Mensagem do Arcebispo ao Povo de Deus presente na Arquidiocese de Pouso Alegre

“O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros, assim como eu amei vocês.” (Jo 15, 12)

 

Irmãs e irmãos, que a paz do Senhor Jesus esteja convosco!

Em tempos tão difíceis para o Brasil, mas também para tantos outros povos e nações, queremos trazer uma palavra de ânimo e esperança, nesta Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, em sintonia com o povo de Deus, que vem sofrendo com a grave crise socioeconômica e política. Vivenciamos, nos últimos dias, com a paralização dos nossos irmãos e irmãs caminhoneiros, dificuldades de transportes, alta nos preços, mudanças na rotina das nossas cidades e comunidades cristãs, atividades canceladas e transtornos diversos. Manifestamos nossa solidariedade aos caminhoneiros que percorrem as estradas e rodovias de nossa Arquidiocese e de todo o Brasil. Entendemos as causas que levaram a isso e conclamamos a todos para que repensemos na forma como o dinheiro tem tomado conta de nossas vidas: a busca do lucro sem medida, que leva à exploração do trabalho, tanto por parte dos governos, como dos empresários.

No entanto, cremos no Senhor da vida, que a todos chama para viver em sua amizade e na fraternidade com os demais, para que, à luz da fé e da prática do Evangelho de Jesus Cristo, construamos o bem comum, essência maior de nossa vida em comunidade. Proclamamos que a o Corpo e o Sangue de Cristo produzem em nós a esperança verdadeira que se não se apaga diante das dificuldades, mas que nos anima, como povo, para enfrentarmos esses tempos difíceis.
Com o Papa Francisco declaramos que cremos em Deus que manifestou o seu amor imenso em Cristo morto e ressuscitado (EvangeliiGaudium, n.11). Esta verdade renova as nossas forças, sempre. Jesus, que faz novas todas as coisas (Ap 21,5), pode sempre renovar a nossa vida, a nossa comunidade e o nosso país. Numa sociedade que nega a vida, marcada por uma economia de exclusão, pela desigualdade social, pela crise das instituições e pelo individualismo, queremos, por meio do anúncio da Palavra de Deus, iluminar os novos modos de nos relacionarmos com Deus, com os outros e com o ambiente.

Uma fé autêntica – que nunca é cômoda nem individualista – comporta sempre um profundo desejo de mudar o mundo. Queremos deixar a terra um pouco melhor depois da nossa passagem por ela. Por isso, somos convocados, pela Palavra de Deus e pela Doutrina Social da Igreja a nos colocarmos em profética posição, trabalhando pela inclusão social dos pobres, ouvindo seus clamores e sendo solidários a eles, promovendo o bem comum e o direito de todos a uma vida digna, em plenitude, como quer Jesus (Jo 10,10), o que inclui garantir comida, educação, saúde, moradia e trabalho com salário justo.

Neste ano eleitoral, o Papa Francisco nos recorda: “Governar é servir cada um de nós, cada um dos irmãos que compõem o povo, sem esquecer ninguém” (Deus é Jovem, p. 54). E no ano do laicato, lembremos que Jesus faz de nós, homens e mulheres, jovens, crianças e idosos, sal da terra e luz do mundo (Mt 5, 13-14).

A evangelização implica também um caminho de diálogo como forma de encontro, na busca de consenso e de acordos, tendo como centro a preocupação por uma sociedade justa e sem exclusões. Só assim teremos a paz verdadeira. Não a paz que vem das armas, da força ou do silêncio imposto. Mas a que nasce da justiça e da misericórdia. É pela ternura e pelo amor que a nossa sociedade será transformada, e as raízes da paz e da solidariedade nos conduzirão à vida plena revelada na entrega do Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

Que vivamos, neste mundo, a ação misteriosa do Ressuscitado e do seu Espírito, contando com a presença materna de Maria, Mãe de Jesus, sempre solícita para que não falte o vinho na nossa vida, mulher orante e trabalhadora em Nazaré, mas também nossa Senhora da prontidão, a que sai “às pressas” (Lc 1,39) da sua povoação para ir ajudar os outros.

Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R.
Arcebispo Metropolitano de Pouso Alegre

Pouso Alegre, 31 de maio de 2018.

Solenidade do Ssmo. Corpo e Sangue de Cristo


Há 5 anos dom Majella era nomeado arcebispo da Arquidiocese de Pouso Alegre

Há exatos cinco anos, em 28 de maio de 2014, o Papa Francisco nomeava dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R. como quarto arcebispo da Arquidiocese de Pouso Alegre. Até então bispo de Jataí (GO), dom Majella tomou posse de sua nova Igreja Particular no dia 2 de agosto do mesmo ano.

