Encontro de Formação para Catequistas é realizado em Pouso Alegre

No domingo (7), foi realizado encontro para formação dos catequistas da Arquidiocese de Pouso Alegre (MG). O evento foi organizado pela Coordenação Arquidiocesana de Catequese e foi oferecido a dois catequistas de cada paróquia, os quais estão sendo preparados para a recepção do Ministério de Catequista, segundo itinerário de formação estipulado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

 

No mês de maio de 2021, o papa Francisco, por meio da Carta Apostólica “Antiquum Ministerium”, instituiu o ministério de Catequista. Essa carta é composta por onze parágrafos, nos quais ele apresenta sua justificativa, importância desse serviço e define algumas orientações pastorais para os bispos.

A CNBB já definiu os requisitos necessários para alguém ser instituído no ministério de catequista: ser escolhido pela comunidade eclesial; ter no mínimo 20 anos de idade e 5 anos de atuação na catequese; ter participado da formação básica proposta pela diocese; ter participado da formação específica e imediata para a recepção do Ministério, com duração mínima de seis meses. A Congregação para o Culto Divino, por sua vez, já publicou o Rito litúrgico para a Instituição do Ministério de Catequista, a ser realizado pelo bispo.

Padre Luciano Aparecido, assessor da Pastoral Bíblico-Catequética.

O evento aconteceu no Centro Pastoral da Paróquia do Imaculado Coração de Maria, em Pouso Alegre. A reflexão foi conduzida pelo padre Luciano Aparecido, vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, Monte Sião (MG) e assessor eclesiástico da pastoral bíblico-catequética da arquidiocese. O estudo inicial se deu sobre a primeira parte do Catecismo da Igreja Católica. O objetivo da formação foi preparar catequistas para a recepção futura do ministério instituído pelo papa Francisco. O evento encerrou-se com a celebração da Eucaristia no Santuário do Imaculado Coração de Maria, em Pouso Alegre.

Padre Luciano abençoa catequistas ao final do encontro.

Texto: Diácono Cristian Diego Rosa
Fotos: Kelly Almeida Nicácio do Prado


Membros do Conselho de Pastoral Arquidiocesano se reúnem virtualmente

Leigos e padres do Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) reuniram-se virtualmente, no sábado (6), para refletirem sobre a caminhada pastoral da Arquidiocese de Pouso Alegre (MG). O conselho é um organismo consultivo com a missão de auxiliar o arcebispo nas orientações sobre a atividade pastoral da Igreja Particular.

 

Por ocasião da reunião, dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R., arcebispo metropolitano, enviou uma mensagem que foi lida e refletida pelos participantes. Na mensagem, dom Majella destacou a caminhada sinodal, o 3º ano vocacional celebrado na Igreja do Brasil e agradeceu as orações pela 60ª Assembleia Geral da CNBB. A caminhada sinodal da arquidiocese continua, neste ano, na fase setorial. Padre Edson Aparecido da Silva, coordenador arquidiocesano de Pastoral, conduziu a reunião.

Segue a mensagem enviada pelo arcebispo.

 

Ao Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP),

Na certeza de que o encontro com o Ressuscitado transforma interiormente o coração e vivenciando o 3º Ano Vocacional do Brasil, que celebramos desde novembro de 2022, realizamos hoje o segundo encontro online do Conselho Arquidiocesano de Pastoral – CAP, neste ano de 2023.

Com destaque, sublinho como temas desta reunião: a segunda sessão do primeiro Sínodo arquidiocesano de Pouso Alegre com a etapa setorial e o 3º Ano Vocacional do Brasil.

As sessões setoriais do Sínodo Arquidiocesano que acontecerão nos encontros dos Setores de Pastoral constituem o aspecto mais importante da caminhada sinodal deste ano. Partindo da escuta da primeira etapa do Sínodo, estabelecerão as bases e também darão indicações para o desenvolvimento futuro dos Setores Pastorais. O resultado inspirará o trabalho pastoral da Arquidiocese por muitos anos. Importante é estar aberto ao inesperado.

O caminho da sinodalidade nos Setores de Pastoral exige um olhar mais atento à escuta das “novas” pessoas que nos últimos anos chegam à região em busca de melhores oportunidades econômicas, para melhorarem suas condições de vida por meio de melhores empregos, por educação, ou outras razões. Constata-se que, sobretudo, a partir do início do século XXI, a sociedade Sul mineira vem mudando. Ir ao encontro de uma sociedade em mudança e de uma cultura que está mudando e encontrar a linguagem e caminhos novos para ir ao encontro dessa cultura, é missão da Igreja. A Igreja sempre foi assim. Realidades novas, trazem “questões novas”. Não busquemos simplesmente soluções do passado para os problemas de hoje, não vai dar certo. Devemos estar imersos nas alegrias e esperanças, tristezas e as ansiedades da humanidade de hoje, sobretudo dos desfavorecidos, dos pobres e de todos os que sofrem (Gaudium et Spes, n.1).

