Pouso Alegre sedia encontro provincial sobre missão
A Arquidiocese de Pouso Alegre vai sediar no próximo dia 16 de setembro a "1ª assembleia missionária da província eclesiástica". Participantes das dioceses de Campanha, Guaxupé e Pouso Alegre vão se reunir para refletir sobre o tema "enviados para testemunhar o Evangelho da paz".
Segundo o coordenador da Comissão Missão e um dos organizadores do encontro, essa será uma oportunidade de avaliação da caminhada missionária na província.
"Este encontro tem como objetivo rever as caminhadas missionárias das dioceses de Guaxupé, Campanha e Pouso Alegre. Assim, favorecer a comunhao nos trabalhos. Para tanto, teremos partilhas das experiências missionárias. Iremos contar com a presença de Dom José Lanza, bispo de Guaxupé, que irá assessorar o encontro. E, a partir deste encontro, trabalhar em comunhão em nossa província eclesial para estarmos de acordo com os propósitos do Regional e da CNBB", afirmou.
A assembleia vai ocorrer na Paróquia São João Batista, em Pouso Alegre, entre 08h e 16h. Inscrições pela Secretaria de Pastoral pelo telefone 3421-1248.
Inscrições para encontro de canto e música litúrgica estão abertas
A Subcomissão Arquidiocesana para a Música Litúrgica abriu nesta quinta-feira (23) as inscrições para o encontro de canto e música litúrgica da Arquidiocese de Pouso Alegre. O evento ocorre entre os dias 22 e 23 de setembro na Paróquia São Sebastião e São Roque, em Bom Repouso. A assessoria deste encontro ficará sob a responsabilidade do letrista André Zamur.
"O Encontro de Canto e Música Litúrgica tem por objetivo ser um momento forte, entre os músicos litúrgicos de nossa Arquidiocese, de formação, informação, aprendizado de um novo repertório e confraternização. Nesta edição do encontro, serão realizados ensaios de canto, mas também momentos de formação sobre liturgia e música, sobretudo visando garantir a comunhão entre as comunidades, de um modo geral, para que possam expressar a unidade da Igreja Arquidiocesana em suas celebrações. Para tanto, o encontro pretende mostrar quais as orientações oficiais da Igreja para a música litúrgica, sobretudo para que a música cumpra sua dupla função, de louvor ao Pai, por meio do Filho no Espírito Santo, e também verdadeiro instrumento de catequese e de introdução aos mistérios da fé", afirmou o responsávelo pela subcomissão, Adriano Geraldo.
Na primeira fase das inscrições, entre os dias 23 de agosto e 07 de setembro, são três participantes por paróquia. Caso haja mais participantes, estes poderão fazer inscrições entre os dias 08 e 15 de setembro, para vagas remascentes. O investimento é de R$ 130 por pessoa, não incluso o valor da hospedagem. Mas a equipe organizadora oferecerá hospedagem solidário na casa de moradores do município, sendo que os participantes devem levar roupa de cama, banho e travesseiro.
As inscrições podem ser feitas por email (encontrodecanto2018@gmail.com) ou pelos contatos: Adriano Geraldo (9.9892-6261), Eliete (9.9938-1046) ou Elisângela (9.9825-7225).
Opções de pousada
Pousada Auto da bela vista – telefone: (35) 9 9821-5457;
Pousada Nossa Senhora das Graças – telefone: (35) 9 9911-2938;
Pousada Zelão – telefone: (35) 3461-1297 ou (35) 3461-1298
Abusos na Igreja: a carta do Papa aos fiéis
"Um membro sofre? Todos os outros membros sofrem com ele" (1 Co 12, 26). O Papa Francisco se inspirou nas palavras do Apóstolo Paulo para divulgar esta segunda-feira (20/08) uma carta a todo o Povo de Deus a respeito de denúncias de abusos cometidos por parte de clérigos e pessoas consagradas.
Este crime, afirma o Pontífice, “gera profundas feridas de dor e impotência” nas vítimas, em suas famílias e na inteira comunidade de fiéis ou não.
Com informações Vatican.News -
“A dor das vítimas e das suas famílias é também a nossa dor, por isso é preciso reafirmar mais uma vez o nosso compromisso em garantir a proteção de menores e de adultos em situações de vulnerabilidade”, escreveu o Papa Francisco.
Francisco cita de modo especial o relatório divulgado nos dias passados sobre os casos cometidos no Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
"Sentimos vergonha quando percebemos que o nosso estilo de vida contradisse e contradiz aquilo que proclamamos com a nossa voz”, escreve o Papa. Ele fala ainda de negligência, abandono e arrependimento e cita as palavras do então Cardeal Ratzinger quando, na Via-Sacra de 2005, denunciou a “sujeira” que há na Igreja.
Para o Pontífice, a dimensão e a gravidade dos acontecimentos obrigam a assumir esse fato de maneira global e comunitária.