Em seu primeiro comunicado à Arquidiocese de Pouso Alegre, dom Majella se disse animado diante desse novo desafio, mas "confiando na graça de Deus, coloco-me inteiramente à disposição de todos, para servir por amor (cf. Gl 5,13) na medida de minhas forças. Já os trago no meu coração de pastor".

Em sua saudação, o novo arcebispo cumprimentou dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho - Opraem., seu predecessor, que tinha se tornado emérito também no dia 28.

Leia a primeira mensagem de dom Majella à Arquidiocese de Pouso Alegre

Querido povo da Arquidiocese de Pouso Alegre

A vocês, graça e paz da parte de Deus Pai e de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A Providência de Deus me envia hoje para ser o novo Arcebispo de Pouso Alegre. Agradeço a confiança da Igreja que, através do Papa Francisco, me confia tão alta missão. Acolho o compromisso de caminhar à frente desta Igreja particular com humildade, alegria, fé, esperança e vontade de trabalhar, de andar junto com cada irmão e irmã. Sempre disposto a servir por amor (cf. Gl 5,13).

Saúdo a todos com emoção e alegria, invocando sobre a família arquidiocesana as bênçãos de Deus. Saúdo, de maneira especial, Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, OPraem, até a presente data Arcebispo de Pouso Alegre e que hoje passa ser nosso querido Arcebispo Emérito.

Saúdo, com respeito, as autoridades e todas as pessoas que têm responsabilidades públicas; abraço os padres e diáconos, religiosas e religiosos, os seminaristas, as lideranças do laicato e todo o querido povo das comunidades da Arquidiocese. Saúdo com carinho os doentes, os pobres e todos aqueles que carregam uma pesada cruz de sofrimentos; peço que Deus os conforte e assista.

A Diocese de Pouso Alegre foi criada em 1900 pelo Papa Leão XIII, desmembrada das então Dioceses de Mariana e São Paulo. Em 1962 o Papa João XXIII a elevou à Arquidiocese e Sede Metropolitana. Foi construída por gente idealista, trabalhadora e com espírito missionário. Grandes e santos pastores governaram esta nossa Arquidiocese.

Animado por tão insignes exemplos de dedicação e confiando na graça de Deus, coloco-me inteiramente à disposição de todos, para servir por amor (cf. Gl 5,13) na medida de minhas forças. Já os trago no meu coração de pastor.

Já se aproxima a celebração de Pentecostes. Festa consagrada pela vinda do Espírito Santo. A Igreja reunida então numa casa recebeu o Espírito Santo. Era pequena, mas estava presente nas línguas do mundo inteiro. Começou a missão de testemunhas e mensageiros do Evangelho. Às comunidades e as famílias reunidas que se preparam para celebrar a vinda do Espírito Santo, convido a exultarem de alegria festiva, conservando a caridade, amando a verdade e desejando a unidade. Ensina-nos o Papa Francisco que “a missão do Espírito Santo é a de “criar harmonia” e “obrar a paz” em todo contexto humano”. Cultivemos, pois, a unidade e a concórdia. Peçamos que o Espírito prepare o nosso coração e nos fortaleça interiormente, concedendo-nos a abundância da sua misericórdia.

Rezem por mim! Que o Divino Espírito Santo nos conceda proteção e fecundidade. Confiemos humildemente à intercessão da Santíssima Virgem Maria e de São Sebastião, padroeiro da nossa Arquidiocese, os nossos futuros passos rumo à unidade da Igreja e à construção do Reino. Deus os abençoe e guarde!

Dom José Luiz Majella Delgado C.Ss.R.

Arcebispo nomeado de Pouso Alegre – MG

Jataí, 28 de maio de 2014


O ambiente digital como Cultura do Encontro

O bispo referencial da Comissão para a Comunicação do Regional Leste 2, dom Gil Antônio Moreira, incentiva os agentes de Pascom a celebrarem o 53ª Dia Mundial das Comunicações Sociais. O DMCS será celebrado no dia 2 de junho, próximo domingo, quando se celebra a Ascensão do Senhor.

