Dom Majella faz Visita Pastoral à Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Marmelópolis (MG)

Entre os dias 20 à 23 de julho dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R., arcebispo metropolitano de Pouso Alegre (MG), realizou a visita pastoral à Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Marmelópolis (MG).

 

A visita episcopal, também chamada de “Visita Pastoral”, faz parte da missão de um bispo. O Código de Direito Canônico pede que o bispo visite a sua diocese, total o parcialmente, ao menos cada cinco anos. Na visita, o bispo conhece de perto e com diligência os fiéis, as instituições católicas, as coisas e os lugares sagrados da diocese (cânones 396-398).

Dom Majella foi acolhido pelos fiéis e pelo pároco, padre Valdair Benedito Peres. Durante a visita, o arcebispo fez reunião com os membros dos conselhos da paróquia; celebrou sacramentos; se encontrou com fiéis, educadores, enfermos e autoridades municipais e visitou comunidades urbanas e rurais.

Dom Majella visita fiéis da Comunidade Santana.

Para os fiéis, a visita do arcebispo foi um momento muito importante para a paróquia, principalmente por favorecer a proximidade entre eles. Foi um momento de enriquecimento espiritual, de comunhão e de esperança para todos.

 

Veja mais fotos da visita pastoral na Galeria de Fotos.

 

Texto: seminarista Dioni Acácio da Silva

Imagens: Vera Aparecida Sales e Padre Valdair Benedito Peres


Fazenda da Esperança é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí (MG)

Santa Rita do Sapucaí (MG) recebe uma unidade da Fazenda da Esperança Feminina, neste sábado (22).

 

A Fazenda da Esperança Santa Rita foi inaugurada, neste sábado (22), com a presença de seus fundadores: Frei Hans Stapel, Nelson Giovanelli e Iraci Leite (fundadora da Fazenda Feminina). A casa conta com a capacidade para acolher 12 pessoas, uma estrutura composta de um salão multiúso e aguarda liberação de recursos para a construção de uma padaria. Ocupando uma área de 6,92 hectares, o projeto geral contará com mais três casas de acolhida, com capacidade para receber até 40 mulheres e seus filhos.

As acolhidas da nova unidade renovarão sua fé por meio do Trabalho, da Espiritualidade e Convivência. Durante os preparativos para a inauguração da nova Fazenda, a Escola Missionária atuou na divulgação local sobre a nova unidade e nos ajustes da casa para receber as futuras acolhidas.

 

A Fazenda da Esperança é uma comunidade terapêutica que atua desde 1983 no processo de recuperação de pessoas que buscam se libertar das dependências químicas.

 

A Fazenda da Esperança acolhe homens e mulheres com idade entre 18 e 59 anos que desejam, livremente, se recuperar de drogas, álcool e outros tipos de vícios. É necessário entrar em um processo pedagógico de 12 meses de duração. Quem pretende viver esse desafio dá o primeiro passo mediante uma carta escrita de próprio punho, manifestando os motivos da sua vontade em buscar vida nova. O interessado em uma vaga deve enviar seu pedido de ajuda à comunidade mais próxima de sua residência.

A Fazenda da Esperança tem mais de 160 unidades estruturadas em 25 países, em quatro continentes: América, Europa, África e Ásia.

 

Texto: seminarista Dioni Acácio da Silva

Imagem e informações: Site Oficial da Fazenda da Esperança 


#Reflexão: 17º domingo do Tempo Comum (30 de julho)

A Igreja celebra o 17º Domingo do Tempo Comum, neste domingo (30). Reflita e reze com a sua liturgia.

Leituras:
1ª Leitura: 1Rs 3,5.7-12
Salmo: 118(119),57.72.76-77.127-128.129-130 (R. 97a)
2ª Leitura: Rm 8,28-30 ou mais breve 13,44-46
Evangelho: Mt 13,44-52

Acesse aqui as leituras.

O REINO DE DEUS É UM TESOURO DE FELICIDADE PARA TODOS

No bloco de parábolas que estamos meditando de Mateus, hoje temos as três últimas das sete que o evangelista reuniu. São histórias conhecidas do dia a dia das pessoas, usadas por Jesus para nos ensinar coisas eternas do Reino dos Céus.

O Reino de Deus proposto por Jesus como projeto de Deus para todos os homens e mulheres não se assemelha a nenhum outro reino neste mundo. Segundo Jesus, ele está bem próximo de todos e presente na vida de cada pessoa. As três parábolas propostas neste domingo por Jesus para explicar o Seu Reino retratam cenas do cotidiano e revelam outros detalhes importantes para todos nós seus ouvintes.