O Sínodo deve nos ajudar a repensar e ajustar o “novo”. É preciso também, fazer um caminho de verdade e discernimento sobre a própria vida eclesial do Setor Pastoral, lembrando que por evangelização e missão, é necessário não olhar apenas para a Igreja particular de Pouso Alegre, mas para a Igreja que está em todo o mundo, em diferentes culturas, vivendo o processo sinodal pedido pelo Papa Francisco. Temos de ter a coragem profética de dizer: agora é preciso ir para frente! Precisamos de ser corajosos e criativos na renovação das estruturas pastorais e paroquiais. Vamos desenvolver as lideranças das comunidades eclesiais para atender às necessidades de mudança. Devemos ter a certeza de que a sinodalidade está incorporada em todos os aspectos da vida arquidiocesana.

A mensagem do Papa Francisco para o 60º dia mundial de orações pelas vocações, deste ano, foi inspirada no tema do 3º Ano Vocacional do Brasil: “Vocação: graça e missão”. A oração pelas vocações não se reduz à oração pelas vocações sacerdotais ou religiosas, mas destina-se a despertar uma cultura vocacional. As vocações podem ser diferentes, mas todos têm vocação, e não apenas alguns. O importante é que cada um se pergunte: qual é minha vocação na Igreja? Em nossa arquidiocese estamos reorganizando a Pastoral Vocacional pela dinamização do SAV – Serviço de Animação Vocacional. Como já tivemos a oportunidade de pedir nas visitas pastorais ou em outras ocasiões, também o fazemos novamente: que em cada paróquia haja um trabalho organizado de pastoral vocacional, sob os cuidados diretos do pároco. Vamos concretizar a meta construída para este ano: “em cada paróquia, uma nova vocação”. Com o bispo, os padres são os primeiros promotores vocacionais, o que requer falar sobre as vocações, dar testemunho vocacionais, as orações frequentes pelas vocações nas comunidades eclesiais e pelos seminaristas e sacerdotes e o apoio ao nosso Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora Auxiliadora. No próximo dia 17 de junho, na matriz de São José, em Paraisópolis, teremos a ordenação presbiteral do diácono Cristian Diego, para a nossa Arquidiocese. Continuemos a trabalhar com fé, perseverança e alegria pelas vocações. O fruto virá a seu tempo.

Agradeço as orações pela 60ª Assembleia Geral da CNBB, que realizamos de 19 a 28 de abril, em Aparecida – SP. Com o tema central, “Avaliação global da caminhada da CNBB (Art. 141 do Regimento em vigor)”, e a eleição da nova Presidência da Conferência e os Presidentes das Comissões Episcopais de Pastoral – CONSEP, executamos a proposta de pauta apresentada, marcada também por momentos de espiritualidade, comunhão e fraternidade entre os bispos.

Com a bênção, asseguro a todos a minha proximidade na oração.

 

Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R.
Arcebispo Metropolitano de Pouso Alegre.
Pouso Alegre, 6 de maio de 2023.

 

Texto: Diácono Cristian Diego Rosa


#Reflexão: 6º domingo da Páscoa (14 de maio)

A Igreja celebra o 6º Domingo do Tempo Pascal, neste domingo (14). Reflita e reze com a sua liturgia.

Leituras:
1ª Leitura: At 8,5-8.14-17
Salmo: 65(66),1-3a.4-5.6-7a.16.20 (R. 1-2a)
2ª Leitura: 1Pd 3,15-18
Evangelho: Jo 14,15-21

Acesse aqui as leituras.

AMAR É PRATICAR O PRÓPRIO AMOR

O Evangelho de João deste domingo – como de domingo passado - nos coloca junto de Jesus e aos discípulos durante a Última Ceia. Ele já tinha se colocado aos pés dos discípulos no gesto que surpreendeu a todos, então, quis  deixar no coração de todos, palavras profundas que pudessem aliviar a profunda experiência da morte em Cruz. É um discurso de adeus, mas ao mesmo tempo de consolação, pois se separaria dos seus discípulos para que todos pudessem receber a força de Deus no Espírito Santo. Jesus quis preparar seus discípulos antes de demonstrar o que é o amor de Deus.

As primeiras palavras de Jesus foram apresentadas não como uma imposição ou obrigação, mas como um convite: “Se me amais...”. Mesmo falando aos seus discípulos, Jesus não ordena e nem ameaça seus seguidores, mas expressa tudo com humildade e simplicidade. O amor depende como cada um faz vibrar em si aquilo que é doado sem ameaças. Quando se ama Jesus profundamente, o discípulo se transforma em outra pessoa: se torna o próprio Mestre nas ações; braços de Jesus que continuam amando, acolhendo e perdoando.  O discípulo se torna olhar do próprio Mestre que continua semeando amor neste mundo.

É a primeira vez que em João, Jesus convida os seus a amá-Lo. Em outras ocasiões, o convite sempre foi para que o amor fosse vivido em relação ao próximo, como condição de serem discípulos Dele. O amor é algo que deve ser expressão plena da liberdade: se escolhe amar e não se obriga!