Como já acontece na Igreja Católica, desde o Concílio Vaticano II, a Igreja celebra o Dia Mundial das Comunicações Sociais. A cada comemoração um tema é direcionado às pessoas que trabalham com a comunicação na Igreja, tendo sempre pertinentes discussões e necessárias reflexões acerca da temática. (Baixe aqui o subsídio com a mensagem do papa, reflexões sobre o tema e um momento oracional)

O tema escolhido para este ano de 2019, “Somos membros uns dos outros (Ef 4,25). Das comunidades de rede à comunidade humana”, caracteriza o 53º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que será celebrado em 02 de junho, festa da Ascenção do Senhor. O tema, escolhido pelo Papa Francisco, ressalta a importância de inserir na comunicação uma perspectiva baseada na pessoa, no valor da interação como um diálogo e oportunidade de encontro com o outro.

Engajado na responsabilidade de comunicar no ambiente digital sem esquecer as relações humanas, dom Gil Antônio Moreira, bispo referencial da Comissão para a Comunicação do Regional Leste 2, incentiva os agentes de Pastoral da Comunicação e demais profissionais da área a celebrarem essa data. Segundo ele, é necessário entender a responsabilidade que existe como comunicadores da Igreja.

“O encontro é uma comunicação entre as pessoas. Nas redes sociais os instrumentos que temos para a comunicação são tecnicamente muito bons, mas eles podem não criar esse encontro, essa comunhão, pode até criar divisão. Então a nossa responsabilidade como comunicadores, como agentes de comunicação na Igreja, é de utilizar esses instrumentos técnicos para que a Cultura do Encontro se efetive.”

Sobre a celebração do 53° Dia Mundial das Comunicações Sociais ele completou deixando um recado aos comunicadores.
“Eu quero dizer a todos aqueles que são agentes de comunicação nas paróquias e nas dioceses, que nunca se esqueçam desta palavra do Papa: criar uma Cultura do Encontro. Isso significa criar comunhão, é uma linguagem diferente e mais atual que o Papa usa e é aquilo que Jesus pregou no Evangelho, que é amar uns aos outros, amar e superar as diferenças, destruir o ódio, destruir a vingança, destruir tudo aquilo que possa ser um veneno dessa relação humana. Então o que eu desejo é que você, agente de Pastoral da Comunicação e comunicadores em geral, é que tenham uma vocação e uma responsabilidade com aquilo que você crê, para que o mundo se torne mais humanizado.”

Pe. Andrey Nicioli (Assessor Eclesiástico da Comissão para a Comunicação do Regional Leste 2)

Janaína Gonçalves (Coordenadora da Pastoral da Comunicação do Regional Leste 2/CNBB)


Congresso missionário reflete sobre missão, convergência e pastoral urbana no sul de Minas

Dom Lanza, referencial para a missão no Leste 2

Nos dias 17 a 19 de maio, a Província Eclesiástica de Pouso Alegre, que reúne as dioceses da Campanha, de Guaxupé e a arquidiocese de Pouso Alegre, promoveu o Congresso Missionário Provincial, em Três Corações (MG). Mais de 80 participantes vindos das dioceses se dedicaram ao aprofundamento de temas atuais da missão: a pastoral orgânica, os desafios da pastoral urbana e a Infância e Adolescência Missionária (IAM). Além das palestras e dinâmicas, foram realizadas oficinas de implantação de iniciativas missionárias.

Na missa de abertura, dom Pedro Cunha Cruz, bispo da Campanha, reforçou a necessidade de uma Igreja missionária que faz do Evangelho sua regra de conduta. “Missão é colocar-se a caminho e ajudar os outros a conhecer esse mistério de comunhão”. Bispos, presbíteros, diáconos, religiosas, leigos e leigas participaram de uma dinâmica no início do encontro, organizada por leigos da diocese anfitriã, os missionários construíram uma tenda simbólica com os sonhos e os desafios da evangelização, que os conduzia a relembrar a força e a presença da Igreja nos continentes, assim como a necessária experiência de sair de si para ir ao encontro do outro.

O primeiro tema foi conduzido pelo padre Jean Poul Hansen, coordenador de pastoral da Diocese da Campanha, que explicitou a íntima relação entre a Iniciação à Vida Cristã e a dimensão missionária da Igreja. “Sem a Iniciação, não existe a missão. Ambas estão umbilicalmente unidas. É a missão que possibilita a iniciação e a iniciação que possibilita a missão”.

O congresso tratou também da Missão Permanente e Pastoral Orgânica em vista de uma Igreja em Saída. Para explorar esse assunto, foi convidado o padre Patriky Samuel Batista, coordenador de Evangelização da Diocese de Luz e assessor do Regional Leste 2 para a Campanha da Fraternidade. Ao desenvolver sua fala, o assessor apontou perspectivas aos participantes a partir de algumas fontes: Documento de Aparecida (2007), Alegria do Evangelho (2013) e as atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (2019-2023).