As duas primeiras parábolas possuem pontos em comum, mas diferentes e significativos detalhes. Jesus afirma que o Reino por Ele proposto é “semelhante” a um tesouro escondido. Certamente, todos imaginaram as riquezas deste mundo que conheciam: ouro, joias, objetos preciosos... Tal tesouro tinha sido enterrado em um terreno. A região de Israel sempre sofreu invasões de povos vizinhos e de grandes impérios. As pessoas, não tendo possibilidade de levar tudo que tinham, enterravam os objetos mais preciosos na esperança de um dia retornarem e reaverem tudo, pois era perigoso levar riquezas na fuga com alto risco de serem roubadas. Muitos jamais retornavam para pegar seus tesouros. Na parábola, o agricultor trabalha um terreno que não lhe pertence, talvez uma terra sem dono ou um terreno arrendado.

Talvez fosse de conhecimento de todos, histórias de achados inesperados por parte de alguns trabalhadores do campo (uma espécie de sorte de loteria), mas o detalhe na parábola é que a pessoa não esperava ter tido tal fortuna. Jesus afirma que ao se deparar com o tesouro enterrado, o agricultor novamente o esconde. É possível que o mesmo pensasse que poderia haver mais tesouros em toda a área, assim procura comprar todo o terreno.

 O destaque principal da parábola é a forma que o sujeito procura resolver tudo. Ele “corre feliz”, pois percebe que é uma oportunidade única e que vai mudar sua vida. Ao invés de fazer um empréstimo para comprar o terreno, ele prefere desfazer de tudo que tem para tomar posse legalmente de um tesouro muito maior. O particular neste quadro proposto por Jesus é a “felicidade”. Ele sabia que estava desfazendo de algo “bom” para obter algo “muito melhor”. Talvez outra pessoa teria escolhido ficar com tudo que já havia, mais o tesouro que tinha encontrado.

O Reino de Deus é oferecido na vida de cada pessoa como um grande tesouro e todos podem descobri-lo no dia a dia de suas vidas fazendo o que costumam fazer. Mas, uma vez que é concedida essa graça, é necessário deixar de lado tudo e abraçar o novo tesouro. O Reino de Deus é oportunidade que deve ser abraçada como um grande tesouro, mas ele deve se tornar o tesouro principal na vida da pessoa e não “dividir espaço” com outras “riquezas deste mundo” que jamais conseguirão oferecer o mesmo dom precioso concedido pelo Reino de Deus.

Na parábola do mercante, Jesus compara o Reino de Deus a um negociador que sabe distinguir riquezas. Neste caso, a pessoa procura incansavelmente a pérola dos seus sonhos. Ele se mostra atento e sensível a todas que lhe são oferecidas até que se depara com a mais preciosa e bela de todas. Este mercante também faz o mesmo que o agricultor: vende tudo para adquirir a pérola mais bela e preciosa.

Nestas duas parábolas, o ponto principal é a resposta radical dos personagens quando se deparam com algo de extremo valor. Não deixam passar a oportunidade de ficar com aquilo que lhes concederá muito mais do que aquilo que venderam. O Reino de Deus, deste modo, se apresenta para todos como uma oportunidade sem igual, mas cada um deve ser capaz de se desligar de outros “tesouros” para ficar com a Verdadeira Riqueza oferecida. O Reino dos Céus é uma riqueza que jamais poderá ser igualada com os tesouros deste mundo, dessa forma, para tomar posse do Reino é necessário abandonar tudo e abraçá-lo como o verdadeiro tesouro e a mais preciosa pérola.

Segundo Jesus, o Reino dos Céus é algo fácil de obter, pois é dado por Deus (graça), mas ao mesmo tempo não se trata de uma “coisa qualquer”, mas um precioso tesouro. É algo que pode mudar a vida de quem o encontra. Tal pessoa é chamada a tomar uma decisão radical e fundamental em sua vida.

As parábolas não nos falam de tristeza quando se renúncia a tudo; a “perda” não é o centro das parábolas, mas sim a alegria e a felicidade. Não se fala muito daquilo que se deixa para trás quando se encontra o Reino de Deus, mas sim daquilo de precioso que foi encontrado. A “pressa” é um detalhe significativo nas duas parábolas: quem encontra o Reino de Deus deve decidir imediatamente, pois é uma oportunidade que não poderá se repetir.

Na primeira leitura, Salomão nos dá o exemplo em relação ao discernimento daquilo que é fundamental nesta vida. Ele tinha herdado um reino e uma grande riqueza, mas sabia que sem a verdadeira sabedoria, tudo poderia ser pedido. Em suas palavras, ele reconhece ser um servo de Deus e responsável de um povo que pertencia a Deus e não a ele. Deus lhe concede o que ele pediu e propicia ainda muito mais.

São Paulo, na segunda leitura, nos ajuda a entender que realmente o amor a Deus, concede a todos que creem em Jesus, todos os bens de que cada um necessita. Jesus é o tesouro e a pérola preciosa que nos é concedido como graça por parte de Deus, mas que também precisamos diariamente descobrir e redescobrir, pois é uma riqueza que sempre nos oferece tudo de que precisamos.