O Bom Mestre Jesus dá a dica de como devemos expressar o nosso amor para com Ele: observando os seus mandamentos, não por obrigação, mas por força interior; pois assim, cada um terá a energia para agir como o próprio Jesus. Devemos lembrar que em nenhum momento, Jesus ditou uma “nova legislação”, cancelando as Leis de Moisés, mas insiste (duas vezes) que o “modo” de viver é algo novo, por isso, Ele afirma ser “meus Mandamentos”: é o Mandamento do Amor de sempre vivido de diversos modos.

Jesus procurou aprofundar aqueles princípios que para Ele são fundamentais e conhecidos pelos discípulos, mas sufocados pela religião da época. Era uma religião que insistia somente nas práticas das leis e costumes, sem se importar nem com o amor a Deus e muito menos pelo amor ao próximo. Por outro lado, os mandamentos de Jesus não são também princípios que cada um vive do seu jeito e modo. O mandamento principal, nós conhecemos: “Amar o próximo!” Mas o modo de viver e praticar esta norma fundamental do discipulado de Jesus, que nós encontramos somente no próprio modo de vida de Jesus.

Assim, o amor para com Jesus é condição para poder cumprir os seus mandamentos, da mesma forma que cumpri-los será prova do amor para com Ele. Quem não ama a Jesus não consegue amar aos outros. E quem não ama os outros não ama Jesus. No amor, o cristão assume um rosto divino e Deus assume um rosto humano. O amor não tem obrigação, mas gratuidade; nem intimidação, mas oferta generosa; não convence com constrangimento, mas na doação contagiante que encanta quem escuta e vê, como Felipe na primeira leitura.

Todo ensinamento de Jesus aos discípulos possui uma intensidade de comunhão. Ele permanece sempre conosco, quando vivemos intensamente o amor. Diz Jesus que jamais nos deixará órfãos.

É impossível amar a Deus sem pagar o preço da transformação do próprio coração. Amar a Deus é se moldar ao amor perfeito e generoso daquele que pode tudo, mas prefere esperar a nossa resposta e a nossa aceitação. Quando se ama ao modo divino ensinado por Jesus, cada pessoa torna-se face de Deus para o próximo. O amor é luz que nos ilumina, e assim, nós nos transformamos em luz para os outros.

O Amor Perfeito de Jesus com o Pai produz outro grande dom para aquele que faz a mesma estrada da vivência do amor: Dom do Espírito Santo. Ele é fruto da prece e da intercessão de Jesus. É dom que expressa a maior profundidade do amor do Pai e do Filho.

Jesus chama o Espírito Santo de “outro paráclito”. A palavra paráclito significa “aquele que está do lado”, “defensor”, “auxiliar” e era usado para descrever alguém que hoje chamamos de advogado em uma situação difícil. É “outro”, pois todos já conhecem Jesus como o primeiro defensor que temos diante do Pai.

Como Jesus, o “novo Paráclito” não se identifica com nada neste mundo, pois é revelação e dom do alto. É gratuito e dado como expressão do amor para quem ama; como dom para quem se doa. São atitudes e modos de amar que o mundo não conhece. E Jesus confirma e nos garante que o Espírito Santo permanecerá sempre conosco. O amor não deixa ninguém sozinho, mas une profundamente as pessoas. A prática do amor de Deus (“meus mandamentos”) nos une a Deus de tal forma que não poderá nos separar e jamais estaremos sozinhos (“órfãos”). Jesus não deixará os seus indefesos, pois Ele virá até eles.

Amar a Jesus é possuir uma visão das coisas com os olhos do céu. O amor transforma nosso modo de ver de tal forma que enxergamos não as coisas ocultas, mas a verdadeira profundidade e o sentido de tudo ao nosso redor. O amor nos faz descobrir o próximo como presente de Deus!

Jesus anuncia a sua partida da visão dos discípulos, mas permanecerá sempre com os seus, em todos os tempos e lugares. Os olhos não mais o verão como uma pessoa, mas Jesus poderá ser visto no rosto daquele que ama e é amado. Cada irmão e irmã se torna presença de Deus neste mundo: é a força do amor!

Mas, Cristo alerta que a condição para continuar “vendo” a Ele é viver e praticar os seus mandamentos. Porém, é fundamental que cada um viva o amor como Ele mesmo viveu. Assim, o Amor verdadeiro é muito mais que um sentimento ou algo misturado com desejos e até mesmo pecados e vícios. Amor é total doação, ao extremo e sem querer nada em troca; é algo que se esvazia completamente para que o outro tenha vida e dignidade. Por isso, o Amor Verdadeiro de Jesus é tão exigente e desafiante para um mundo que procura ensinar que o principal para cada um é o que satisfaz seus desejos pessoais.

Em todo o discurso de Jesus, destaca-se sempre o anúncio a uma comunidade (“vós”). O amor não é algo voltado para si, para alimentar sentimentos e interesses pessoais, mas é voltado para o próximo como lugar para se experimentar o próprio amor de Deus. Amar como Jesus amou é ser a comunidade que Ele desejou para este mundo: pessoas como sinais e presença de Deus no mundo. A experiência religiosa deixa de ser em um lugar, para existir nas pessoas; não algo reduzido a um tempo ou um momento, mas em todas as pessoas que encontrarmos.

