Arquidiocese emite carta por ocasião das eleições municipais

Por ocasião das eleições municipais do próximo dia 15 de novembro, quando os eleitores escolherão seus representantes no poder Executivo e Legislativo, o arcebispo metropolitano, dom José Luiz Majella Delgado-C.Ss.R, e o coordenador da Comissão a Serviço da Vida Plena, padre Odair Lourenço Ribeiro, assinam uma carta orientativa aos cristãos e pessoas de boa vontade da arquidiocese de Pouso Alegre. A vida, que é dom de Deus, é responsabilidade de todos. É preciso cuidar desse dom tão precioso. E a política pode e deve ser um grande instrumento “para que todos tenham vida e a tenham plenamente” (Jo 10,10).

Igreja, em sua Doutrina Social, ensina que, ao pensarmos nos valores que deve ter uma política que cuide da vida, esta precisa ser fundamentada em cinco pilares: que promova a dignidade humana (garantir que todas as pessoas, da concepção à morte, tenham uma vida digna), o bem comum (os bens necessários à vida digna são para todos), a justiça social (os direitos à saúde, educação, trabalho, moradia, alimentação etc.), a subsidiariedade (as organizações políticas colaborem com os que precisam, respeitando a autonomia das pessoas e instituições) e a ecologia integral (relação profunda entre todas as criaturas do nosso planeta). Por isso, convida os cristãos e as pessoas de boa vontade a fazerem da política um espaço de construção de projetos que permitam o bem viver de todos, considerando os mais pobres e, também, a vida da natureza. (Laudato Si, n. 13)".
Faça o download da carta aqui!
https://arquidiocesepa.org.br/webroot/upload/img/files/Carta-eleicoes.pdf

É preciso conhecer a missão e função de cada membro dos poderes Executivos e Legislativos, pois somente assim o cidadão pode exercer seu direito de voto e cobrança. Seguindo as regras eleitorais, o voto popular concede aos administradores (prefeitos e secretários) e aos legisladores (vereadores) a responsabilidade de cuidar do desenvolvimento das cidades: educação, saúde, transporte, moradia, trabalho e renda, saneamento básico, segurança pública, meio ambiente são algumas das áreas que podem melhorar ou piorar, dependendo das escolhas. Mas, isso não impede que as pessoas continuem participando das escolhas políticas, sendo ouvidas por esses seus representantes, por meio, por exemplo, do orçamento participativo e de outros instrumentos que permitam que a população participe, ativamente, das escolhas que afetarão sua vida.

"O(a) prefeito(a) é a pessoa responsável, junto com sua equipe, pelo poder executivo municipal. A própria palavra explica o que essa pessoa deve fazer: executar as leis e projetos, para que a cidade “funcione”. Cada prefeitura tem sua organização, geralmente, por meio de secretarias e departamentos. Seus responsáveis principais (secretários ou diretores) são escolhidos pelo(a) prefeito(a) e dele(a) recebem as linhas gerais de como realizar seu trabalho. Para fazer isso, a prefeitura conta com um orçamento, formado pela arrecadação de impostos e taxas e repasses dos outros níveis da federação (estado e União). O(a) prefeito(a) é quem indica como e onde esse recurso será aplicado, pois é ele(a), com sua equipe que organiza o orçamento municipal. Ele pode indicar projetos de lei para serem aprovados (ou não) pela Câmara dos Vereadores. Os(as) vereadores(as) formam o poder legislativo municipal. Assim, sua primeira responsabilidade é indicar, elaborar e votar projetos de lei. São essas leis que permitirão (ou não) o desenvolvimento sustentável das cidades. A Câmara de Vereadores também é responsável por fiscalizar o que faz o poder executivo, como ele aplica os recursos, dando vida aos projetos que foram aprovados. Abrindo canais de comunicação com a comunidade, a Câmara deve elaborar leis que vão ao encontro das necessidades do povo. O orçamento municipal, elaborado pelo poder executivo, deve ser aprovado, ou não, pela Câmara dos Vereadores, por exemplo."

Como escolher os candidatos?