A terceira parábola do Evangelho deste domingo conclui as duas anteriores. Não se deve deixar para depois ou para outra oportunidade o momento de se decidir definitiva e radicalmente pelo Reino de Deus. A parábola dos pescadores demonstra que todos podem estar muito próximos do Reino de Deus (na mesma rede), mas somente aqueles que se comportaram com o agricultor e o negociador de pérolas nas duas parábolas é que se tornam aptos em participar do Reino definitivo.

As nossas escolhas hoje e em todos os momentos de nossas vidas definem se seremos escolhidos ou não. O Reino de Deus é oferecido a todos, mas é fundamental a resposta pessoal e radical de cada pessoa.

Nas três parábolas, os personagens são pessoas que trabalham e tudo acontece enquanto exercitavam seus ofícios diários. A fé necessita ser acompanhada de gestos e opções que revelam onde realmente está o nosso tesouro e a nossa pérola. Não basta ter o Reino de Deus como um “pequeno bem particular” em nossa vida, é fundamental torná-lo centro primordial para a nossa existência, pois esta escolha definirá o nosso presente e o nosso futuro.

Faça o download da reflexão em pdf.


III Semana Arquidiocesana de Liturgia é realizada em Pouso Alegre

De 17 a 21 de julho, aconteceu a III Semana Arquidiocesana de Liturgia, no Seminário Nossa Senhora Auxiliadora, em Pouso Alegre (MG). O evento foi promovido pela Comissão Arquidiocesana para a Liturgia (CAL) e tratou de assuntos relacionados à liturgia e à caridade.

 

Participaram 22 cristãos leigos das paróquias da Arquidiocese de Pouso Alegre e 3 cristãs leigas da Paróquia São Paulo Apóstolo de Poços de Caldas, Diocese de Guaxupé. O evento foi aberto por dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R., arcebispo de Pouso Alegre, no dia 17 de julho. Dom Majella acolheu os participantes, falou sobre liturgia e caridade e desejou que a semana fosse frutuosa e fraterna.

Neste ano, a III Semana de Liturgia, seguindo as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2024), refletiu sobre o "Pilar da Caridade". Especificamente, abordou o tema “Caridade: Liturgia a serviço da vida” e teve como lema “Tudo o que fizerdes ao menor dos meus irmãos, foi a mim que fizestes” (Mt 25,40). Em anos anteriores, foram trabalhados os outros pilares da DGAE, "Pilar da Palavra" e "Pilar do Pão".

Durante o evento, foram refletidos outros assuntos relacionados à liturgia, à Igreja e ao tema proposto: a celebração dos 60 anos da Sacrosanctum concilium e a liturgia da caridade; orientações para acolhida e celebrações nas comunidades; o ecumenismo; a Carta Apostólica Desiderio desideravi, do papa Francisco, e o sacramento da caridade.

Ivenise Terezinha Gonzaga Santinon, doutora em Ciências da Religião e professora da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), e o padre jesuíta Washington da Silva Paranhos, doutor em Liturgia e Sacramentaria e professor da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE), assessoram a reflexão dos temas.

Além dos momentos de orações, os participantes puderam vivenciar experiências sobre a Apresentação dos Dons, que ocorre na celebração eucarística; o ritual do Lava-pés, proposto para a Quinta-feira Santa; a celebração da Eucaristia com pessoas em situação de rua e visitar enfermos.

A III Semana de Liturgia teve por finalidade a formação continuada e permanente sobre a liturgia. O evento já é uma tradição na Arquidiocese de Pouso Alegre e proporciona o aprofundamento nos conhecimentos e práticas litúrgicas para ajudar as comunidades a bem celebrar.

 

Texto: padre Marcos Roberto da Silva e padre Thiago de Oliveira Raymundo
Imagens: Elizabete Maria Ricota de Oliveira Marques

 

Veja mais fotos:

 

 


Seminaristas participam de encontro regional de liturgia em Belo Horizonte

Nos dias 17 a 20 de julho, seminaristas da Arquidiocese de Pouso Alegre (MG) participaram do 6º encontro de seminaristas da Etapa Configurativa, diáconos transitórios e presbíteros com até 1 ano de ordenação, em Belo Horizonte (MG).

 

O encontro foi promovido pela Comissão para a Liturgia do Regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e aconteceu no Convivum Emaús, em Belo Horizonte. Participaram seminaristas da Etapa Configurativa (Teologia), diáconos transitórios e presbíteros com até 1 ano de ordenação das (arqui)dioceses mineiras.