Solidariedade
Não é suficiente tomar conhecimento do que aconteceu, mas como Povo de Deus, “somos desafiados a assumir a dor de nossos irmãos feridos na sua carne e no seu espírito. Se no passado a omissão pôde tornar-se uma forma de resposta, hoje queremos que seja a solidariedade”.
O Papa explica o que entende por solidariedade: proteger e resgatar as vítimas da sua dor; denunciar tudo o que possa comprometer a integridade de qualquer pessoa; lutar contra todas as formas de corrupção, especialmente a espiritual.
“O chamado de Paulo para sofrer com quem sofre é o melhor antídoto contra qualquer tentativa de continuar reproduzindo entre nós as palavras de Caim: «Sou, porventura, o guardião do meu irmão?» (Gn 4, 9).”
Francisco reconhece “o esforço e o trabalho que são feitos em diferentes partes do mundo para garantir e gerar as mediações necessárias que proporcionem segurança e protejam a integridade de crianças e de adultos em situação de vulnerabilidade, bem como a implementação da ‘tolerância zero’ e de modos de prestar contas por parte de todos aqueles que realizem ou acobertem esses crimes”.
O Papa reconhece ainda o atraso em aplicar essas medidas e sanções tão necessárias, mas está confiante de que elas ajudarão a garantir uma maior cultura do cuidado no presente e no futuro.
Leia a carta na íntegra
CARTA DO PAPA FRANCISCO
AO POVO DE DEUS
«Um membro sofre? Todos os outros membros sofrem com ele» (1 Co 12, 26). Estas palavras de São Paulo ressoam com força no meu coração ao constatar mais uma vez o sofrimento vivido por muitos menores por causa de abusos sexuais, de poder e de consciência cometidos por um número notável de clérigos e pessoas consagradas. Um crime que gera profundas feridas de dor e impotência, em primeiro lugar nas vítimas, mas também em suas famílias e na inteira comunidade, tanto entre os crentes como entre os não-crentes. Olhando para o passado, nunca será suficiente o que se faça para pedir perdão e procurar reparar o dano causado.
Olhando para o futuro, nunca será pouco tudo o que for feito para gerar uma cultura capaz de evitar que essas situações não só não aconteçam, mas que não encontrem espaços para serem ocultadas e perpetuadas. A dor das vítimas e das suas famílias é também a nossa dor, por isso é preciso reafirmar mais uma vez o nosso compromisso em garantir a protecção de menores e de adultos em situações de vulnerabilidade.
1. Um membro sofre?
Nestes últimos dias, um relatório foi divulgado detalhando aquilo que vivenciaram pelo menos 1.000 sobreviventes, vítimas de abuso sexual, de poder e de consciência, nas mãos de sacerdotes por aproximadamente setenta anos. Embora seja possível dizer que a maioria dos casos corresponde ao passado, contudo, ao longo do tempo, conhecemos a dor de muitas das vítimas e constamos que as feridas nunca desaparecem e nos obrigam a condenar veementemente essas atrocidades, bem como unir esforços para erradicar essa cultura da morte; as feridas “nunca prescrevem”. A dor dessas vítimas é um gemido que clama ao céu, que alcança a alma e que, por muito tempo, foi ignorado, emudecido ou silenciado. Mas seu grito foi mais forte do que todas as medidas que tentaram silenciá-lo ou, inclusive, que procuraram resolvê-lo com decisões que aumentaram a gravidade caindo na cumplicidade. Clamor que o Senhor ouviu, demonstrando, mais uma vez, de que lado Ele quer estar. O cântico de Maria não se equivoca e continua a se sussurrar ao longo da história, porque o Senhor se lembra da promessa que fez a nossos pais: «dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias» (Lc 1, 51-53), e sentimos vergonha quando percebemos que o nosso estilo de vida contradisse e contradiz aquilo que proclamamos com a nossa voz.
Com vergonha e arrependimento, como comunidade eclesial, assumimos que não soubemos estar onde deveríamos estar, que não agimos a tempo para reconhecer a dimensão e a gravidade do dano que estava sendo causado em tantas vidas. Nós negligenciamos e abandonamos os pequenos. Faço minhas as palavras do então Cardeal Ratzinger quando, na Via Sacra escrita para a Sexta-feira Santa de 2005, uniu-se ao grito de dor de tantas vítimas, afirmando com força: «Quanta sujeira há na Igreja, e precisamente entre aqueles que, no sacerdócio, deveriam pertencer completamente a Ele! Quanta soberba, quanta autossuficiência!...
A traição dos discípulos, a recepção indigna do seu Corpo e do seu Sangue é certamente o maior sofrimento do Redentor, o que Lhe trespassa o coração. Nada mais podemos fazer que dirigir-Lhe, do mais fundo da alma, este grito: Kyrie, eleison – Senhor, salvai-nos (cf. Mt 8, 25)» (Nona Estação).
