seminaristas entre os vários continentes e a distribuição percentual correspondente da Católica mostra claramente o excedente positivo e negativo de pela vocação nível territorial.

A Europa que, apesar da diminuição das vocações no período 2010-2016, parece ser capaz de responder adequadamente às necessidades dos católicos (15,2 por cento dos seminaristas contra 22 por cento de católicos), é compensada pelo défice vocações nas Américas (27,9% dos seminaristas contra 49% dos católicos), o que é particularmente alto para a América do Sul.

Nos países da África e da Ásia, onde a taxa de católicos sobre os habitantes é baixa, as porcentagens de seminaristas são consideravelmente mais altas do que a baixa porcentagem de católicos.

Assim, a necessidade de prover autonomamente para o trabalho do apostolado local é estar satisfeito nestes continentes.

O apostolado da igreja no mundo

Puxando as cordas desta análise quantitativa dos principais fenômenos que afetam a Igreja Católica nos vários continentes e enfocando apenas os aspectos que parecem constituir as tendências mais marcantes e mais importantes, pode-se observar, em primeiro lugar, que nos anos seguintes 2010 a 2016, o número de católicos no mundo aumentou significativamente. Nos últimos anos tem havido uma situação de alta concentração do batismo católico no mundo. No geral, em 2016, em 15 países, existem cerca de 830 milhões, o equivalente a 64% dos católicos batizados em todo o mundo. América e Europa (com 49% e 22%, respectivamente) hospedam 71% da população total batizada. Olhando para os detalhes de países individuais, 4 dos 15 (República Democrática do Congo, Nigéria, Uganda e Angola) estão localizados na África e representam apenas 47% do total continental. Nos Estados Unidos, mais de 64% do total são atribuídos a outros quatro países (Brasil, México, Estados Unidos e Colômbia), dois países pertencem ao continente asiático (Filipinas e Índia), que coletam quase 77% do total continental e os restantes 5 países são europeus (Itália, França, Espanha, Polónia e Alemanha), com uma incidência no continente igual a 74 por cento.

Outro aspecto importante é que durante o período examinado há uma atenuação dos desequilíbrios pré-existentes na distribuição geográfica para grandes áreas dos centros eclesiásticos e pastorais. Até mesmo o número de bispos parece mais harmonicamente difundido e crescente. Quanto à evolução dos outros agentes pastorais, há uma contração evidente nos religiosos, não sacerdotes, religiosos professos e sacerdotes. No entanto, este último caiu apenas na última parte do período examinado. As perdas sofridas em todo o período pela Europa e América se destacam, em grande parte compensadas pela dinâmica animada expressa por África e Ásia para os sacerdotes diocesanos.

Os religiosos professos, apesar da contração observada globalmente e ao nível de algumas realidades continentais, continuam sendo uma realidade não desprezível: o grupo de freiras representa 59% a mais que a população sacerdotal. Embora, então, o papel que desempenham na prestação de serviços pastorais historicamente reduziu total - como indicado pelas estatísticas da consistência das paróquias retas por religiosos - a sua acção na vida das comunidades religiosas ainda permanece para ajudar, mesmo quando não substitua a dos sacerdotes.

Candidatos ao sacerdócio globalmente mostram uma tendência ao decrescimento, o número de seminaristas maiores diminuindo em 1,8% entre 2010 e 2016. Neste caso, no entanto, algumas razões para preocupação vêm da Europa e do país. Continente americano, onde a diminuição parece muito evidente. Por outro lado, a África e a Ásia mostram grande vitalidade.


Clero arquidiocesano realiza manhã de espiritualidade em Pouso Alegre

Pe. Gilvair Messias

Para celebrar a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus e a Jornada de Oração pela Santificação do Clero, os padres e diáconos da Arquidiocese de Pouso Alegre realizaram na manhã desta sexta-feira, 8 de junho, uma manhã de oração e espiritualidade. O encontro ocorreu no Carmelo da Sagrada Família, em Pouso Alegre, entre 09h e 12h30.

Após a acolhida, duas irmãs carmelitas partilharam um pouco da vida carmelita e também da convivência com a Serva de Deus e fundadora, a Mãezinha do Carmelo.

Na sequência, o padre Gilvair Messias, da diocese de Guaxupé, refletiu sobre o tema "Presbítero, Eucaristia e Esperança".

"Que lugar há mais esperança do que na Eucaristia? E as pessoas também olham para nós, padres, com olhar de esperança. O presbítero é o homem da Eucaristia e da esperança. Transmite essa esperança mesmo quando não tem consciência, como o vaso de barro que carrega um tesouro", afirmou.

Mas padre Gilvair apontou uma grande dificuldade ou um grande perigo dos dias atuais, que é a rotina da fé.
"Temos um problema: uma fé que não se deixa tocar, pão amanhecido. Eucaristia é sempre o 'novo', transforma. Nosso risco é viver uma fé que regulariza, mas não santifica. Como fazer pão novo se a mão da comunidade está seca? É o perigo do ateísmo do próprio homem", refletiu.

Mas vivendo um tempo de medo e de incertezas, o cristianismo surge como esperança, principalmente porque vive um encontro de reconciliados, ou seja, como possibilidade de perdão.

"Sem esperança o cristianismo não teria vindo até aqui. Somos uma comunidade de reconciliados. Porquê cremos no perdão, o mundo pode esperar salvação, ou seja, temos responsabilidade nesse mundo. Precisamo irradiar esperança com alegria", finalizou.