João Pedro Bastos Cardoso (4º Ano da Etapa Configurativa), Sílvio Massaro Taveira, Dioni Acácio da Silva, Valter Virgínio Pereira e Tainan Francisco de Paula (Ano Pastoral), seminaristas da Arquidiocese de Pouso Alegre, participaram do encontro.

O tema do encontro foi "Ars celebrandi na 3ª edição típica do Missal Romano: aspectos práticos para a presidência litúrgica e ars celebrandi no sacramento da Reconciliação". O evento foi assessorado por dom Armando Bucciol, bispo emérito de Livramento de Nossa Senhora (BA), doutor em Liturgia pelo Instituto Santa Giustina de Pádua, Itália. Além dele, dom Jorge Alves Bezerra, SSS, bispo referencial para a Liturgia do Regional Leste 2, e padre Daniel Menezes Fernandes, coordenador da Liturgia do Regional, participaram do encontro.

O objetivo do encontro foi fortalecer a preparação dos futuros ministros da Liturgia e promover reflexões teológicas de modo prático.

 

Texto: padre Thiago de Oliveira Raymundo
Imagens: seminarista Dioni Acácio da Silva

 

Veja mais fotos do evento:

 


#Reflexão: 16º domingo do Tempo Comum (23 de julho)

A Igreja celebra o 16º Domingo do Tempo Comum, neste domingo (23). Reflita e reze com a sua liturgia.

Leituras:
1ª Leitura: Sb 12,13.16-19
Salmo: 85(86),5-6.9-10.15-16ab (R. 5a)
2ª Leitura: Rm 8,26-27 ou mais breve 13,24-30
Evangelho: Mt 13,24-43

Acesse aqui as leituras.

A MISERICÓRDIA E A PACIÊNCIA DE DEUS

Estamos acompanhando São Mateus nos Evangelhos nas celebrações dominicais. Domingo passado, ouvimos a primeira parábola de uma coleção de sete histórias do cotidiano que Jesus transformou em história de Deus. As parábolas retratam a vida simples do povo, mas revestidas com a Sabedoria de Deus. As pessoas ouviam e se encantavam com os personagens que agem de um modo que todos conheciam bem, mas com atitudes que somente encontramos na grandeza da Misericórdia Divina. Hoje ouvimos mais três parábolas do Reino.

O autor do livro da Sabedoria (último livro do AT, redigido em torno de 80 a.C.), um escrito que já respira a brisa do Novo Testamento, o escritor sagrado diz que nosso Deus se ocupa de tudo, nada é injusto ao seu julgamento, é indulgente com todos, julga com bondade, governa com grande indulgência, o justo deve viver da bondade e com renovada esperança que, mesmo após o pecado, sempre há tempo para arrependimento. Um Deus muito próximo daquele revelado por Jesus.

No Evangelho de Mateus nos deparamos com Jesus e mais histórias do cotidiano transformadas em mensagens eternas da bondade de Deus. No Domingo passado, as pessoas ouviram uma história de um semeador que não se comportava conforme os outros agricultores: semeia em todos os tipos de terreno. Hoje, a parábola continua sendo do cotidiano da roça. Jesus nos diz que um agricultor procurou semear boa semente durante sua jornada de trabalho, mas durante a noite um inimigo semeou joio. Quando ambos nasceram se constatou a praga no meio do trigo. Até este ponto a história possui as cores conhecidas do dia a dia das pessoas, mas a parábola não tem o mesmo fim costumeiro.

Os empregados da plantação, diante do ocorrido, primeiro acusam o patrão de não ter semeado boa semente e depois sugerem a solução que talvez todos eram acostumados a realizar diante de uma plantação cheia de pragas. Jesus explica, posteriormente, que a plantação é o mundo e o joio são os “filhos do maligno”. A parábola retrata muito bem como é o nosso mundo onde o trigo (filhos de Deus) divide o mesmo espaço com o joio (filhos do mal). O mal se esconde na aparência do bem; ilude as pessoas se apresentando como se fosse uma coisa boa, mas, no fundo, é somente uma praga. Talvez por isso que muitos ainda acusam Deus pelas coisas ruins que acontecem na humanidade, pensando que Deus é o responsável, mas na realidade é o mal agindo para destruir o bem. Diante do mal presente no mundo, acusam Deus de não fazer nada. Jesus nos dá a resposta a essas e outras acusações feitas contra no Deus.

Nosso Senhor através da parábola nos diz que Deus sempre faz tudo da melhor forma possível. Ele é responsável pela plantação e pela semente que se transforma em trigo; aqueles que usufruem da plantação e se comportam como joio - sementes plantadas pelo demônio - não pertencem a Deus. Mas, então, por que o dono desta grande plantação que é o mundo não faz aquilo que sugerem os empregados: arranca o joio e deixa somente o trigo?