Na missa de encerramento, dom José Lanza Neto, bispo de Guaxupé e bispo referencial para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial do Leste 2, expôs a urgência da missão nos dias de hoje, que necessita de inspirar-se no testemunho dos apóstolos e na vivência da santidade.


Padres da arquidiocese participam do primeiro congresso de presbíteros do Regional Leste 2

Os padres Fabiano José Pereira, Mauro Ricardo de Freitas e Ivan Paulo Moreira representam a Arquidiocese de Pouso Alegre no primeiro Congresso de Presbíteros promovido pelo Regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que ocorre em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto. O encontro teve início na tarde desta segunda-feira (20) e vai até o próximo dia 23.

Participam do encontro cerca de 90 pessoas, dentre representantes de presbíteros, reitores, formadores, coordenadores diocesanos de Pastoral e religiosos.

A proposta do congresso é refletir sobre a situação do presbítero da Igreja no Brasil, a partir dos desafios na vivência do ministério presbiteral, que tocam diretamente o cuidado com a saúde física, espiritual, mental, dimensão pastoral, vida comunitária dentre outras demandas dos presbíteros. Além de promover um momento de estudos, reflexão e partilha dos resultados, a fim de contribuir na vivência fecunda do ministério presbiteral.

Durante esta terça-feira, 21 de maio, as atividades do dia serão coordenadas pelo presidente da Comissão Regional de Presbíteros do Leste 2, Pe Cássio Wagner.

Os assessores de hoje serão Pe Manoel Godoy e o Profº Willian Castilho, que apresentarão detalhadamente a pesquisa realizada por Dom Jaime Spengler, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB.


Monsenhor Alderigi recebe homenagem em nova rota de peregrinação na arquidiocese

O caminho é uma homenagem a Monsenhor Alderigi Torriani e quer propagar a devoção ao Servo de Deus, filho de Jacutinga.

Formada pelos municípios de Jacutinga, Andradas, Ouro Fino e Santa Rita de Caldas, foi fundada na manhã da última quarta-feira (15), a “Associação do Caminho de Monsenhor Alderigi Torriani”. O trajeto já está traçado, com total de 57 km, podendo ser percorrido em dois dias de caminhada passando pela zona rural dos quatro municípios. De acordo com o presidente da Associação, Odval Aparecido Bertolassi, a ideia surgiu de uma conversa com amigos sobre o turismo em Jacutinga, após ficarem sabendo do processo de beatificação do padre Alderigi, que também que nasceu em Jacutinga e teve toda sua vida sacerdotal em Santa Rita de Caldas.

“Ficamos sabendo ainda que alguns peregrinos já têm o hábito de fazê-lo uma vez ao ano, então por que não torná-lo conhecido de todos os amantes de caminhada, sejam peregrinos ou não, uma vez que o caminho é lindo, com uma natureza maravilhosa e que percorre os morros e vales do Sul de Minas”, explicou.

Segundo um dos membros da comissão responsável pela divulgação da causa de canonização do monsenhor Alderigi, padre Andrey Nicioli, toda peregrinação deve levar o fiel a um processo de conversão e encontro com Jesus Cristo.
“Toda peregrinação é um ato de fé. Colocar-se no caminho para melhor seguir a Cristo. Não pode ser apenas um lazer ou uma forma de passatempo. Olhando para essa iniciativa do caminho entre Jacutinga e Santa Rita de Caldas, vamos pedir a intercessão de um ser humano que passou a vida fazendo o bem. Monsenhor Alderigi está sim no processo de canonização, e queremos levar muitas pessoas, muitos peregrinos a se espelharem e praticarem as mesmas virtudes. E claro, que as pessoas também peçam a intercessão dele”, afirmou.

Quanto a estrutura de apoio aos peregrinos e caminhantes, Bertolassi afirma que já foram feitas visitas aos parceiros do caminho que receberão os turistas e visitantes, “tendo 100% de adesão, sendo eles: mercearias, mercados, pousadas, que ficam nos bairros ao longo do trajeto. Os bairros que receberão os peregrinos são: São Sebastião dos Robertos, Barra, Campestrinho, Pião, que contemplam os municípios de Jacutinga, Andradas, Ouro Fino e Santa Rita de Caldas”, finaliza.

O lançamento oficial vai ocorrer no dia 03 de outubro, com uma missa solene na Igreja Matriz de Santo Antônio, em Jacutinga, tendo a caminhada inaugural no dia 05 de outubro. O intuito do projeto é de desenvolver o turismo religioso em Jacutinga e região.