1 - O primeiro passo é entender a função e a responsabilidade de cada um. Assim, não se deixar enganar com falsas promessas. Mais ainda, não aceitar, de forma alguma, atos de corrupção eleitoral, como a compra ou a troca de votos por benefícios e favores pessoais. Lembre-se, nosso voto não tem preço, tem consequências.

2 - Conhecer os candidatos é muito importante, saber quem são e como pensam, se têm condições de exercerem de forma honesta e transparente seus mandatos, além de conhecimento específico para atuarem nos poderes públicos (saber bem qual é a sua função).

3 - Observar e analisar os projetos políticos dos candidatos, de seus partidos e ou grupos dos quais são aliados. Esses projetos apresentam passos concretos e viáveis para o bem viver da população? Promovem a dignidade humana, o bem comum, a justiça social e a ecologia integral? Esses candidatos respeitam a democracia e são incentivadores da conscientização e participação do povo na vida política? Em sua campanha, utilizam bem os recursos, com transparência de quem os financia e de como gastam esse dinheiro? Respeitam os adversários políticos, dialogando com a sociedade a partir de fatos objetivos, sem estimular o uso de notícias falsas e de uma linguagem violenta contra os que não são seus aliados? (Laudato Si, n. 189)

Como ser um candidato que testemunhe os valores cristãos?

Se você optou pela vocação política, saiba que ela é um dom precioso de Deus, que você recebe e acolhe como serviço. Estar a serviço não é fácil! Mas, precisamos fazer da ação política um instrumento de construção de uma cidade melhor para todas as pessoas. Isso quer dizer uma determinação em elaborar, debater, aprovar e executar, bem como acompanhar a execução, de projetos que promovam a dignidade humana, o bem comum e cuide do meio ambiente, de forma sustentável, respeitando-se as pessoas e instituições. Faça sua campanha com honestidade, a partir da verdade e do respeito.A boa política está em construção e nós todos somos responsáveis por ela (Laudato Si, n. 177). Cuidemos da vida, dom de Deus!


CNBB lança "Coleta do Bem", iniciativa que unifica campanhas da Fraternidade e Evangelização

A “Coleta do Bem”, nome oficial da iniciativa que unifica a Coleta da Solidariedade (gesto concreto da Campanha da Fraternidade) com a Coleta da Campanha para a Evangelização, será feita este ano em caráter extraordinário devido à pandemia na Solenidade de Cristo Rei.

Com o tema “É tempo de Cuidar da Evangelização” e lema “Conheceis a generosidade de Cristo” (2 Cor 8,9), a Coleta do Bem também está em sintonia com a Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil, uma iniciativa da CNBB e Cáritas Brasileira (conheça aqui).

“Cada cristão é chamado a viver e refletir essa generosidade com amor, fé e co-responsabilidade”, afirma padre Patriky Samuel Batista, secretário executivo das Campanhas da CNBB, sobre o lema da Coleta do Bem. Ele ainda garantiu que a inspiração do lema veio das últimas catequeses feitas pelo Papa Francisco, que tratam da solidariedade na perspectiva cristã.
A Coleta do Bem, será realizada no fim de semana da solenidade de cristo Rei, dias 21 e 22 de novembro. Durante todo mês a proposta é refletir sobre três realidades: evangelização dos Pobres; Anúncio da Palavra e Vida em plenitude.

“O que inspira esse cuidado é a própria generosidade de Cristo que sendo rico, como diz São Paulo, esvaziou-se de si mesmo e se doou a nós nos ensinando a fazer de nossas vidas uma oferta generosa da presença de Deus que é bondoso, compassivo e carinhoso (Sl 102). Como Igreja cuidamos do Anúncio da Palavra, dos Pobres e da Vida, dom de Deus para ser cultivado e compromisso a ser assumido”, afirma padre Patriky.

Cartaz

Nesta terça-feira, dia 15 de setembro, foi lançado o cartaz oficial da Coleta do Bem. A arte traz o título e lema da Campanha e enfatiza por meio de imagens o cuidado com os pobres, com o anúncio da Palavra e com o dom da vida.