Aqui começa a despontar, mais uma vez, a lógica de Deus diante das pessoas e dos acontecimentos do mundo. Os empregados, espertos em seu ofício, sabem perceber qual a diferença entre o joio e o trigo e eram acostumados talvez a resolver a questão arrancando a praga do meio da plantação, mas aqui estamos não diante de um agricultor comum. Jesus revela, novamente, a grandeza de Deus Pai.

O dono da plantação tem um modo diferente de julgar e medir as coisas e as pessoas. Os servos se fixam no joio como se fosse somente ele na plantação, o Bom Agricultor olha o trigo e teme pela parte boa, o joio é secundário. O dono da plantação tem receio que no desejo de limpar a plantação das pragas, sejam arrancados com o joio também o trigo, por receio de perder um pezinho de trigo que produzirá espiga e pão, o senhor da plantação polpa o joio.

No estranho modo de ver a plantação, o bom patrão prefere deixar que trigo e joio usufruam de todos os benefícios da plantação: da terra boa, da irrigação, do cuidado contra as pragas, da proteção contra os animais do campo, etc. Ao cuidar do trigo durante todo o processo de maturação são oferecidas iguais oportunidades: a quem é filho de Deus (trigo) e também filho mal (joio). Todos recebem os mesmos cuidados, não porque são iguais aos olhos do dono da plantação, mas pelo risco de extirpar um único pé de trigo. A bondade não vê quantidade, mas cada pessoa. Como na parábola do Bom Pastor e do Bom Semeador, o agricultor salva todos os joios de serem arrancados antes da hora por receio de atingir um único pezinho de trigo. Decisivamente, não é a nossa lógica e o nosso modo de resolver as coisas, mas imaginem quantas injustiças são cometidas contra pessoas do bem quando se visa somente a maioria?

Os empregados da parábola conseguiam, pela aparência, distinguir quem é joio e quem é trigo na plantação, mas Deus que conhece toda a vida e o interior de cada um, mesmo assim, não se comporta da mesma forma que os empregados. Mas, novamente, por quê? Nosso Deus é Senhor da Misericórdia e bondade plena, Ele prefere dar oportunidades iguais a todos que, livres, possam fazem suas escolhas e construírem seu destino. Até o último momento, diante do arrependimento e da conversão, a misericórdia de Deus pode imperar sobre tudo, mas depende de cada pessoa mudar de vida.

Em nosso modo de ver as coisas, o joio deveria ser arrancado enquanto é somente um broto “pelo mal que poderá fazer no futuro”, mas Deus dá chance até o último momento da vida de cada um, para que cada pessoa possa, mesmo que seja no finalzinho, mudar de vida.

Ninguém nasce já santo e bom, como também ninguém nasce ruim, maldoso e assassino. Inúmeros fatores podem influenciar para que uma pessoa se torne “trigo” ou “joio”; se todos nascem iguais, cabe a cada um, mediante suas opções, escolher como quer chegar ao fim de sua vida. Deus oferece o melhor e de forma igualitária a todos: é a bondade perfeita como a terra que aceita qualquer semente; dá forças para que todos brotem; é o amor que rega cada broto que ganha vida, o sol que da força tanto para o joio quanto para o trigo; bondade perfeita e desmesurada para todos. Mas, igualmente, Deus é imenso em sua misericórdia como também é justo.

Jesus afirma que chega um momento em que cada um tem que prestar contas de suas escolhas e da sua vida. Antes, a preocupação era pelo trigo no receio de ser confundido com joio e serem arrancados juntos, mas o que distingue o bom do ruim são os frutos. Quem é trigo, produz espigas de trigo e recebe o seu prêmio, mas quem é joio, nada produz e no momento da colheita nada pode oferecer. No momento da colheita, no final da vida, o dourado das espigas é o sinal de que o trigo está pronto para a colheita, ele vai para os celeiros e o joio para o fogo, pois para nada serve. Até o final, há chances de mudança, mas se até o final o joio terminar como praga, não há mais nada a ser feito. Da parte de Deus sempre impera a paciência sobre todos. Ele espera como Pai Bondoso que todas as pessoas terminem sua jornada neste mundo como trigo; até o final dos seus dias, há esperança da parte de Deus.

Além da parábola do joio e do trigo, Nosso Senhor acrescenta duas outras parábolas (grão de mostarda e do fermento) que possuem algo em comum: o tempo é o melhor meio para se descobrir a grandeza ou não das coisas. O pequeno grão de mostarda com o tempo se transforma em uma grande árvore e o fermento transforma a massa em pão.

O Reino de Deus segue o esquema da bondade divina infinita, que pode ser “estranha” como a bondade do dono da plantação ou insignificante como grão de mostarda ou simples como fermento. Entretanto, há sempre um grande desejo da parte de Deus que a vida seja plena e total para todos como a plantação da parábola, como árvore que acolhe a todos os pássaros ou como a pitada de fermento que transforma a massa e pão que sacia todos.