2. Todos os outros membros sofrem com ele.
A dimensão e a gravidade dos acontecimentos obrigam a assumir esse facto de maneira global e comunitária. Embora seja importante e necessário em qualquer caminho de conversão tomar conhecimento do que aconteceu, isso, em si, não basta. Hoje, como Povo de Deus, somos desafiados a assumir a dor de nossos irmãos feridos na sua carne e no seu espírito. Se no passado a omissão pôde tornar-se uma forma de resposta, hoje queremos que seja a olidariedade, entendida no seu sentido mais profundo e desafiador, a tornar-se o nosso modo de fazer a história do presente e do futuro, num âmbito onde os conflitos, tensões e, especialmente, as vítimas de todo o tipo de abuso possam encontrar uma mão estendida que as proteja e resgate da sua dor (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 228). Essa solidariedade exige que, por nossa vez, denunciemos tudo o que possa comprometer a integridade de qualquer pessoa. Uma solidariedade que exige a luta contra todas as formas de corrupção, especialmente a espiritual «porque trata-se duma cegueira cómoda e autossuficiente, em que tudo acaba por parecer lícito: o engano, a calúnia, o egoísmo e muitas formas subtis de autorreferencialidade, já que “também Satanás se disfarça em anjo de luz” (2 Cor 11, 14)» (Exort. ap. Gaudete et exultate, 165).
O chamado de Paulo para sofrer com quem sofre é o melhor antídoto contra qualquer tentativa de continuar reproduzindo entre nós as palavras de Caim: «Sou, porventura, o guardião do meu irmão?» (Gn 4, 9). Reconheço o esforço e o trabalho que são feitos em diferentes partes do mundo para garantir e gerar as mediações necessárias que proporcionem segurança e protejam à integridade de crianças e de adultos em situação de vulnerabilidade, bem como a implementação da “tolerância zero” e de modos de prestar contas por parte de todos aqueles que realizem ou acobertem esses crimes. Tardamos em aplicar essas medidas e sanções tão necessárias, mas confio que elas ajudarão a garantir uma maior cultura do cuidado no presente e no futuro.
Juntamente com esses esforços, é necessário que cada batizado se sinta envolvido na transformação eclesial e social de que tanto necessitamos. Tal transformação exige conversão pessoal e comunitária, e nos leva dirigir os olhos na mesma direção do olhar do Senhor. São João Paulo II assim o dizia: «se verdadeiramente partimos da contemplação de Cristo, devemos saber vê-Lo sobretudo no rosto daqueles com quem Ele mesmo Se quis identificar» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 49). Aprender a olhar para onde o Senhor olha, estar onde o Senhor quer que estejamos, converter o coração na Sua presença. Para isso nos ajudarão a oração e a penitência. Convido todo o Povo Santo fiel de Deus ao exercício penitencial da oração e do jejum, seguindo o mandato do Senhor[1], que desperte a nossa consciência, a nossa solidariedade e o compromisso com uma cultura do cuidado e o “nunca mais” a qualquer tipo e forma de abuso.
É impossível imaginar uma conversão do agir eclesial sem a participação activa de todos os membros do Povo de Deus. Além disso, toda vez que tentamos suplantar, silenciar, ignorar, reduzir em pequenas elites o povo de Deus, construímos comunidades, planos, ênfases teológicas, espiritualidades e estruturas sem raízes, sem memória, sem rostos, sem corpos, enfim, sem vidas[2]. Isto se manifesta claramente num modo anômalo de entender a autoridade na Igreja - tão comum em muitas comunidades onde ocorreram as condutas de abuso sexual, de poder e de consciência - como é o clericalismo, aquela «atitude que não só anula a personalidade dos cristãos, mas tende também a diminuir e a subestimar a graça batismal que o Espírito Santo pôs no coração do nosso povo»[3]. O clericalismo, favorecido tanto pelos próprios sacerdotes como pelos leigos, gera uma ruptura no corpo eclesial que beneficia e ajuda a perpetuar muitos dos males que denunciamos hoje. Dizer não ao abuso, é dizer energicamente não a qualquer forma de clericalismo.