A arte do cartaz foi elaborada pela designer Carla Chaves, juntamente com a assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Belo Horizonte: a designer e publicitária Miriam Barreto; a publicitária Cynthia Xavier; a designer Fernanda Alves e o estudante de publicidade João Vitor Barros, sob a coordenação da jornalista Ana Maria Rezende Miranda.

“Nesta época de pandemia é tempo de cuidar da Evangelização. De uma evangelização que se faz, que acontece também por meio do cuidado para com a Palavra de Deus e no cuidado litúrgico com as celebrações, mas também no cuidado com os pobres no horizonte da caridade cristã. A Evangelização supõe também recursos financeiros. Por esta razão nossa contribuição chega a diversos irmãos e irmãs que, com a pandemia, estão sofrendo ainda mais.”, afirma padre Patriky.

Destinação dos Recursos

No que tange à destinação dos recursos, padre Patriky explicou que do total arrecado com esta Coleta do Bem, 50% dos recursos serão da Coleta da Solidariedade e os outros 50% da Coleta da Evangelização. Da porcentagem destinada à da Soliedariedade, 60% serão destinados ao Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) e 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS). “Com esse recurso a CNBB apoia diversos projetos pelo Brasil afora”, aponta padre Patriky.

Já os outros 50% que dizem respeito à Coleta da Evangelização, 45% serão destinados à diocese, 35% para a CNBB e 20% para o regional.

Ainda como novidade, padre Patriky adiantou, com exclusividade, que haverá um processo de “digitalização das Campanhas”. Isto porque um site está sendo preparado, com o objetivo de agregar e modernizar, a forma de recolhimento das contribuições. Em breve, a proposta estará disponível para acesso.

Saiba mais sobre as Campanhas e conheça os projetos apoiados: https://campanhas.cnbb.org.br/.


Rádio DifusoraHd passa a transmitir em FM no próximo dia 5 de outubro. Sintonize 94,5 FM!

A rádio DifusoraHd, que pertence à arquidiocese de Pouso Alegre, passa a transmitir em frequência modulada (FM) no dia 5 de outubro, em 94,5 FM do dial. Uma conquista no trabalho de evangelização. São 15 mil vais de potência de potência, atingindo mais de 100 cidades do sul de Minas e leste paulista. A migração vem marcar os 35 anos de história da emissora, celebrados em março deste ano.

"Temos um jeito de ser e de pensar rádio. Queremos trabalhar pela comunicação de qualidade, que auxilie o ouvinte a percorrer o caminho da vida com alegria e serenidade. Este é o grande desafio da Rádio DifusoraHd. Com entusiasmo e dinamismo, ter a consciência de seguir prestando relevante serviço à nossa cidade, à região e ao país, visando uma melhor qualidade de vida para as pessoas”, afirmou o diretor da rádio, padre Omar Siqueira.
Já são quase cinco anos de mudanças, organização, reformulação e trabalho para essa migração. E a Difusora Hd soma forças, agora, com a Paraíso FM (92,3 DM), que também efetuou sua migração recentemente. As duas rádios formam a partir de outubro a rede diocesana de rádio.
"Iremos oferecer uma programação toda voltada ao público adulto dos 30 aos 50 anos com uma boa plástica e critérios nas escolhas das músicas e programação”, disse.

Programação

A programação da emissora veio sendo transformada e preparada aos poucos, mesmo ainda na frequência AM. Por isso, os programas não devem mudar, sendo acrescentada uma ou duas atrações.
"Teremos Programas para todo qualquer tipo de gosto. O dia começa com o 'Hora Mais Sertaneja', com o Carlinhos. Logo após tem muita informação local e regional com o 'Jornal da Difusora’. Depois vem uma programação da manhã recheada com muita musica, interatividade e promoção. Às 12h10 tem o programa 'De Bem com a Vida', um programa que sempre traz convidados interessantes, abordando temas para população, de forma leve e descontraída. A programação da tarde também vem recheada com muita música, interatividade e promoções. À noite tem sempre uma programação especial, que é transmitida e formada a Rede Diocesana de Rádio, com muita música e descontração. Há uma variedade de bons programas, diferentes e feitos com muito carinho para Pouso Alegre e Região”, disse o diretor e produtor artístico, Dudu Prado.