Faça o download da reflexão em pdf.


Santa Maria Madalena: primeira mulher que viu e anunciou o Ressuscitado

Maria Madalena correu para anunciar aos discípulos
que ela tinha visto o Senhor e contou
o que Ele tinha falado” (Jo 20,18).

 

Maria Madalena, também chamada de Maria de Magdala, foi a primeira a ver Jesus ressuscitado. Porém, antes de falarmos de Santa Maria Madalena, é bom lembrar que esta Maria Madalena não é aquela mulher que enxugou os pés de Jesus com o óleo perfumado na casa do fariseu e também não era uma prostituta. Talvez haja uma confusão devido a uma cultura machista que sempre desvaloriza a mulher e se esquece de exaltar os momentos importantes que Maria Madalena e outras mulheres tiveram na vida de Jesus.

Santa Maria Madalena foi uma mulher que sempre seguiu a Jesus, inclusive com outras mulheres. Ela chorou e acompanhou Jesus até a cruz. Sem medo, permaneceu junto Dele no calvário. É também aquela mulher que estava com José de Arimateia quando ele retirou o corpo de Jesus da cruz. Após a morte de Jesus, ela foi até o túmulo e viu que a pedra do sepulcro havia sido retirada e achou que tivessem roubado o corpo do Mestre. Então, foi às pressas contar aos discípulos o que tinha ocorrido (Jo 20,2). Porém, os discípulos, ao verem o túmulo vazio, saíram e ela permaneceu próximo ao sepulcro, ainda perplexa e triste a ponto de confundir o Ressuscitado com um jardineiro. Entretanto, quando Jesus a chamou pelo seu nome, “Maria”, ela o reconheceu e exclamou: “Rabi (em hebraico, mestre)!” (Jo 20,16). Maria Madalena foi a única mulher que Jesus ressuscitado chamou pelo nome.

Tão importante foi o papel desta mulher, que o papa Francisco declarou, no ano de 2016, o dia 22 de julho como dia da Festa de Santa Maria Madalena.

Que a trajetória da vida e vocação de Santa Maria Madalena, discípula de Jesus, sirva para todos nós, cristãos, de exemplo. Esta santa mulher, Maria Madalena, acompanhou Jesus; amou-o profundamente; não teve medo e nem o abandonou nas horas difíceis. Ela teve a experiência de ver Jesus morto e ressuscitado! Obedeceu, correu e anunciou! Essa também é a nossa missão!

Para celebrar melhor a Festa de Santa Maria Madalena, leia e reflita Jo 20,1-18.

 

Referências:

https://www.vaticannews.va/pt/santo-do-dia/07/22/s--maria-madalena--discipula-do-senhor.html

https://www.ihu.unisinos.br/611316-maria-madalena-apostola-dos-%20apostolos

https://www.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2017/documents/papa-francesco_20170517_udienza-generale.html

Imagem: Vatican Media

 

 

 

 


Paróquia Sant'Ana, em Silvianópolis (MG), celebra seus 275 anos de criação

No último dia 13, às 19 horas, na Igreja Matriz de Sant'Ana, em Silvianópolis (MG), aconteceu a  Celebração Eucarística em Ação de Graças pelos 275 anos da ereção canônica da Paróquia Sant'Ana. Exposição cultural e apresentação musical também marcaram a celebração do Jubileu Paroquial.

Fundada em 13 de julho de 1748 pelo então bispo de São Paulo, Dom Bernardo Rodrigues Nogueira, a Paróquia Sant'Ana, foi provida do primeiro vigário, padre Lino Esteves de Abreu, em novembro do mesmo ano. Com a criação da diocese de Pouso Alegre, em 1900, a Paróquia Sant’Ana passou a pertencer a esta diocese, sendo também a primaz entre todas as paróquias da Igreja Particular de Pouso Alegre.

O Jubileu Paroquial teve seu ponto alto na Celebração Eucarística presidida pelo arcebispo Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R, e concelebrada pelo pároco, cônego Benedito Ramon Ferreira, e pelos padres Paulo Vieira Âmbar, Vanildo de Paiva, Clemildes Francisco de Paiva, João Vianey Coutinho e Paulo Roberto de Andrade. Um grande número de fieis participou da celebração.

Após a celebração, foi aberta, na Igreja Matriz, a Exposição "275 anos de caminhada de Fé da Paróquia Sant'Ana" e, no Correto da Praça, aconteceu a apresentação do Grupo Cordas de Santana, ambas organizadas pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo de Silvianópolis (MG).