É sempre bom lembrar que o Senhor, «na história da salvação, salvou um povo. Não há identidade plena, sem pertença a um povo. Por isso, ninguém se salva sozinho, como indivíduo isolado, mas Deus atrai-nos tendo em conta a complexa rede de relações interpessoais que se estabelecem na comunidade humana: Deus quis entrar numa dinâmica popular, na dinâmica dum povo» (Exort. ap. Gaudete et exultate, 6). Portanto, a única maneira de respondermos a esse mal que prejudicou tantas vidas é vivê-lo como uma tarefa que nos envolve e corresponde a todos como Povo de Deus. Essa consciência de nos sentirmos parte de um povo e de uma história comum nos permitirá reconhecer nossos pecados e erros do passado com uma abertura penitencial capaz de se deixar renovar a partir de dentro. Tudo o que for feito para erradicar a cultura do abuso em nossas comunidades, sem a participação activa de todos os membros da Igreja, não será capaz de gerar as dinâmicas necessárias para uma transformação saudável e realista. A dimensão penitencial do jejum e da oração ajudar-nos-á, como Povo de Deus, a nos colocar diante do Senhor e de nossos irmãos feridos, como pecadores que imploram o perdão e a graça da vergonha e da conversão e, assim, podermos elaborar acções que criem dinâmicas em sintonia com o Evangelho. Porque «sempre que procuramos voltar à fonte e recuperar o frescor original do Evangelho, despontam novas estradas, métodos criativos, outras formas de expressão, sinais mais eloquentes, palavras cheias de renovado significado para o mundo actual» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 11).
É imperativo que nós, como Igreja, possamos reconhecer e condenar, com dor e vergonha, as atrocidades cometidas por pessoas consagradas, clérigos, e inclusive por todos aqueles que tinham a missão de assistir e cuidar dos mais vulneráveis. Peçamos perdão pelos pecados, nossos e dos outros. A consciência do pecado nos ajuda a reconhecer os erros, delitos e feridas geradas no passado e permite nos abrir e nos comprometer mais com o presente num caminho de conversão renovada.
Da mesma forma, a penitência e a oração nos ajudarão a sensibilizar os nossos olhos e os nossos corações para o sofrimento alheio e a superar o afã de domínio e controle que muitas vezes se torna a raiz desses males. Que o jejum e a oração despertem os nossos ouvidos para a dor silenciada em crianças, jovens e pessoas com necessidades especiais. Jejum que nos dá fome e sede de justiça e nos encoraja a caminhar na verdade, dando apoio a todas as medidas judiciais que sejam necessárias. Um jejum que nos sacuda e nos leve ao compromisso com a verdade e na caridade com todos os homens de boa vontade e com a sociedade em geral, para lutar contra qualquer tipo de abuso de poder, sexual e de consciência.
Desta forma, poderemos tornar transparente a vocação para a qual fomos chamados a ser «um sinal e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano» (Conc. Ecum. Vat. II, Lumen gentium, 1). «Um membro sofre? Todos os outros membros sofrem com ele», disse-nos São Paulo. Através da atitude de oração e penitência, poderemos entrar em sintonia pessoal e comunitária com essa exortação, para que cresça em nós o dom da compaixão, justiça, prevenção e reparação. Maria soube estar ao pé da cruz de seu Filho. Não o fez de uma maneira qualquer, mas permaneceu firme de pé e ao seu lado. Com essa postura, Ela manifesta o seu modo de estar na vida. Quando experimentamos a desolação que nos produz essas chagas eclesiais, com Maria nos fará bem «insistir mais na oração» (cf. S. Inácio de Loiola, Exercícios Espirituais, 319), procurando crescer mais no amor e na fidelidade à Igreja. Ela, a primeira discípula, nos ensina a todos os discípulos como somos convidados a enfrentar o sofrimento do inocente, sem evasões ou pusilanimidade. Olhar para Maria é aprender a descobrir onde e como o discípulo de Cristo deve estar.
Que o Espírito Santo nos dê a graça da conversão e da unção interior para poder expressar, diante desses crimes de abuso, a nossa compunção e a nossa decisão de lutar com coragem.
Francisco
Cidade do Vaticano, 20 de Agosto de 2018.
[1] «Esta espécie de demónios não se expulsa senão à força de oração e de jejum» Mt 17, 21.
[2] Cf. Carta do Santo Padre Francisco ao Povo de Deus que peregrina no Chile, 31 de Maio de 2018.
[3] Carta do Papa Francisco ao Cardeal Marc Ouellet, Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina, 19 de Março de 2018.
Comissão a Serviço da Vida Plena para Todos realiza encontro das Pastorais Sociais

No último domingo (19), a Comissão a Serviço da Vida Plena para Todos da Arquidiocese de Pouso Alegre, promoveu o Encontro Arquidiocesano das Pastorais Sociais, do qual participaram cerca de 50 pessoas de várias paróquias, pastorais e movimentos. O arcebispo metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R., abriu o encontro falando do tema da Campanha da Fraternidade deste ano e salientando o papel das instituições públicas, sociais e da Igreja na superação da violência. Nesta parte também estiveram presentes integrantes da Polícia Militar e de organizações da sociedade civil.