O amor, dessa forma, consiste em viver os mesmos valores e comportar-se como Jesus procurou ensinar aos discípulos em cada encontro com as diversas pessoas que Ele perdoou, curou e amou. O amor verdadeiro não é somente interior, mas visível em gestos e palavras. Amar - segundo Jesus - não é só um “sentimento”, mas uma prática de vida na caridade e na misericórdia.

Na 2ª leitura, São Pedro em sua primeira carta nos alerta que devemos dar razão de nossa esperança. Que ela seja clara e vibrante em nossa vida. No entanto, não devemos impor, mas propor a nossa fé. Pedro nos diz que devemos fazer com mansidão, respeito e com boa consciência. São Pedro ainda conclui que é melhor sofrer devido ao bem realizado (como Jesus) do que sofrer pelo mal ou o pecado cometido. O bem e o amor nos dão razão quando somos injustiçados. O mal nos torna iguais àqueles que somente merecem a condenação e o castigo por parte dos homens.

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São Miguel Arcanjo: defendei-nos no combate

No dia 8 de maio, celebra-se a aparição de São Miguel Arcanjo sobre o Monte Gargano, em Apúlia, na Itália. Conhecido como fiel escudeiro de Deus e chefe do Exército Celeste, Miguel é o príncipe defensor, guerreiro que protege o povo de Deus de todos os perigos. É o padroeiro das batalhas, dos paraquedistas e dos paramédicos. Seu nome vem do hebreu “Mija-el” que significa “Quem como Deus” (Semelhante a Deus).

No livro do profeta Daniel, encontramos referência a São Miguel em dois capítulos diferentes: “Há vinte e um dias que o chefe do reino da Pérsia combate comigo, mas Miguel, um dos primeiros chefes veio me ajudar” (Dn 10,13-22) e “Naquele dia vai prevalecer Miguel, o grande comandante, sempre de pé ao lado do teu povo" (Dn 12,1).

No livro de Judas, também há referência ao chefe dos exércitos celestes: “No entanto, o Arcanjo Miguel, quando estava disputando com o diabo o corpo de Moisés, não se atreveu a lançar-lhe em rosto uma invectiva injuriosa, mas apenas disse: O Senhor te repreenda” (Jd. 1,9).

Na tradição cristã, aprendemos que Miguel tem 4 papéis principais:

1. Comandante do exército de Deus e o líder das forças celestes em seu triunfo sobre os hostes infernais;
2. Anjo da morte levando a alma dos fiéis falecidos para o céu. Nesse papel, na hora da morte, Miguel desce e dá à alma uma chance de se redimir antes da morte, atrapalhando assim o diabo e seus aliados;
3. Responsável por medir as almas numa balança perfeitamente equilibrada;
4. Guardião da Igreja.

São João, no livro do Apocalipse, descreve a batalha entre os anjos e os demônios: “Houve então uma batalha no céu: Miguel e seus anjos guerrearam contra o dragão. O dragão lutou, juntamente com seus anjos, mas foi derrotado; e eles, perderam seu lugar no céu" (Ap. 12, 7-8).

O culto a São Miguel Arcanjo está presente desde os primórdios. Atualmente, a ele são dedicadas novenas e orações. Muitas cidades e paróquias levam seu nome. Que todos nós, cristãos, busquemos em nossas batalhas diárias a proteção de São Miguel Arcanjo e que, a exemplo desse anjo, possamos ajudar nossos irmãos em suas lutas diárias!

 

Oração

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate.
Sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio.
Que Deus manifeste o seu poder sobre ele. Eis a nossa humilde súplica.
E vós, Príncipe da Milícia Celeste, com o poder que Deus vos conferiu,
precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos,
que andam pelo mundo tentando as almas. Amém.

 

Referências:

Holweck, F. (1911). St. Michael the Archangel. The Catholic Encyclopedia. New York: Robert Appleton Company. http://www.newadvent.org/cathen/10275b.htm

https://www.vaticannews.va/pt/oracoes/sao-miguel-arcanjo.html

Imagem: Padre Joule Windson Cunha Santos / Vatican Media

 


Ensino social de Francisco em dez anos

No mês de março comemoramos uma década da eleição do cardeal Jorge Mário Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires, Argentina, como o 266º bispo de Roma, como ele mesmo gosta de ser chamado. Logo de saída, a notícia da eleição de Bergoglio trouxe uma série de novidades: o primeiro papa latino americano e do Terceiro Mundo, (vindo do fim do mundo!), o primeiro papa jesuíta, o primeiro de fora da Europa em 1.200 anos, primeiro papa a adotar o nome de Francisco, em homenagem ao pobrezinho de Assis que viveu no final do século XII e início do século XIII. Já era de se esperar, portanto, um papado diferente, que colocasse o pobre no centro de sua pregação, seja pela influência da teologia latino-americana da Libertação, pela formação austera dos jesuítas ou pelo indicativo do nome escolhido. De fato, o que estamos vendo é um papado verdadeiramente reformador da Igreja, com um forte viés social, político e econômico. É isso: Francisco coloca o pobre como centro da ação da Igreja e toca nas questões que de fato interferem na vida do pobre para melhorá-la ou para piorá-la. Em certa medida, podemos dizer que o papado de Francisco pauta a Igreja pelo social e, assim, todo seu ensino é social. Porém, Francisco pauta o social como instrumento que garante a dignidade da pessoa humana, vista como imagem e semelhança de Deus e redimida de seus pecados pelo Cristo crucificado.