Monsenhor Alderigi Torriani

Filho de imigrantes italianos, Alderigi nasceu em Jacutinga, em 1895. Desde pequeno sentiu-se chamado por Deus para a vida sacerdotal. Cultivou a semente da vocação através da oração, da vida comunitária em sua paróquia e da constante participação nos sacramentos. Depois dos estudos no Seminário de Pouso Alegre, foi ordenado sacerdote em 1920.

Em vida, Padre Alderigi já possuía uma difundida fama de santidade. Muitas são as pessoas que relatam ter recebido graças de Deus após terem pedido sua bênção e seus conselhos, tendo hoje um processo de beatificação em andamento no Vaticano.

A partir da abertura deste processo de canonização, Padre Alderigi é chamado Servo de Deus. Este título indica que um processo está sendo realizado para que a Igreja reconheça, oficialmente, que ele viveu, de modo heroico, as virtudes cristãs e seja apresentado como modelo de santidade a todos os católicos.

Diretoria eleita ficou da seguinte forma:
- Diretor Presidente: Odval Aparecido Bertolassi – Jacutinga
- Diretor Vice-Presidente: Paulo Henrique Fonseca Dias De Carvalho - Santa Rita de Caldas
- Diretora Secretária: Selislei De Cássia Coról De Pontes – Andradas
- Diretor Secretário Adjunto: Dorival Geraldo Dos Santos Junior - Ouro Fino
- Diretor Financeiro: Euclides Do Nascimento – Jacutinga
- Diretor Financeiro Adjunto: André Luís Lopes dos Santos – Jacutinga
- Conselho Fiscal: Titular: Newton José De Carvalho – Jacutinga
- Titular: Bruno De Paula Pereira – Andradas
- Titular: Maria Inês De Lima E Silva - Santa Rita de Caldas
- Suplente: José Peres Romero Filho - Ouro Fino
- Suplente: Flávio Franco Silva - Santa Rita de Caldas
- Suplente: Maria Romilda Gomes Rodrigues - Ouro Fino
- Conselho Consultivo: Padre Rodrigo Carneiro Paiva Mendes

Além dos diretores do Caminho, compõem como associados fundadores:
- Geovana Maria Dos Santos - Santa Rita de Caldas
- Igor De Alencar E Silva - Santa Rita de Caldas
- Mário Batista Da Silva Filho - Bueno Brandão
- Marcelo de Paula – Jacutinga
- Kleber Fulgati Rezende – Jacutinga
- Tarima Del Bel Barbon Cancherini – Andradas
- Carlos Eduardo Dos Santos – Andradas
- Oswaldo Francisco Bueno - Ouro Fino


Bispos emitem mensagem ao povo brasileiro

Com informações da CNBB -

O Episcopado brasileiro, reunido em sua 57ª Assembleia Geral, de 1º a 10 de maio, em Aparecida (SP) emitiu hoje a “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro”. No documento, os bispos alertam que a opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres.

O documento chama a atenção para os graves problemas vividos pelos brasileiros como o crescente desemprego, “outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”.

A violência, conforme aponta a mensagem, atinge níveis insuportáveis. “Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana”, diz o texto.

Segundo o documento, “o verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas”.

Sobre as necessárias reformas política, tributária e da previdência, os bispos afirmam, na mensagem, que elas só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres. “O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor”, afirma o texto.

Leia a mensagem na íntegra

MENSAGEM DA CNBB AO POVO BRASILEIRO

“Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21,5)

Suplicando a assistência do Espírito Santo, na comunhão e na unidade, nós, Bispos do Brasil, reunidos na 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, no Santuário Nacional, em Aparecida-SP, de 1 a 10 de maio de 2019, dirigimos nossa mensagem ao povo brasileiro, tomados pela ternura de pastores que amam e cuidam do rebanho. Desejamos que as alegrias pascais, vividas tão intensamente neste tempo, renovem, no coração e na mente de todos, a fé em Jesus Cristo Crucificado-Ressuscitado, razão de nossa esperança e certeza de nossa vitória sobre tudo que nos aflige.

“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28,20)

Enche-nos de esperançosa alegria constatar o esforço de nossas comunidades e inúmeras pessoas de boa vontade em testemunhar o Evangelho de Jesus Cristo, comprometidas com a vivência do amor, a prática da justiça e o serviço aos que mais necessitam. São incontáveis os sinais do Reino de Deus entre nós a partir da ação solidária e fraterna, muitas vezes anônima, dos que consomem sua vida na transformação da sociedade e na construção da civilização do amor. Por essa razão, a esperança e a alegria, frutos da ressurreição de Cristo, hão de ser a identidade de todos os cristãos. Afinal, quando deixamos que o Senhor nos tire de nossa comodidade e mude a nossa vida, podemos cumprir o que ordena São Paulo: ‘Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo o digo: alegrai-vos!’ (Fl 4,4) (cf. Papa Francisco, Exortação Apostólica Gaudete et Exultate, 122).