Texto: padre José Luiz Faria Junior

Fotos: Facebook - Paróquia Sant'Ana

Fundamento das Pastorais Sociais da Igreja Católica - Parte I

“Quando dou comida aos pobres, me chamam de santo,
mas, quando pergunto pelas causas da pobreza,
me chamam de comunista”.
Dom Hélder Câmara

 

A Igreja Católica tem um vasto catálogo de pastorais que querem ser a atenção especial por algum tipo de ação ou segmento da própria Igreja ou da sociedade. As pastorais Catequética, Familiar, Litúrgica, entre outras, são voltadas para o interior da Igreja. Já, as pastorais que se voltam para a sociedade são chamadas de Pastorais Sociais. Entre as Pastorais Sociais, podemos citar: Pastoral da Terra, Pastoral da Criança, Pastoral da Saúde, Pastoral da Mulher Marginalizada. Porém, qual é mesmo o fundamento das Pastorais Sociais da Igreja? Por que a Igreja se preocupa com os problemas sociais? Por que o agir da Igreja na sociedade se dá dessa forma? Na verdade, a preocupação não é com os problemas, mas com as pessoas atingidas por eles.

Toda ação da Igreja tem como objetivo o ser humano, imagem e semelhança de Deus e salvo por Jesus em sua encarnação e ressurreição.

Então, vejamos a fé cristã. Ela tem como centro a vivência da caridade, compreendida como amor a Deus e ao próximo. Há duas formas de se viver a caridade. Uma é a vida de comunidade expressa na vivência fraterna de seus membros. A vida fraterna acontece na família, numa pastoral ou movimento de Igreja, numa comunidade. Entretanto, só a vivência fraterna não é suficiente, pois a caridade é bem maior que essa vivência. Assim, ela se expressa também no serviço aos pobres como socorro aos irmãos e irmãs necessitados. Desde seu início, a Igreja está ao lado dos pobres de forma muito forte. Em tempos passados, os hospitais, as creches e a assistência social eram cuidados, quase que completamente, pela Igreja. Esse tipo de ação social da Igreja é conhecido como “assistência”: dar ao outro aquilo que ele precisa imediatamente.

No século XVII, um cristão leigo, Frederico Ozanan, hoje declarado beato pela Igreja, criou as Conferências de São Vicente de Paulo, inspirado na obra do santo da caridade. As conferências, no sonho de Ozanan, tinham como objetivo discutir as causas da pobreza. Porém, para que as discussões não fossem só teóricas, cada conferência deveria assistir e promover uma família carente.

Aí, está o outro nível de serviço aos pobres feito pela Igreja: a promoção, que é arrumar um emprego ou dar uma formação, para que as pessoas não precisem mais serem assistidas e possam prover o próprio sustento.

A partir do século XIX, com o advento das Ciências Sociais, a Igreja passou a dialogar com elas. No século XX, o Concílio Vaticano II (1962 a 1965) introduziu a Igreja, por fim, na modernidade. Os documentos do Concílio incentivaram a Igreja, cada vez mais, a atuar no serviço aos pobres da sociedade. Voltando às fontes dos seus primórdios, a Igreja compreendeu que sua ação social é parte integrante da fé, pois vem do amor, caridade. Isso significa que se envolver nas questões sociais é uma obrigação da Igreja e não uma opção, algo que eu possa escolher ou não. Debruçando-se mais sobre as realidades sociais e com o auxílio das ciências sociais, a Igreja descobriu que muitos dos problemas que afligem a sociedade não estão aí por acaso e nem são vontade de Deus. O que existem são “estruturas” sociais historicamente construídas e que estão acima das pessoas e dos grupos.

Assim, uma caridade eficaz não pode ser meramente assistencial e promocional. A verdadeira caridade precisa enfrentar os mecanismos sociais que geram a pobreza e a mantém. Para isso, é preciso conhecer o processo de estruturação e organização da sociedade e conhecer também o modo adequado de interferir nessas estruturas, em vista da garantia dos direitos dos pobres e marginalizados.

É preciso compreender que nascemos e vivemos em uma sociedade concreta, organizada de forma bem determinada. A sociedade condiciona e determina, em grande medida, para o bem e/ou para o mal, a vida de todas as pessoas.

É preciso também compreender que a interferência nas estruturas da sociedade enfrenta inúmeras dificuldades, pois há setores sociais bem determinados que se beneficiam dessas estruturas. Esses setores não estão dispostos a perder seus privilégios e fazem forte oposição aos que ousam mudar o modo como a sociedade está estruturada. Outra dificuldade é que essa discussão parece ser muito teórica e não chega ao chão onde as pessoas vivem. Por isso, é preciso um esforço enorme de convencimento dentro da própria Igreja e no meio dos pobres de que essas lutas precisam ser travadas e de que são vontade de Deus, o qual nos convidou a defendermos uma vida plena para todos. Esse esforço de convencimento precisa ser feito também juntos aos pobres e excluídos para que eles mesmo tomem a sua parte no processo, sejam sujeitos dele e tomem, em suas mãos, a direção de suas vidas. É importante ainda que a interferência seja um processo coletivo e social, em parceria com outras forças vivas da sociedade, os quais trarão sua colaboração.