Francisco, nesses dez anos de pontificado, vem procurando implementar as diretrizes do Concílio Vaticano II, que por sua vez, estabeleceu o diálogo da Igreja com o mundo. Na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, o Concílio indica que a Igreja deve estar atenta e ser solidária com as situações existenciais e cotidianas das pessoas no mundo. A Igreja da América Latina, da qual Francisco é filho, tem procurado aplicar em sua pastoral as diretrizes do Concílio, atualizadas pelos documentos das Conferências Episcopais da América Latina e do Caribe: Medellín, Puebla, Santo Domingo e Aparecida. É bom lembrar que o então cardeal Bergoglio coordenou a equipe de redação do documento final da Conferência de Aparecida. Seus pronunciamentos enquanto papa sempre trazem as reflexões e propostas evangelizadoras de Aparecida.

Podemos afirmar que a grande novidade trazida por Francisco é, ao apontar para a dignidade da pessoa humana, propor um novo humanismo, também chamado humanismo integral.

Essa nova visão do ser humano o mantém como centro do universo, da obra da criação, como sinal e revelação do rosto de Deus, mas, ao mesmo tempo, o chama à responsabilidade de cuidador de toda a obra criada. O ser humano visto e apresentado a nós por Francisco deve ser também o responsável pelo cuidado da criação. Esse é o grande chamado de Francisco à Igreja, aos fiéis e ao mundo: serem cuidadores, interessarem-se pelo outro e pela casa comum. Convoca a todos a serem cuidadores sobretudo dos empobrecidos: as populações periféricas, os povos originários, as mulheres e os LGBTQIA+. Convoca a Igreja a promover uma saída às periferias, onde estão os machucados do mundo, ser como um hospital de campanha. Uma Igreja cuidadora!

Quando fala do cuidado com a Casa Comum e com os empobrecidos, Francisco toca nas questões que de fato podem contribuir com esse cuidado, colocando a economia e a política como instrumentos primordiais para melhorar a vida desses abandonados. Em 2018, a Congregação para a Doutrina da Fé e o Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral publicaram, em conjunto, um pequeno texto sobre a economia: “Oeconomicae et Pecuniariae Quaestiones: considerações para um discernimento ético sobre alguns aspectos do atual sistema econômico-financeiro”. É o primeiro texto da Igreja especificamente sobre economia. Depois o papa convocou o movimento “Economia de Francisco”, no Brasil, “Economia de Francisco e Clara”. Esse movimento chama jovens economistas a buscarem soluções para uma economia que promova a vida e cuide da Casa Comum, tendo como modelo as experiências de economia solidária já existentes. Em 2020, publica a encíclica Fratelli tutti que trata da política melhor. Nela, convoca os cristãos e as instituições a se envolverem com a política, entendida como a forma mais alta de amor. E não é a primeira vez que faz isso. Além disso, convoca os governos das nações e as instituições nacionais a usarem seus esforços para tornar o mundo um lugar melhor onde todos se sintam incluídos.

Qual é o legado de Francisco no ensino social da Igreja? É a maneira como ele fala, a sua linguagem. É tocar com o dedo na ferida. A maneira contundente, concreta e com clareza estonteante como ele trata dos assuntos sociais e como propõe ações concretas e viáveis. Francisco, vindo do fim do mundo, da América Latina, sendo descendente de imigrantes europeus expulsos pelo capital e obrigados a refazer suas vidas longe de sua pátria, desenvolveu um fino senso de justiça e compaixão pelos que mais sofrem. Ao mesmo tempo, desenvolveu uma habilidade muito prática de solucionar essas injustiças estruturais e estruturantes. Conhecedor de um continente historicamente expropriado e empobrecido, que viu o colonizador branco europeu chegar e dizimar sua população originária, dilapidar suas riquezas naturais e trazer pessoas escravizadas de outro continente (da África), e empurrar sempre a maioria de sua população para a pobreza e a periferia como se não fosse gente, desenvolveu uma percepção da esperança que confunde os menos otimistas.

O ensinamento social de Francisco contribui, sobretudo, com a Igreja e o mundo pela clareza e perspicácia com que ele toca nas questões sociais.

 

Imagem: VATICAN MEDIA Divisione Foto.

 


#Reflexão: 5º domingo da Páscoa (07 de maio)

A Igreja celebra o 5º domingo do Tempo Pascal neste domingo (07). Reflita e reze com a sua liturgia.

Leituras:
1ª Leitura: At 6,1-7
Salmo: 32(33),1-2.4-5.18-19 (R. 22)
2ª Leitura: 1Pd 2,4-9
Evangelho: Jo 14,1-12

Acesse aqui as leituras.