O jornalismo continuará se destacando dentro da programação. Inclusive, o jornal da Difusora está no ar desde 1985, de forma ininterrupta.
“Queremos oferecer um conteúdo diferenciado e atualizado, com material produzido pela nossa própria equipe e em parceria com agências de notícia. Começamos o dia com o jornal da DifusoraHd, que vai ao ar entre 7h30 e 8h. Depois, a cada hora, boletins que atualizam as principais notícias da região, do país e do mundo. A novidade é que teremos um jornalista o dia todo nas ruas, percorrendo Pouso Alegre e cidades de abrangência da emissora, trazendo informações aos nossos ouvintes ao vivo”, explicou o diretor de jornalismo, padre Andrey Nicioli.

História

Há 35 anos no mercado, a Rádio DifusoraHD, situada na cidade de Pouso Alegre, consolida uma presença marcante na história política, cultural, religiosa e social de Pouso Alegre e região. Hoje possui como missão enquanto meio de comunicação:

- Entreter através de uma programação alegre, saudável e de qualidade;

- Informar política, cultural, econômica e religiosamente os ouvintes de Pouso Alegre e região;

- Nutrir o ouvinte com uma espiritualidade cristã que o auxilie a percorrer o caminho da vida com serenidade;

- Despertar o ouvinte para a solidariedade e para a participação na construção de uma sociedade humana, igualitária e justa;

- Promover a publicidade de empresas, produtos ou serviços;

- Difundir benefícios para os consumidores propiciando a satisfação de suas necessidades;

A Rádio Difusora de Pouso Alegre foi fundada pelo jornalista Milton Lucca de Paula e inaugurada no dia 09 de março de 1985. Bastante popular, a emissora tinha uma programação voltada para o entretenimento e a informação. Nos programas de entretenimento, o destaque eram as músicas pop e sertaneja. No setor informativo, foi criado o Jornal da Difusora, um dos primeiros programas da emissora que está presente até hoje na programação da Rádio.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em assembléia geral, preocupada com a evangelização dos católicos, incentivou os bispos a investirem no setor de comunicação. O saudoso Dom João Bergese, no ano de 1993, adquiriu a Rádio Difusora de Pouso Alegre como mais um meio de comunicação da Arquidiocese a serviço da evangelização, tendo como mantenedora a Fundação São José do Paraíso. A Fundação São José do Paraíso foi constituída em 15/12/1980 na cidade de Paraisópolis - MG com a finalidade de propugnar pela formação cívica, moral, religiosa, artística, literária e científica do povo brasileiro, através da divulgação falada e escrita, bem como, especificamente pela formação das vocações sacerdotais e religiosas na Arquidiocese de Pouso Alegre, dentro do espírito democrático e cristão da nacionalidade brasileira, mantendo, para tanto, excluído qualquer intuito lucrativo, jornais, rádio emissoras, agência noticiosa e similares.

 

por Pe. Andrey Nicioli


Pascom abre inscrições para encontro arquidiocesano de comunicação

A Pastoral da Comunicação da arquidicoese de Pouso Alegre vai realizar no dia 28 de setembro o encontro arquidiocesano de comunicação. Esse ano, por motivo da pandemia, o encontro será totalmente on-line, a partir das 20h30.

"A Pascom nunca foi tão exigida como agora, neste tempo de pandemia. Mas precisamos cuidar também de nossos agentes, oferecer a eles conteúdo e formação. Há também o desejo de manter uma unidade entre todos os agentes, mesmo que sendo de forma virtual. Mas esse encontro é importante", afirmou o assessor eclesiástico da Pascom, padre Andrey Nicioli.

O tema escolhido para esse ano foi: "O passo a passo para a Pascom alcançar relevância nas redes sociais da Igreja".