Sendo assim, é necessário que as Pastorais Sociais se preparem para o embate com conhecimento técnico e as análises sociológicas suficientes para lutar. Ainda mais, é preciso que busquem o verdadeiro fundamento dessas ações, o qual é a caridade cristã, para assim se fortalecerem espiritualmente. É preciso que tenham uma verdadeira mística cristã e conheçam a Palavra de Deus e a Doutrina Social da Igreja.

 

Este texto continua no próximo mês. Aguardo você!

Imagem: billy cedeno por Pixabay

 


São Camilo de Lellis: patrono dos enfermos e protetor dos hospitais

Conhecer a vida dos santos nos inspira a buscar uma vida de santidade. Seus ensinamentos nos mostram caminhos para viver uma vida segundo a vontade de Deus. São Camilo é um verdadeiro exemplo e testemunho de um santo que soube doar-se, com um amor incondicional, ao próximo.

Camilo nasceu no sul da Itália no ano de 1550. Seus pais já tinham idade avançada e seu nascimento já foi um grande milagre. Sua mãe chamava-se Camila e tinha 60 anos. Era uma mulher muito piedosa e ensinou ao seu filho os princípios cristãos católicos. Já seu pai, João de Lellis, era um militar e pouco ficava em casa. Infelizmente, quando Camilo era muito jovem perdeu seus pais. Primeiro, faleceu sua mãe e, alguns anos depois, seu pai. Apesar de ser um bom cristão, seu pai não deixou um bom exemplo para seu filho, pois era viciado em jogos. Camilo foi crescendo, mas acabou se entregando aos prazeres mundanos, sendo também viciado em jogos e levando uma vida profana. Também seguiu carreira militar. Como voluntário do exército veneziano, testemunhou como era a vida dos enfermos agonizantes.

Camilo desenvolveu uma úlcera no pé e sofreu essa enfermidade por toda a sua vida. Sem recursos e com o diagnóstico de um tumor que não havia cura, Camilo foi a Roma pedir socorro em um hospital. Ele se ofereceu para trabalhar como auxiliar de enfermeiro, assim poderia também cuidar de sua úlcera. Com isso, conviveu com o sofrimento dos pobres e doentes e sentiu que Deus o chamava para uma missão: servir aos enfermos como se estivesse cuidando de Cristo.

Inspirado pelo Espírito Santo, Camilo dedicou-se incondicionalmente aos cuidados dos enfermos e necessitados. Viveu como o Bom Samaritano, que, ao ver o homem caído no caminho, não mediu esforços em socorrê-lo e cuidar de suas feridas. Sempre teve plena confiança nas palavras de Cristo: “Todas as vezes que fizestes isso ao menor dos meus irmãos, foi a mim que o fizeste” (Mt 25,40). Diante de sua intimidade com Deus, Camilo sentiu o chamado para a vocação sacerdotal. Foi ordenado aos 34 anos e, com ardor no coração, continuou sempre a servir os doentes e necessitados.

Padre Camilo cativou diversos voluntários para cuidar dos doentes. Muitos homens de bom coração uniram-se nessa obra, a qual só foi crescendo e se tornou uma congregação. Em 1591, a congregação foi considerada uma ordem religiosa pela Santa Sé e ficou conhecida como Ordem dos Ministros dos Enfermos.

São Camilo foi superior da Ordem por 20 anos. Viveu até os 64 anos e faleceu no dia 14 de julho de 1614, em Roma. Devido a sua vocação e missão, tornou-se Patrono dos enfermos e dos hospitais.

Atualmente, os "Camilianos", como são conhecidos os seguidores da missão de São Camilo de Lellis, têm presença em várias partes do mundo, inclusive no Brasil. Com o carisma de se colocar a serviço dos doentes, prestando-lhes os cuidados necessários, eles continuam a viver os princípios deixados pelo seu fundador, celebrado na Igreja no dia 14 de julho.

Oração

Que a exemplo de São Camilo, possamos buscar uma vida de amor e doação aos mais necessitados. São Camilo, ensinai-nos a ser o olhar de misericórdia para com os que sofrem e contemplar nos necessitados sempre um Cristo que espera por ser acolhido, amado e cuidado. Recorda-nos sempre que, como filhos amados de Deus, também precisamos oferecer amor. Ajudai-nos a entender os momentos de sofrimentos na Terra como uma via de santificação para nossa alma. Concedei àqueles que cuidam de enfermos a graça de serem amorosos e generosos na vivência do serviço. São Camilo de Lellis, rogai por nós!

 

Referências:

https://santo.cancaonova.com/santo/sao-camilo-de-lellis-patrono-dos-enfermos/

Imagem: Vatican Media