JESUS CAMINHO, VERDADE E VIDA

Evangelho de João neste domingo nos coloca junto a Jesus e a seus discípulos, logo após terem celebrado a Última Ceia e Jesus ter lavado os pés de todos, Cristo resolveu abrir seu coração para preparar os seus amigos para tudo que estava por acontecer. Ele sabia de tudo que deveria enfrentar, da dor ao sofrimento, mas Jesus procurou preparar a todos para a última batalha que Ele mesmo deveria enfrentar: a morte. Sua preocupação era pelos seus discípulos e não consigo mesmo.

“Não se perturbe o vosso coração”. Nós sabemos que os sofrimentos e as dores nos acompanham nesta estrada de nossa existência. Não fomos feitos para passar por isso como algo natural e normal, por isto, muitos vivem como se isso fosse algo somente para os outros. Jesus, no entanto, também quis ensinar os discípulos sobre esta realidade tão negativa de nossa vida. Como sempre faz, Ele ensina fazendo, mostra algo procurando Ele mesmo dar o exemplo. Mas, aqui era necessário assegurar a todos sobre aquilo que iriam ainda enfrentar com a Sua Paixão e Morte.

A morte é sempre uma surpresa para nós, mesmo sabendo que isso faz parte da nossa vida. Sabemos que um dia todos nós deveremos também passar por esta realidade, mas nunca estamos preparados. Quando a morte acontece de improviso (uma doença, um acidente...) nossa reação natural é de pensar que a vida foi roubada e que a morte (ou Deus) foi injusta. Jesus tentou mostrar que esse momento (mesmo sendo duro), para quem crê, é uma passagem: nesta vida e estamos todos em uma viagem e a morte não é o ponto final, mas somente uma ponte que nos conduz a uma realidade muito maior do que aquela que temos nesta vida. Jesus lembra que o contrário do medo não é a coragem, mas a fé. Acreditar que tudo tem um significado muito maior onde Deus é que está presente.

Diante de tudo isso, a palavra de Jesus é não se deixarem se perturbar (abalar) por nada. O caminho para se ter essa segurança é a fé em Deus e em Jesus Cristo. Acreditar que se temos do nosso lado aquele que mantém e sustenta o universo (Deus Pai e Jesus), nada pode nos abalar. Podemos ser atingidos e ser atacados como uma casa golpeada por uma tempestade, ou um barco agitado por grandes ondas, mas estamos com Jesus e vamos conseguir atravessar todos os tormentos.

Vivemos, recentemente, tempos de insegurança e medo. O mal tão pequeno que nos rodeava, ceifou vidas e atingiu toda nossa sociedade (economia, escola, igreja, segurança...). O Mal não precisa ser grande para nos atingir. Aprendemos que ele faz muito estrago contando com o nosso egoísmo, nossa falta de sensibilidade e até desprezo pelo próximo. Como sempre a insensibilidade de alguns pode trazer tantos males para muitos.

Temos o exemplo positivo das primeiras comunidades (1ª leitura). Diante da necessidade de irmãos, a comunidade se organizou para atender a todos, pois cada um é importante. Os apóstolos não usaram da desculpa da evangelização para não ajudar os necessitados, pelo contrário, se reorganizaram que atender a todos, pois a fé nos abre os olhos para os irmãos.

Jesus no Evangelho promete para os discípulos uma morada definitiva, junto de Deus, “na casa de meu Pai”. São Paulo já nos dizia: “Sabemos, com efeito, que ao se desfazer a tenda que habi­tamos neste mundo, recebemos uma casa preparada por Deus e não por mãos humanas, uma habitação eterna no céu” (2Cor 5,1).

Um dia também nós deveremos passar por essa estrada, Jesus foi à frente para desbloquear tudo que nos impedia de chegarmos até a nossa morada eterna. Jesus transforma a escuridão da sua morte em caminho de luz para todos; um caminho que todos nós podemos percorrer com segurança, desde que todos procurem seguir suas indicações.

Mas, é fundamental também que tornemos a nossa vida aqui neste mundo, uma morada digna para Deus Trindade: Somos templo de Deus, morada do eterno com o nosso Batismo. O próprio Jesus afirma: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e nós viremos a ele e nele faremos nossa morada” (Jo 14,23). Jesus ainda promete que não ficará nos esperando na passagem pela morte, mas Ele mesmo nos conduzirá, como Pastor que enfrenta a noite para dar amparo às suas ovelhas, pois somente Ele possui a Luz que brilha nas trevas da morte.

O apóstolo Tomé é sincero: eles não sabiam o caminho, pois a morte parecia ser uma estrada feita na solidão com uma esperança que se perdia em um futuro incerto (no final dos tempos). Jesus afirma ser o caminho, mas eles ainda não tinham visto a Paixão e a Ressurreição e não conheciam a estrada aberta por Cristo ao romper de sua morte. Assim, Jesus afirma ser, Ele mesmo, tudo isso: o caminho, a verdade e a vida.