Na segunda parte do encontro, o professor Giovanni Marques conduziu a reflexão sobre as bem-aventuranças e a ação social dos cristãos e cristãs a partir da Exortação Apostólica do Papa Francisco, Gaudete et exsultate (Alegrai-vos e exultai), sobre a santidade no mundo e hoje. Após o almoço, as integrantes da Comissão e da equipe Pró-Cáritas, Lídia Gonçalves e Angelita Cruz, refletiram sobre o Dia do Pobre, a ser celebrado em novembro, e convidaram os participantes a apresentarem sugestões para a celebração. Os participantes ainda puderam acompanhar os trabalhos feitos pela equipe Pró-Cáritas, para a implantação da Cáritas Diocesana.
A Comissão também leu o Manifesto assinado por pastorais sociais e organismos da CNBB sobre o atual momento brasileiro. O encontro foi encerrado com a oração mariana, fazendo memória da celebração litúrgica da ascensão de Maria neste terceiro domingo de agosto. Padre Thiago Raymundo, integrante da Comissão e responsável pela coordenação da equipe de implantação da Cáritas, conduziu esse momento.
CNBB promoverá debate com os candidatos à Presidência da República
Concluída a fase das convenções partidárias e do registro das candidaturas no último dia 15 de agosto, os candidatos, em todos os níveis, já estão autorizados pela Justiça Eleitoral a fazer propaganda, como comícios, carreatas, distribuição de material gráfico e propaganda na internet (desde que não paga). A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão terá início em 31 de agosto e término no dia 4 de outubro, período reduzido de 45 para 35 dias.

Cardeal Sérgio da Rocha// Imagem: CNBB
Neste cenário de disputa dos votos e da consciência do eleitorado brasileiro, o arcebispo de Brasília (DF) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, acredita ser indispensável estar atento às propostas de cada candidato ou candidata e ao programa do seu partido. “É preciso saber como os candidatos pretendem responder concretamente aos problemas sofridos pela população, pois não bastam promessas ou discursos genéricos. É preciso considerar a atuação política passada de cada um”, disse.
Em função disto, a CNBB confirmou para o dia 20 de setembro, às 21h30, o “Debate Aparecida”, que reunirá candidatos à Presidência da República para as eleições de 2018. O projeto, organizado e gerado pela TV Aparecida, acontece no Santuário Nacional, na arena do Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida.
Para o presidente da CNBB, os debates podem colaborar bastante para um conhecimento crítico dos candidatos, ouvindo o que eles mesmos têm a dizer. “O debate é um instrumento a ser valorizado, apesar das suas limitações. Neles, pode-se conhecer melhor não apenas as propostas dos candidatos, mas as suas posturas e opiniões sobre diversos assuntos. Na medida em que contribuem para o exercício responsável do voto, os debates ajudam muito a construir uma sociedade democrática”, disse.
O cardeal, contudo, aponta qual o tom quer ver no debate promovido pela CNBB: “Não queremos ver a polêmica ofensiva, pois já estamos fartos de tanta agressividade. As ações políticas e propostas devem marcar os debates e não os ataques pessoais entre candidatos. O diálogo e o respeito ao outro que pensa diferente são muito necessários, neste período eleitoral, da parte dos candidatos e também dos eleitores’, disse.
Foco no Legislativo

Para o presidente da CNBB, é importante conhecer não apenas os candidatos aos cargos do poder Executivo, como presidente e governadores, mas também os candidatos ao Legislativo. “A atuação deles nas câmaras legislativas tem um papel fundamental na elaboração das leis, aprovação das políticas públicas e na superação dos problemas sociais”, avaliou.
Dom Sergio reforça que, neste período eleitoral, é preciso redobrar a prudência em relação às notícias ou comentários sobre candidatos, principalmente nas redes sociais. “O papel das redes sociais tende a crescer nestas eleições. É cada vez maior o risco de informações falsas ou de notícias distorcidas para prejudicar ou favorecer candidatos. E se a informação recebida for condicionar o voto, torna-se ainda mais necessário verificar o que se diz. Em qualquer situação, é preciso verificar as fontes e não compartilhar informações duvidosas”, disse.
Segundo o cardeal, ao invés da indiferença ou da rejeição frente às urnas, a atitude do cristão deve ser de participação responsável na vida política através do voto. “Apesar de tantos problemas, a política desempenha um papel fundamental na democracia”, disse. Para ele, as eleições representam uma oportunidade especial de definir os rumos da política. “O eleitor deve ser o primeiro a valorizar o seu papel e o seu voto”, alerta.
O debate de Aparecida
A Rede Aparecida de Comunicação (Rádio e TV e Portal A12.com) fará transmissão simultânea pelas emissoras de rádio e televisão católicas, além de portais de internet. É a segunda vez que a emissora católica, a pedido da CNBB, organiza e transmite um debate de presidenciáveis. A primeira ocorreu no pleito eleitoral de 2014, quando os políticos tiveram a possibilidade de apresentarem suas ideias aos eleitores.