“No mundo tereis aflições, mas tende coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33).

Longe de nos alienar, a alegria e a esperança pascais abrem nossos olhos para enxergarmos, com o olhar do Ressuscitado, os sinais de morte que ameaçam os filhos e filhas de Deus, especialmente, os mais vulneráveis. Estas situações são um apelo a que não nos conformemos com este mundo, mas o transformemos (cf. Rm 12,2), empenhando nossas forças na superação do que se opõe ao Reino de justiça e de paz inaugurado por Jesus.

A crise ética, política, econômica e cultural tem se aprofundado cada vez mais no Brasil. A opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis, tornando os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres, conforme já lembrava o Papa João Paulo II na Conferência de Puebla (1979). Nesse contexto e inspirados na Campanha da Fraternidade deste ano, urge reafirmar a necessidade de políticas públicas que assegurem a participação, a cidadania e o bem comum. Cuidado especial merece a educação, gravemente ameaçada com corte de verbas, retirada de disciplinas necessárias à formação humana e desconsideração da importância das pesquisas.

A corrupção, classificada pelo Papa Francisco como um “câncer social” profundamente radicada em inúmeras estruturas do país, é uma das causas da pobreza e da exclusão social na medida em que desvia recursos que poderiam se destinar ao investimento na educação, na saúde e na assistência social, caminho de superação da atual crise. A eficácia do combate à corrupção passa também por uma mudança de mentalidade que leve a pessoa compreender que seu valor não está no ter, mas no ser e que sua vida se mede não por sua capacidade de consumir, mas de partilhar.
O crescente desemprego, outra chaga social, ao ultrapassar o patamar de 13 milhões de brasileiros, somados aos 28 milhões de subutilizados, segundo dados do IBGE, mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes. Além disto, é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. O desenvolvimento que se busca tem, no trabalho digno, um caminho seguro desde que se respeite a primazia da pessoa sobre o mercado e do trabalho sobre o capital, como ensina a Doutrina Social da Igreja. Assim, “a dignidade de cada pessoa humana e o bem comum são questões que deveriam estruturar toda a política econômica, mas às vezes parecem somente apêndices adicionados de fora para completar um discurso político sem perspectivas nem programas de verdadeiro desenvolvimento integral” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 203).

A violência também atinge níveis insuportáveis. Aos nossos ouvidos de pastores chega o choro das mães que enterram seus filhos jovens assassinados, das famílias que perdem seus entes queridos e de todas as vítimas de um sistema que instrumentaliza e desumaniza as pessoas, dominadas pela indiferença. O feminicídio, o submundo das prisões e a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos reclamam vigorosas ações em favor da vida e da dignidade humana. O verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento “Não matarás” e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas.

Precisamos ser uma nação de irmãos e irmãs, eliminando qualquer tipo de discriminação, preconceito e ódio. Somos responsáveis uns pelos outros. Assim, quando os povos originários não são respeitados em seus direitos e costumes, neles o Cristo é desrespeitado: “Todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes mais pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer” (Mt 25,45). É grave a ameaça aos direitos dos povos indígenas assegurados na Constituição de 1988. O poder político e econômico não pode se sobrepor a esses direitos sob o risco de violação da Constituição.

A mercantilização das terras indígenas e quilombolas nasce do desejo desenfreado de quem ambiciona acumular riquezas. Nesse contexto, tanto as atividades mineradoras e madeireiras quanto o agronegócio precisam rever seus conceitos de progresso, crescimento e desenvolvimento. Uma economia que coloca o lucro acima da pessoa, que produz exclusão e desigualdade social, é uma economia que mata, como nos alerta o Papa Francisco (EG 53). São emblemático exemplo disso os crimes ocorridos em Mariana e Brumadinho com o rompimento das barragens de rejeitos de minérios.
As necessárias reformas política, tributária e da previdência só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular de forma a atender, em primeiro lugar, os pobres, “juízes da vida democrática de uma nação” (Exigências éticas da ordem democrática, CNBB – n. 72). Nenhuma reforma será eticamente aceitável se lesar os mais pobres. Daí a importância de se constituírem em autênticas sentinelas do povo as Igrejas, os movimentos sociais, as organizações populares e demais instituições e grupos comprometidos com a defesa dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito. Instâncias que possibilitam o exercício da democracia participativa como os Conselhos paritários devem ser incentivadas e valorizadas e não extintas como estabelece o decreto 9.759/2019.