Caminho: seguir Jesus é construir caminhos e abrir estradas. Jesus tira suas ovelhas do cercado e caminha a sua frente (Evangelho de domingo passado). A fé é construída no relacionamento entre as pessoas, nos encontros que os caminhos nos propõem. Nas esquinas e praças, temos a vida que é construída e praticada. Nas casas e vilas, a vida é celebrada a cada instante, e é nesses lugares que temos que estar como presença de Jesus.

Jesus não disse que é o “ponto de chegada” da nossa jornada, mas que é a “estrada”, o movimento, pois precisamos de ajuda na nossa caminhada até encerrarmos nossa passagem neste mundo, por isso, Ele mesmo se faz “chão” por onde caminhamos até o encontro final com Ele mesmo. Nossos passos são os mesmos do Bom Pastor que está a nossa frente, nos ajudando pelas estradas deste mundo, nos livrando dos perigos, desde que permaneçamos aos seu lado.

Caminho (estrada) é o lugar do Pastor e do Mestre Jesus e onde devemos segui-Lo como ovelhas e discípulos. Ouvindo e acolhendo a Palavra do Senhor. A Palavra aquece e alegra o coração daqueles que caminham e praticam no chão da vida os ensinamentos de Jesus.

Caminho é liberdade. Praticar a liberdade é a melhor expressão daquele que acolhe o amor de Deus. Amor é escolher entre todas as direções, o caminho que tem a sua frente, o Pastor que nos guia. Aos discípulos, Jesus não disse que Ele é o ponto final, mas o caminho, a viagem. A nossa existência é uma peregrinação e Jesus se propõe a nos amparar, sendo o chão que nos dá proteção, nos aponta a direção e ao mesmo tempo nos guia por toda nossa existência.

Verdade: Interessante que Jesus não diz que “Ele tem a verdade”. Verdade para Jesus não é um conhecimento ou uma sabedoria, mas uma pessoa. Jesus não diz que tem conhecimento ou sabe algo, mas Ele próprio é a Verdade. Tudo na vida de Jesus nos ensina, nos orienta e nos completa. Cada gesto, palavra e exemplo nos ensinam o que devemos semear com nossas palavras.

Não somos chamados a ser comunicadores de leis e mandamentos, mas de Jesus como pessoa a ser encontrada e abraçada. Aqui entendemos as normas, as leis e os mandamentos: nos ajudam como sentinelas quando estamos abandonando a estrada. As placas em nossas estradas não são o caminho, mas nos ajudam a permanecer nele.

A verdade é Jesus e não aquilo que eu determino e aplico a Deus. Percorrer o caminho da verdade proposto por Jesus é percorrer seus passos, seguir suas pegadas. O amor, a caridade, o perdão, a solidariedade, a compaixão são os sinais dos seus passos que devemos também deixar como sinais da nossa presença de cristão; sinais de que ali passou um discípulo de Jesus.

Jesus é vida, não algo frio, distante e, muito menos, algo externo a nós. Crer em Jesus é como respirar um ar que não nos torna imunes, nem super-heróis, mas nos torna eternos. É um alimento que nos fortalece e nos anima a caminharmos sempre até o dia que nossa jornada neste mundo terminar.

Assim, Jesus é o caminho que nos ampara e nos mostra a nossa estrada; Ele é a verdade que abre os nossos olhos e clareia a nossa jornada nos dando tranquilidade em nosso coração; Jesus é o nosso sentido de existência e o alimento que nos nutre em nossa jornada nesta terra.

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Pastoral Vocacional realiza Encontro Arquidiocesano

Aconteceu na tarde do último domingo (30), no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, o primeiro Encontro dos agentes da Pastoral Vocacional Arquidiocesana, neste ano de 2023.

O encontro contou com a presença de 65 agentes da Pastoral Vocacional das paróquias da Arquidiocese de Pouso Alegre. Foi um momento de oração, partilha e encaminhamentos das atividades vocacionais nas paróquias.

O encontro foi preparado pelo SAV - Serviço de Animação Vocacional e conduzido pelo Padre Fabiano José Pereira, Coordenador Arquidiocesano da Pastoral Vocacional, e pelos seminaristas Gustavo Camanducaia e Natanael Barbosa.

O objetivo principal do encontro foi o de consolidar as novas EVPs - Equipes Vocacionais Paroquiais. O SAV - Serviço de Animação Vocacional não trabalhará somente com os coordenadores paroquiais, mas com equipes de leigos que dinamizarão o trabalho vocacional nas paróquias.

Foi divulgada, no encontro, a estratégia de ação para o Ano Vocacional, que tem como tema "Vocação: graça e missão" e o lema "Corações ardentes, pés a caminho".  Além das orações, as EVPs - Equipes Vocacionais Paroquiais vão realizar a JORNADA VOCACIONAL: um projeto de escuta e reflexão sobre a temática vocacional, que acontecerá nas comunidades, nas paróquias e, posteriormente, nos setores da arquidiocese. Assim, a Igreja Particular de Pouso Alegre viverá intensamente o Ano Vocacional, que terá seu encerramento no dia 26 de novembro, Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo.