A manhã de espiritualidade terminou com a adoração e bênção ao Santíssimo Sacramento, momento conduzido pelo Arcebispo Metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R.


Mensagem dos bispos do Leste 2 sobre as eleições 2018

Os arcebispos e bispos do Regional Leste 2 (Minas Gerais e Espírito Santo),da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, reunidos em Assembleia, em Caeté (MG), divulgaram nessa quarta-feira, 06 de junho, uma mensagem sobre as eleições 2018. Leia a íntegra:

MENSAGEM DOS BISPOS DO REGIONAL LESTE 2 DA CNBB SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2018

“Não sejamos cães mudos, não sejamos sentinelas caladas, não sejamos mercenários que fogem dos lobos, mas pastores solícitos, vigilantes sobre o rebanho de Cristo. Enquanto Deus nos der forças, preguemos toda a doutrina do Senhor ao grande e ao pequeno, ao rico e ao pobre, e a todas as classes e idades, oportuna e inoportunamente”. (São Bonifácio, Bispo e Mártir)

Nós, os Bispos das (Arqui)dioceses de Minas Gerais e do Espírito Santo, reunidos na Assembleia do Conselho Regional de Pastoral, junto ao Santuário Basílica de Nossa Senhora da Piedade, na Serra da Piedade, agradecemos a Deus e alegramo-nos com a presença fecunda, criativa e missionária dos presbíteros, diáconos, religiosos e religiosas, cristãos leigos e leigas em nossas comunidades, rezamos pela nossa amada Pátria e olhamos com esperança este momento eleitoral que estamos para viver.

Apesar dos muitos elementos negativos no cenário político nacional, como a corrupção, as oligarquias políticas, o carreirismo político, a abundância de partidos e a falta de identidade partidária, vemos com grande esperança e valor o poder de decisão que está nas mãos do povo, pela via democrática do voto. É preciso votar! Campanhas em contrário podem gerar resultados inesperados, pois o voto em branco, o voto nulo e as abstenções não invalidam eleições. É preciso saber disto e fazer valer a responsabilidade social pela escolha dos futuros servidores da Pátria: Presidente da Republica, Governadores, Senadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais. Os eleitos interferirão de maneira decisiva na construção da nossa Nação nos próximos anos.

Diante desta realidade, com esperança, propomos que cada cidadão e cidadã faça um discernimento sério, superando o desinteresse pela política, desenvolvendo, assim, uma sensibilidade social capaz de vencer a apatia e a indiferença que levam a qualquer escolha. Pois, quando assumimos um compromisso social amplo, rompemos com os interesses corporativos, seletivos e excludentes.

Neste encontro, nos comprometemos em contribuir na formação da consciência política, do valor do voto, da importância da participação de cristãos leigos e leigas maduros e preparados no processo eleitoral e do acompanhamento de seus mandatos. A fim de que isto aconteça, produziremos conteúdos formativos, a partir da Doutrina Social da Igreja, para as mídias, a saber, TV, rádio, impressos, redes sociais, para ajudar a compreender e a interferir neste momento tão oportuno e importante de exercício da democracia.

Não queremos e não vamos nos sobrepor às consciências, indicando em quem votar, mas nos comprometemos em oferecer elementos e subsídios para o necessário discernimento neste contexto eleitoral. O Evangelho, fonte inspiradora da Doutrina Social da Igreja, é o critério a partir do qual queremos pensar a política e os políticos. Nossa fé nos faz olhar para Jesus Cristo, o Verbo Encarnado de Deus, que assumiu, na sua carne, tudo o que é verdadeiramente humano; olhar para o Evangelho, nossa Verdade; e olhar para o Reino, que desejamos “venha a nós”. Daí pensaremos o Brasil e queremos construí-lo a partir do Projeto de Deus.

Nosso tempo é difícil, complexo, fragmentado; por isso, não podemos tratar esta bela via da grande caridade, que é a política, com descaso e desinteresse. Quando não nos preocupamos com a política, alguém saberá usar dela em benefício próprio ou em favor de grupos que excluem os mais pobres, fazendo crescer a corrupção e a exclusão social.

Não podemos ficar apáticos! Não podemos vender nosso voto! Não podemos deixar de votar! Não podemos tomar atitudes que favorecerão à ”velha” política! Não podemos ceder a quem queira enfraquecer e violar o regime democrático!
Convidamos a todos a olhar este momento com esperança e otimismo. É hora de escolher quem vai dirigir o Brasil e nossos Estados, quem vai nos representar nas instâncias mais altas da democracia, quem vai produzir nossas leis e fiscalizar nossos governantes.

Que a Virgem da Piedade e da Penha nos ensine a pensar nosso País como uma casa de irmãs e irmãos, comprometendo-nos com atitudes que nos levem a pensar, agir e votar, desejando vida plena e digna para todos.

Santuário Basílica da Piedade, Caeté, 05 de junho, memória do mártir São Bonifácio, de 2018.

Arcebispos e Bispos do Regional Leste 2 da CNBB.

Dom Paulo Mendes Peixoto

Presidente do Regional Leste 2 da CNBB

Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias

Vice-presidente do Regional Leste 2 da CNBB

Dom José Carlos de Souza Campos

Secretário do Regional Leste 2 da CNBB