O debate eleitoral será mediado por um jornalista e tem previsão de duração de 2 horas. Algumas perguntas apresentadas aos políticos serão sorteadas, outras feitas por bispos da CNBB e jornalistas previamente inscritos. Também estão previstas perguntas entre os próprios candidatos. Réplicas e tréplicas serão permitidas em alguns momentos. O debate da TV Aparecida terá cinco blocos.
Nota de falecimento do padre Henrique Neveston, de Guaxupé

A Arquidiocese de Pouso Alegre se solidariza com a Diocese de Guaxupé pelo falecimento de um dos seus padres, padre Henrique Neveston. Ele faleceu nesta quinta-feira (16), vítima de um infarto. Atualmente, ele era o coordenador diocesano de pastoral.
O velório
O velório do Padre Henrique Neveston da Silva, Coordenador Diocesano de Pastoral da Diocese de Guaxupé, começa hoje às 23H na Igreja da Guardinha (distrito de São Sebastião do Paraíso) até 06h da manhã.
Depois o corpo irá para Cabo Verde. Chega por volta das 8h na matriz da cidade.
MISSA DE CORPO PRESENTE ÀS 15h, PRESIDIDA PELO BISPO DIOCESANO DOM JOSÉ LANZA NETO e padres da Diocese.
Sepultamento em Cabo Verde as 17h desta sexta-feira, 17 de agosto.
Ontem, ao encerrar a novena de Nossa Senhora da Assunção Padre Henrique estava muito feliz, conforme testemunhou o povo de Cabo Verde.
Rezemos!!!
Pastoral da Sobriedade promove formação e capacitação para os agentes
Durante reunião do Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) no último sábado (11), a Pastoral da Sobriedade se colocou à disposição para que outras paróquias também implantem essa pastoral. Para a formação e capacitação dos agentes, tanto aqueles que já atuam como para os que desejam contribuir com a pastoral, um encontro de formação está previsto para os dias 7, 8 e 9 de setembro na Comunidade Sol de Deus em Itajubá. Inscrições e informações com o coordenador arquidiocesano, Pedro Delli Caetano, pelo telefone (35).9.8886-0688.
Segundo Pedro Delli, o objetivo é prevenir e recuperar as pessoas da dependência química e outros vícios e pecados a partir da vivência dos 12 passos, que são: admitir; confiar; entregar; arrepender-se; confessar; renascer; reparar; professar a fé; orar e vigiar; servir; celebrar; e festejar.
"A vivência do Programa de Vida Nova leva à conversão e redescoberta de si mesmo, de sua auto-estima e da fé. De modo especial, leva a pessoa a fazer uma experiência individual com Jesus Cristo Libertador. Evangeliza, transforma e engaja no serviço e ministério da Igreja", explicou.
Dentro da Arquidiocese de Pouso Alegre, as reuniões já ocorrem nas seguintes paróquias: Nossa Senhora do Patrocínio (Caldas), Nossa Senhora do Carmo (Cambuí), Nossa Senhora da Conceição (Conceição dos Ouros), Nossa Senhora de Lourdes (Maria da Fé), Nossa Senhora das Graças (Itajubá), Nossa Senhora da Soledade (Itajubá), Sagrada Família (Itajubá), São José Operário (Itajbuá), Santa Isabel (Piranguinho) e Nossa Senhora de Fátima (Santa Rita do Sapucaí).
A Pastoral da Sobriedade é uma ação concreta da Igraja que evangeliza pela busca da sobriedade como um modo de vida. Nasceu em 1998, na 36ª Assembleia dos Bispos do Brasil para responder ao problema social e de saúde pública do uso de drogas. Ela vai além da dependência química, pois, pela terapia do amor, trata todo tipo de dependência. Propõe mudança de vida, resgata e insere os excluídos, enfrenta de maneira real o problema da exclusão social, da miséria e da violência, ou seja, valoriza a pessoa humana.
Para implantar essa pastoral na sua paróquia, entre em contato pelo telefone (35).9.8886-0688 e fale com coordenador arquidiocesano Pedro Caetano.
Dimensões da ação
1) Prevenção (para quem não experimentou drogas);
2) Intervenção (para quem experimenta drogas esporadicamente);
3) Recuperação (do dependente);
4) Reinserção familiar (do dependente em sobriedade);
5) Atuação política (criar rede, diálogo e articulação);
A identidade dos grupos
- É a consolidação do desenvolvimento do trabalho da Pastoral da Sobriedade em comunhão na Igreja;
- É a resposta em cada uma das paróquias para o tratamento de todas as dependências;
- Recupera todos os que perseveram nas reuniões. "O milagre se dá na perseverança".