PARA SE INSCREVER, CLIQUE AQUI! :

https://bit.ly/2FjDLE5

É muito rápido e simples!
Após sua inscrição, você passará a fazer parte de um grupo no whatsapp, onde você receberá o link do encontro e também informações sobre o mundo da comunicação.


Coleta para os Lugares Santos será realizada no dia 13 de setembro

A Igreja no Brasil e no mundo convidam os fiéis ao exercício da generosidade e da fé nas missas do dia 13 de setembro. Neste dia, será realizada a Coleta para os Lugares Santos, que tradicionalmente ocorre na Sexta-feira Santa. Essa mudança se deu por causa da pandemia do novo Coronavírus que atingiu o mundo e a transferência de data, aprovada pelo Papa Francisco, foi escolhida por ser o domingo próximo à Festa da Exaltação da Santa Cruz.

De acordo com o Vatican News, a coleta faz parte das atividades promovidas pela Custódia Franciscana da Terra Santa a fim de conservar e revitalizar os lugares sagrados do cristianismo na Terra de Jesus e em todo o Oriente Médio.

A Igreja tem um cuidado especial com os lugares onde Jesus viveu. Ao todo, a Custódia da Terra Santa tem o compromisso de guardar 80 santuários, localizados nas atuais fronteiras de Israel, Palestina, Jordânia e Síria.

“Do Monte Nebo, lugar de onde Moisés contemplou a Terra Prometida aos santuários da vida, paixão e morte de Jesus. De Jerusalém é considerada o coração da Terra Santa. No Monte das Oliveiras, os Santuários da Paixão: o pranto e o lamento de Jesus sobre Jerusalém são celebrados na igreja do Dominus Flevit, que oferece uma das vistas mais significativas da Cidade Santa. Poucos metros abaixo, ao lado do jardim das oliveiras, está a Basílica do Getsêmani, lugar da agonia de Jesus”, descreve a Custódia.

E só é possível manter o cuidado e o sustento da presença cristã nestas regiões graças à contribuição dada por toda a Igreja na coleta feita especialmente para os Lugares Santos. O secretário executivo de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Patriky Samuel Batista, ressalta a importância dos brasileiros participarem desta ação.
Em um vídeo divulgado recentemente pelo Vatican News, o Custódio da Terra Santa, o padre franciscano Francesco Patton, ressalta que a coleta a favor da Terra Santa é um pequeno gesto de solidariedade para o qual toda a Igreja é chamada a participar.
https://youtu.be/jdig1iH6DXE

Segundo o frei, a contribuição é para sustentar através da Custódia as comunidades cristãs que vivem na Terra Santa e que sentem sobre os próprios ombros o peso e a glória da Cruz de Jesus.
“Graças a generosa ajuda dos cristãos de todo o mundo, nós podemos continuar cuidando e mantendo os Lugares Santos do Cristianismo; do Santo Sepulcro à Basílica da Natividade até aos santuários menos notados; podemos sustentar a ação pastoral das paróquias a nós confiadas”, destaca Frei Francesco Patton explica no vídeo que com o dinheiro da coleta também é possível realizar diversas outras ajudas como educação, acolhida a migrantes e pessoas menos favorecidas.

“Podemos garantir instrução e educação de qualidade a mais de 10 mil estudantes que frequentam as nossas escolas; podemos ajudar as jovens famílias a encontrar um lar; podemos amparar os trabalhadores migrantes cristãos, fazendo-os sentir-se acolhidos mesmo que longe da própria pátria; podemos nos colocar ao lado das pessoas atingidas pela guerra na Síria e ao lado dos refugiados ainda espalhados nos mais diversos países em que nos encontramos vivendo a nossa missão”, ressalta.

por CNBB Nacional


Em setembro, Igreja no Brasil celebra o mês da Bíblia

O mês de setembro tornou-se referência para o estudo e a contemplação da Palavra de Deus, tornando-se em todo o Brasil, desde 1971, o Mês da Bíblia. Desde o Concílio Vaticano II, convocado em dezembro de 1961, pelo papa João XXIII, a Bíblia ocupou espaço privilegiado na família, nos círculos bíblicos, na catequese, nos grupos de reflexão, nas comunidades eclesiais.