“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça” (Mt 6,33)

O Brasil que queremos emergirá do comprometimento de todos os brasileiros com os valores que têm o Evangelho como fonte da vida, da justiça e do amor. Queremos uma sociedade cujo desenvolvimento promova a democracia, preze conjuntamente a liberdade e a igualdade, respeite as diferenças, incentive a participação dos jovens, valorize os idosos, ame e sirva os pobres e excluídos, acolha os migrantes, promova e defenda a vida em todas as suas formas e expressões, incluído o respeito à natureza, na perspectiva de uma ecologia humana e integral.

As novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, que aprovamos nesta 57ª Assembleia da CNBB, e o Sínodo para a Pan-Amazônia, a se realizar em Roma, em outubro deste ano, ajudem no compromisso que todos temos com a construção de uma sociedade desenvolvida, justa e fraterna. Lembramos que “o desenvolvimento tem necessidade de cristãos com os braços levantados para Deus em atitude de oração, cristãos movidos pela consciência de que o amor cheio de verdade – caritas in veritate -, do qual procede o desenvolvimento autêntico, não o produzimos nós, mas nos é dado” (Bento XVI, Caritas in veritate, 79). O caminho é longo e exigente, contudo, não nos esqueçamos de que “Deus nos dá a força de lutar e sofrer por amor do bem comum, porque Ele é o nosso Tudo, a nossa esperança maior” (Bento XVI, Caritas in veritate, 78).

A Virgem Maria, mãe do Ressuscitado, nos alcance a perseverança no caminho do amor, da justiça e da paz.
Aparecida-SP, 7 de maio de 2019.


Setor Sapucaí participa das festividades dos 120 anos do Seminário

No último sábado (4), o setor pastoral Sapucaí da Arquidiocese de Pouso Alegre (composta pelas cidades de São Sebastião da Bela Vista; Santa Rita do Sapucaí; Cachoeira de Minas e Conceição dos Ouros) participou de um encontro no Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora Auxiliadora, que marca as comemorações do ano jubilar desta casa formativa.

O encontro contou com a exposição da história do seminário aos visitantes, bem como, a celebração da Santa Missa, presidida pelo padre Clemildes Francisco de Paiva, e contou com a presença dos sacerdotes do setor, da equipe formativa e diversos fieis.

O Próximo encontro no Seminário será com o setor Mandú, no dia 01 de junho, das 8h às 11h.


Província eclesiástica se prepara para primeiro congresso missionário

A província eclesiástica de Pouso Alegre realiza entre os dias 17 e 19 de maio o primeiro congresso missionário, com agentes das três dioceses (Campanha, Guaxupé e Pouso Alegre). O encontro ocorre em Três Corações, no centro pastoral diocesano. Cerca de 150 pessoas, entre bispos, padres, religiosos(as) e leigos envolvidos no processo missionário, devem participar destes dias de reflexão, animação e partilha.

Segundo o assessor espiritual do conselho missionário da arquidiocese de Pouso Alegre, padre Edson Aparecido da Silva, a união da província se torna um marco nesta caminhada.

"A importância do primeiro congresso da província, por ter particularidade de ação missionária de cada diocese, precisamos conhecer, celebrar e divulgar uma província missionária em comunhão no processo evangelização e por ser uma igreja em saída. Vejo que o maior desafio é conscientizar as pessoas liderança de nossa igreja e pastorais e movimentos em ser missionários, pensar no outro e sair do egoísmo, do individualismo, saber amar o próximo sem interesse e assumir uma igreja em saída", afirmou.

Para o coordenador do conselho missionário diocesano de Pouso Alegre, Fábio Menegon, vários têm sido os desafios, mas esse congresso vem ajudar a vencê-los.

"Queremos conhecer a realidade de cada arquidiocese, como cada uma trabalha as três propostas de oficina, além de saber se existe conselho missionário diocesano nas três Igrejas particulares. Também queremos saber se existem os conselhos missionários paroquiais. O primeiro desafio é estar na presença de Deus, se colocar aàdisposição Dele e deixar ser guiado por Ele, confiando na sua proposta", ressaltou.

O encontro tem início na sexta-feira, às 18h, com acolhida e primeiras organizações. A missa de abertura será celebrada pelo bispo de Campanha, dom Pedro Cunha, às 20h. No sábado a assessoria do encontro ficará por conta do padre Jean Paul Hansen (diocese de Campanha) e do padre Samuel Batista (diocese de Luz) que falarão, respectivamente, sobre a missão e iniciação no seguimento de Cristo e pastoral orgânica/ missão permanente. Tanto no sábado como no domingo algumas pessoas irão partilhar as experiências missionárias no sul de minas e também em outras regiões do Brasil.