Encontro Mundial das Famílias traz diversas catequeses sobre o tema
Entre os dias 21 e 26 de agosto, a Igreja volta seu coração para o IX Encontro Mundial das Famílias que ocorre em Dublim, na Irlanda. O tema que norteará todas as reflexões foi escolhido pelo Papa Francisco: “O Evangelho da Família: alegria para o mundo”, com base na Exortação Apostólica pós-sinodal “Amoris Laetitia”. O encontro é coordenado pelo novo Dicastério pera os Leigos, a Família e a Vida, presidido pelo Cardeal K. Farrell.
Link IX Encontro Mundial das Familias
Link Dicasterio para os Leigos, a Familia e a Vida
O Dicastério oferece em seu site um itinerário catequético à luz do que o Papa Francisco doou ao mundo inteiro com a Exortação Apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia. Tal percurso, composto por sete catequeses, é acompanhada pelo ícone evangélico de Lucas (2, 41-52), que narra a perda de Jesus aos 12 anos e o seu encontro no Templo. Em um entrelaçamento do texto de Amoris laetitia e a história única da Sagrada Família de Nazaré pretende mostrar quão oportuna e profética é a proclamação do Evangelho da família.
"As questões propostas não pretendem ser reduzidas apenas a um momento de reflexão, mas, acima de tudo, querem estimular a família e a Igreja a se moverem para fazer escolhas pastorais verdadeiras à luz das diretrizes do Papa Francisco. Realmente agradecemos neste particular, as sugestões das perguntas enviadas pela organização da Irlanda que há muito tempo ofereceram à Igreja do país o programa catequético Let’s talk about Family. Propomos também a escolha de algumas obras de arte e de música de acordo com o texto da Exortação Amoris Laetitia o que torna as palavras do próprio texto mais bonitas através da arte. Coloquemos essas catequeses nas mãos das famílias, paróquias, igrejas locais, bispos, sacerdotes, diáconos, consagrados, das associações e movimentos familiares, para que “o Evangelho da Família seja a alegria do mundo”, Assim como o tema da Jornada Mundial das Famílias deseja anunciar a todos nós. Confiamos tal caminho de preparação a custódia da Sagrada Família de Nazaré", escreveu na apresentação o Prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, Cardeal Kevin Farrell.
Histórico do Encontro Mundial das Famílias
O ano de 1994 foi declarado pelas Nações Unidas o “Ano Internacional da Família”. Também na Igreja o Papa João Paulo II quis que se celebrasse simultaneamente um Ano da Família. Assim ocorreu o primeiro Encontro Mundial das Famílias, realizado em Roma, nos dias 8 e 9 de outubro de 1994, promovido, como todos os sucessivos, pelo Pontifício Conselho para a Família.
Desde então, a cada três anos, em diferentes lugares do mundo, houve um Encontro Mundial das Famílias introduzido por um Congresso Teológico Pastoral Internacional. A conclusão normalmente conta com a presença do Papa, com uma vigília/festa das famílias e uma grande celebração eucarística final.
1. S. João Paulo II – I Encontro Mundial: 1994 (8-9 outubro) Roma (Itália). No contexto do Ano da Família “Família: coração da civilização do amor”
2. S. João Paulo II – II Encontro Mundial: 1997 (4-5 outubro) Rio de Janeiro (Brasil). “A família: dom e compromisso, esperança da humanidade”
3. S. João Paulo II – III Encontro Mundial: 2000 (14-15 outubro) Roma (Itália). No contexto do Grande Jubileu de 2000 “Os filhos, primavera da família e da sociedade”
4. S. João Paulo II – IV Encontro Mundial: 2003 (25-26 janeiro) Manila (Filipinas). “A Família cristã: uma boa nova para o terceiro milênio” *** S. João Paulo II (ao vivo pela TV)
5. Bento XVI – V Encontro Mundial: 2006 (8-9 julho) Valença (Espanha). “Transmissão da fé na família”
6. Bento XVI – VI Encontro Mundial: 2009 (17-18 janeiro) Cidade do México (México). “A família, formadora dos valores humanos e cristãos” *** Bento XVI (ao vivo pela TV)
7. Bento XVI – VII Encontro Mundial: 2012 (2-3 junho) Milão (Itália) “A família – Trabalho e Festa”
8. Papa Francisco – VIII Encontro Mundial: 2015 (26-27 setembro) Filadélfia (USA) “O amor é a nossa missão, a família plenamente viva”
Faça o download das catequeses
PRIMEIRA CATEQUESE: Filho, por que agiste assim conosco? Olha, teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura. As Famílias de hoje
SEGUNDA CATEQUESE: Todos os anos, os seus pais iam a Jerusalém para a festa da Páscoa. As Famílias à luz da Palavra de Deus
TERCEIRA CATEQUESE: Não sabíeis que eu devo ocupar-me das coisas que é de meu Pai? O Grande Sonho de Deus
QUARTA CATEQUESE: Todos aqueles que o ouviam o ficavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. O Grande Sonho para todos
QUINTA CATEQUESE: E Jesus crescia em sabedoria, tamanho e graça diante de Deus e dos homens. A cultura da vida
SEXTA CATEQUESE: Sua mãe guardava todas estas coisas no coração. A cultura da esperança
SÉTIMA CATEQUESE: Quando o viram, ficaram admirados. A cultura da alegria
Movimento "mães que oram pelos filhos" é apresentado ao CAP
O Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) acolheu na manhã deste sábado (11) o movimento "Mães que oram pelos filhos", que há dois anos vem se desenvolvendo pastoralmente no território arquidiocesano. O movimento tem como carisma a restauração das famílias pelo poder da oração de intercessão, sendo que a vivência desse carisma é tanto para as mães biológicas como as adotivas ou espirituais. A padroeira do movimento é Nossa Senhora de La Salete e copadroeira Santa Mônica.