“Já são quase 50 anos que temos essa tradição de dedicar um mês para o estudo mais aprofundado da Palavra de Deus, então é extremamente importante que as comunidades se deixem reunir e experimentar a Palavra de Deus. A Bíblia é para nós a Palavra de Deus revelada, a forma que Ele dialoga continuamente conosco na história”, afirma irmã Izabel Patuzzo, assessora da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB.

Este ano, 2020, a Igreja no Brasil comemora o Mês da Bíblia, em sintonia com a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), fundamentando-se no livro do Deuteronômio, com o lema “Abre tua mão para o teu irmão” (Dt 15,11). É um livro rico em reflexões morais e éticas, com leis para regular as relações com Deus e com o próximo. Destaca-se no Deuteronômio a preocupação de promover a justiça, a solidariedade com os pobres, o órfão, a viúva e o estrangeiro. São leis humanitárias encontradas também no Código da Aliança (Ex 20-23).

E o Texto-Base para o Mês da Bíblia deste ano, segundo o arcebispo de Curitiba, dom José Antônio Peruzzo, quer oferecer ao leitor atual a experiência de fé daqueles que primeiramente acederam ao que Deus queria revelar de si mesmo. “Seus autores querem aproximar os leitores de hoje dos protagonistas de ontem. É como se os de outrora e os de agora se reunissem para conversar sobre aquele Deus que se revelou, que se deixou conhecer”, afirma o presidente da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Elaborado por um grupo de professores especializados, o texto-base do Mês da Bíblia foi publicado recentemente pela Editora da CNBB, a Edições CNBB. É um instrumento para que as comunidades possam estudar e interpretar o livro e possam atualizar a Palavra de Deus para o contexto vivido. “Gostaria de convidar, motivar as lideranças para que estudem o texto-base, tenham contato com o texto para que em setembro possa-se realizar melhor os encontros bíblicos”, exorta padre Jânison de Sá, assessor da Comissão para a Animação Bíblico Catequética da CNBB.

O texto-base, além de apresentar o contexto e os objetivos do livro, traz informações sobre as características itinerárias e vocabulário, além de sua importância teológica. “É um livro extramente importante porque ele se apresenta como uma orientação para a comunidade israelita e também para nós. Teve uma grande influência no Antigo Testamento. Foi reelaborado, atualizado por várias vezes por ser extremamente importante”, explica irmã Izabel Patuzzo, assessora da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB.

 

por CNBB Nacional


Artigo: Em tempos de dor e sofrimento, ajude-nos o discernimento

Por padre Douglas Marques -

Na semana passada fomos todos surpreendidos pela notícia do aborto realizado por uma criança de 10 anos, vítima de estupro há pelos menos cinco anos. Em tempos de pandemia e tantas mortes, parece que, infelizmente, sempre cabe uma dose a mais de dor e sofrimento. É certo que as mazelas do nosso povo sempre desafiará a Igreja a uma postura que se apresente cristã, humana, solidária e maternal. Por isso mesmo que um caminho trilhável diante de momentos como esse devem ser proposto.
Diante de situações de ampla repercussão, a Igreja é sempre instada a dar sua opinião, a exortar os fiéis, a reavivar seus valores e a iluminar com a fé em Cristo Jesus os contextos de sombras. Como fazer isso? Acredito que muita gente saiba o pensamento da Igreja. Sabe que pelas leis canônicas as leis devem ser seguidas. Sabem também que a moral pregada pela Igreja não admite tal possibilidade. Cabe-nos, aqui, um olhar pastoral sobre as pessoas e suas realidades. Este caminho, além de ser o mais humano, mais concreto e mais solidário, é a chave para toda a reflexão.