Ainda segundo padre Edson, a ideia deste congresso surgiu em uma assembleia no ano passado.

"O dom José Lanza, como bispo do referencial do regional Leste 2 da CNBB e de nossa província, vem falando e motivando o conselho pra realizar o congresso. A ideia surgiu de uma reunião do Leste 2 na época. Achamos melhor realizar uma assembleia da província, onde elegemos a equipe para pensar no congresso", explicou.


Tem início nesta quarta-feira a 57ª Assembleia Geral da CNBB

Com informações da CNBB -

A 57a Assembleia Geral (AG) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tem este ano a tarefa central de atualizar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE) da Igreja no Brasil para o quadriênio de 2019 a 2023. O foco é sintetizar a decisão colegial com o objetivo de indicar elementos fundamentais para a animação da ação evangelizadora da Igreja no Brasil. Posteriormente, caberá às igrejas particulares transformar essas diretrizes em planos pastorais locais. Podem participar, segundo o Estatuto da CNBB, os 309 bispos na ativa, os 171 eméritos, além dos administradores apostólicos e representantes dos organismos e pastorais.

Além do arcebispo metropolitano, dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R., a Arquidiocese de Pouso Alegre também oferecerá dois de seus padres para auxiliar os trabalhos durante a assembleia. O Padre Paulo Adolfo Simões, diretor do Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (Cefep), e o padre Andrey Nicioli, que auxiliará na assessoria de comunicação. O senhor Laudelino Augusto dos Santos Azevedo, natural de Itajubá, também contribui na assembleia, já que ele é assessor da Comissão para o Laicato da CNBB.

A versão que os bispos aprovarão na 57a AG, produzida inicialmente pela Comissão Especial sobre a atualização das Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE) 2019/2023, está estruturada a partir da imagem da comunidade cristã como “casa” e foi objeto de sugestões e emendas dos bispos do Brasil, dos organismos e pastorais. No centro, como eixo, está a Comunidade Eclesial Missionária, sustentada por “quatro pilares”: Palavra, Pão, Caridade e Missão.

A Assembleia também terá o desafio de eleger a nova presidência da CNBB para o próximo quadriênio. Serão eleitos presidente, vice-presidente e secretário-geral. Além disso, os bispos elegem 12 presidentes das Comissões Episcopais Pastorais, o Delegado e o Suplente junto ao Conselho Episcopal Latino Americano (Celam).
A abertura oficial da 57a AG acontecerá no dia 01o de maio com uma missa no Santuário Nacional, às 07h30. A cerimônia de instalação acontecerá no mesmo dia, às 9h15, no auditório e será aberta à imprensa. Todos os dias – exceto no domingo, dia 05 – serão celebradas missas com laudes, das 7h30 às 8h45, no Santuário Nacional de Aparecida.

Haverá transmissão ao vivo pelas emissoras católicas de rádio e televisão. Os trabalhos da Assembleia serão desenvolvidos em quatro sessões, sendo duas pela manhã (9h15 às 12h45) e duas à tarde (15h40 às 19h30). As entrevistas coletivas acontecerão sempre às 15h, na Sala de Imprensa do Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, com a presença de três bispos designados pela Presidência da Assembleia. O porta-voz será o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, dom Darci Nicioli.

Também neste ano, haverá os “meeting points”, uma modalidade a mais de relação dos bispos com os jornalistas e mídias que cobrem a Assembleia. Eles acontecerão nos dias 02 a 09 – exceto nos dias 04 e 05 -, sempre às 09h.
No final de semana acontece o retiro dos bispos, iniciando no dia 04 de maio, às 15h, com término no domingo, dia 05, às 11h30, com missa no Santuário. Já a cerimônia de posse da nova presidência está marcada para às 10h30 do dia 10 de maio e, na sequência, a cerimônia de encerramento, no Centro de Eventos.

SERVIÇO

57ª Assembleia da CNBB
Tema: Diretrizes Gerais para a Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE) – 2019 a 2023

Data: 1 a 10 de maio de 2019
Local: Centro de Eventos Pe. Vítor Coelho de Almeida do Santuário Nacional de Aparecida – SP
Contatos: Pe. Rafael Vieira, Willian Bonfim, Bruno Feittosa, Larissa Carvalho, Luiz Lopes Jr.

Fone: (61) 2103-8313
E-mail: imprensa@cnbb.org.br