Na Arquidiocese de Pouso Alegre já são 16 grupos que vem se reunindo periódicamente para oração e reflexão em algumas paróquias, sendo elas: Monte Sião (4), Senador Amaral (2), Santa Rita do Sapucaí (1), Bueno Brandão (1), Congonhal (1), Andradas (2), Ouro Fino (2), Marmelópolis (1), Cachoeira de Minas (1) e Munhoz (1).

Os encontros ocorrem nas igrejas ou em algum salão, sempre com autorização do padre, uma vez por semana, com duração entre 1h e 1h30, seguindo a estrutura:
- Oração do terço mariano e/ou terço pelos filhos;
- Escola de Nazaré: uma formação bíblica enviada pela coordenação nacional do movimento. A mãe, como orientadora de seus filhos, necessita de um crescimento apostólico para viver o Evangelho e assumir seu compromisso vocacional. Esta formação quer preparar a mãe para ser uma evangelizadora unida a Cristo na ação do Espírito Santo;
- Momento oracional: Palavra de Deus (Lectio Divina) e orações de intercessão;
- Oração final própria do movimento;
Origem do movimento
O primeiro grupo surgiu em Vitória (ES) com 20 mães que traziam um desejo de rezar pelos seus filhos. Mesmo sem ainda compreenderem a vocação espiritual de uma mãe, no interior de cada coração já existia uma sede de Deus. Grupo foi fundado em 2011 e passou a ser reconhecido pelo Arquidiocese de Vitória através de Dom Luiz Mancilha Vilela, tendo como fundadora Ângela Abdo e como orientador espiritual o padre Anderson Gomes. Conheça mais a história desse movimento.
Missa celebra a memória de Santa Edith Stein com estudantes de Pouso Alegre
Na manhã da última quinta-feira (9), na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre (MG), foi celebrada a missa pelos estudantes, na festa da memória de Santa Edith Stein (Santa Teresa Benedita da Cruz), uma das mais importantes pensadoras do século XX. A missa foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R., e coordenada pela equipe da Pastoral Arquidiocesana da Educação.
Estiveram presentes estudantes, acompanhados de professores e outros profissionais da educação, de mais de trinta escolas públicas e privadas do município de Pouso Alegre. Como gesto concreto, eles doaram alimentos para a Pastoral Social da Paróquia do Bom Jesus, apresentaram as camisetas escolares, como símbolo de sua atividade estudantil, e proclamaram a Palavra de Deus.

Muito atenta, a assembleia ouviu a homilia de Dom Majella que lembrou a vida de Santa Edith Stein, sua vocação para os estudos e para a vida religiosa, ressaltando sua conversão ao catolicismo na busca em responder perguntas existenciais fundamentais sobre a vida humana. Ligando essa busca ao evangelho do dia, Dom Majella ressaltou que Edith tinha uma pergunta e encontra a Verdade: Jesus. Voltou-se para os estudantes e pediu a eles que sempre tenham perguntas, pois é dessa forma que se pode crescer na vida. E acrescentou: “Quem é Jesus para você? Responder quem é Jesus é entender a cruz: marca do sofrimento, da dor, da injustiça, da opressão. Mas, essas são as marcas humanas. A marca de Deus é o amor”. Pediu que os jovens tenham os olhos fixos em Jesus que, na cruz, ensinou a perdoar. “Só entende quem é Jesus quem sabe perdoar, quem sabe amar”, completou.
No final da celebração, a equipe da Pastoral da Educação apresentou uma breve reflexão sobre o pensamento da Igreja Católica em relação ao processo educativo, salientando que, o que se espera, à luz dos valores cristãos, é que se formem pessoas integralmente, que contribuam para o bem comum, que sejam abertas ao diálogo e solidárias.
Na noite de quinta-feira, na igreja matriz da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, também em Pouso Alegre, foi celebrada outra missa com os estudantes, coordenada pela Pastoral da Educação e a Pastoral Universitária e presidida pelo Padre José Luiz Faria Júnior.