 

Texto: Padre José Luiz Faria Junior
Imagens: Seminarista Gustavo Camanducaia

Pastoral Familiar realiza Encontro de Formação Provincial

A Pastoral Familiar da Província Eclesiástica, que abrange a Arquidiocese de Pouso Alegre e as Diocese de Guaxupé e Campanha, realizou neste domingo (30), um Encontro de Formação com agentes da Pastoral Familiar.

O Encontro de Formação aconteceu na Arquidiocese de Pouso Alegre, na Paróquia São João Batista, em Pouso Alegre (MG). No encontro foram tratadas duas temáticas: "O Subsídio de Pós Matrimonial do Regional Leste 2" e o "Guia de Implantação da Pastoral Familiar nas Paróquias".

O encontro foi organizado pelos casais coordenadores das três dioceses: Célia Aparecida da Silva e Carlos Antônio da Silva (Diocese da Campanha), Edésio Pereira de Castro e Lídia Maria Silva Leite Pereira de Castro (Diocese de Guaxupé) e Laércio Batista Guedes e Francine Sales Silva Batista (Arquidiocese de Pouso Alegre).

Para a assessoria, o encontro contou com a presença do casal Sílvia Aparecida da Silva e Gilberto Pereira Silva, coordenadores da Pastoral Familiar do Regional Leste 2 da CNBB, e do casal Márcio Luiz Brochini e Edy Lamar Brochini, coordenadores do Setor Pós Matrimonial, também do Regional Leste 2.

Às 8 horas, deu-se início ao encontro com a acolhida dos participantes e a Celebração da Eucaristia, na Igreja Matriz de São João Batista, presidida pelo Assessor da Pastoral Familiar na Arquidiocese de Pouso Alegre, Cônego Mauro Morais.

Logo em seguida, o casal coordenador da Pastoral Familiar da Arquidiocese de Pouso Alegre, apresentou todos os envolvidos no encontro, bem como a dinâmica e programação do evento.

Durante todo o dia, os casais assessores conduziram o encontro, desenvolvendo a temática proposta. Também aconteceu uma apresentação sobre o Instituto Nacional da Pastoral Familiar - INAPAF. Ainda houve espaço para esclarecimentos, partilha em grupos e encaminhamentos.

Estiveram presentes no Encontro, o Vigário Geral da Arquidiocese de Pouso Alegre, Cônego Wilson Mário de Morais, o Pároco da Paróquia São João Batista e Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, Padre Edson Aparecido da Silva, e o Assessor da Pastoral Familiar do Regional Leste 2, Padre Wesley Clay Alves Rodrigues, da Diocese da Campanha.

 

 

Texto: Padre José Luiz Faria Junior

Fotos: Lidiane Schmidt e Cristiane Reis da Silva


Mães da Arquidiocese de Pouso Alegre participam de Encontro do Movimento Mães que Oram pelos Filhos

Entre os dias 20 e 23 de abril, mães das paróquias das cidades de Borda da Mata, Cachoeira de Minas, Caldas, Congonhal, Itajubá, Jacutinga, Monte Sião, Ouro Fino e Pouso Alegre participaram  do 9° Encontro Nacional e 2° Encontro Internacional do Movimento Mães que Oram pelos Filhos.

O encontro aconteceu na Comunidade Canção Nova, na cidade de Cachoeira Paulista (SP), e marcou a abertura do Ano da Missão no Movimento, por isso apresentou como tema : Ide Evangelizai!

O Movimento tem como carisma, restaurar as famílias pelo poder da oração de intercessão e apresenta um caminho de santidade a ser percorrido em cinco anos: reconciliação, oração, Eucaristia, penitência e missão.

O encontro foi um momento de intensa espiritualidade e renovação para todas as mães que participaram e contou com a presença de Dom Giambattista Diaquattro, Núncio Apostólico no Brasil, de Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias, Bispo de Lorena e de Dom Frei Mário Marquez, OFMCap, Bispo de Joaçaba.

Texto: Padre José Luiz Faria Junior

 Fotos: Coordenação da Província 2 do Movimento Mães que Oram pelos Filhos


Arquidiocese de Pouso Alegre marca presença na reunião do Conselho Deliberativo dos Membros do Conselho Nacional do Laicato do Brasil

Aconteceu em Belo Horizonte, nos dias 22 e 23 de abril, a reunião do Conselho Deliberativo dos membros do Conselho Nacional do Laicato do Brasil, do Regional Leste II da CNBB. Participaram do encontro os membros do colegiado deliberativo que são os representantes das dioceses e arquidioceses do estado de Minas Gerais, os coordenadores das Comissões de Assessoria e também os representantes dos organismos filiados. A senhora Dalva Rangel, representou nossa arquidiocese no encontro.

O objetivo foi abordar, discutir e definir assuntos como o trabalho das organizações ligadas ao conselho, a questão financeira e de sustentabilidade, trabalho e articulações das comissões, planejamento trienal, planejamento da Assembleia Geral Ordinária, entre outros assuntos.

Texto: Padre Carlos Cézar Raimundo

Fotos: Davidson Avelino Damasceno/Comunicação CNLB Leste II