O triste fato da menina do estado do Espírito Santo tem muito a ensinar. Diante do fato, será sempre importante distinguir causas e efeitos. O aborto ganhou visibilidade, mas ele é efeito, consequência e não causa. A causa de tudo isso foi uma violência vivida, há cinco anos, por uma menina de 10 anos. Toda manifestação precisa focar nesse sofrimento, nessa dor, pois é a violência que gera morte. Haja vista tantos e tantas que sofrem, vitimados por uma violência sem tamanho. Transformar o efeito em causa, ou seja, entrar direto na questão do aborto sem condierar o drama das pessoas envolvidas, por mais doloroso que seja, enfraquece a fala da Igreja, pois discursos podem se tornar frios, racionais demais, insensíveis e isso afasta da Igreja seu caráter de mãe acolhedora, solidária, perita em humanidade...É preciso entrar no drama humano.

Nesse itinerário, é importante levar em consideração três bens: a vida da mãe, o equilíbrio familiar e a vida da criança em gestação. Nessa ordem mesmo! Explico. A menina de 10 anos passou por uma experiência de dor e sofrimento indizíveis. Por mais que seja apoiada, existe uma dose de sofrimento que é só dela e esta sequer poderá ser partilhada. Assim, ela ocupa o primeiro lugar das atenções. Em seguida é preciso pensar o equilíbrio familiar, pois é sempre o entorno familiar, com suas complexidades, limites e virtudes, que ajudará a criança ou decidirá por ela. Imaginemos a pressão que vivenciaram; a exposição maldosa e desumana... Uma criança de apenas 10 anos, marcada pelo sofrimento, por mais que diga ser livre e ter vontade de fazer algo, não reúne as condições para tomar uma decisão de capital importância. Vemos exemplos de outras mulheres, vividas e maduras, sofrerem diante de tal dilema. O que dizer de uma criança! Apoiar a família e ajudá-la a encontrar o equilíbrio é fundamental. Será sensato e perspicaz perceber qual consciência os envolvidos têm da situação. É preciso prescrutar o coração, a história das pessoas, seu modo de entender a vida. Pensemos que aqueles que têm o poder de ajudar no discernimento da criança são donos de uma consciência errônea vencível. Podem ser ajudados! Se, por outro lado, têm uma consciência errônea invencível? A liberdade de consciência, agora mais esclarecida, assumirá o papel de decidir.

Diante da clareza desses três bens, cabe à Igreja, concretizada na paróquia, na palavra do bispo ou mesmo da CNBB, dar suporte quais sejam as necessidades: psicológicas, financeiras, médicas ou de fé. É importante levar em consideração alguns elementos antes de toda e qualquer manifestação pública: atentar primeiramente para a violência do fato, pois este causa dor e comoção coletivas. Ser empático, ter compaixão, expressar sentimentos de solidariedade e apoio. Exortar os pais e responsáveis a uma cuidado mais zeloso aos filhos, suas ações, reações, silêncios, rebeldias entre outros. Esse olhar amoroso pode revelar muito! Valorizar a vida em todas as dimensões vem logo a seguir, ligada a um forte sentimento de solidariedade diante do sofrimento que vive a família. É aqui que se reforça ainda mais o valor da vida. O aborto é consequência. Se se cuida da vida, o aborto desaparece, perde sua razão de existir.

Penso que seguir tal itinerário ajudará a Igreja a ser o que é: mãe amorosa! Manifestações públicas como as que aconteceram em nada ajudam a Igreja a mostrar Jesus Cristo, pelo contrário, colocam mais entraves e acabam por camuflar todo o belo trabalho que a própria Igreja realiza em todo o mundo em defesa e promoção da vida. Nessas horas voltam à baila críticas como: A igreja, feita de homens celibatários que não têm filhos está distante da realidade das pessoas; não entende a dor das pessoas... Será preciso que nós padres e bispos tenhamos filhos para compreender o sofrimento das família? Creio que não! É urgente melhorar o diálogo, a proximidade com essas realidades. Situações como estas exigem uma postura diferente e mais silenciosa. Vai, visita, se apresenta, oferece sua palavra de conforto, mas sem publicidade. Depois, quando perguntarem o que a Igreja tem a dizer, a Igreja mostra o que fez pela família e basta.

Agora... se a Igreja tem condições de agir antes de tudo vir à tona, ofereça ajuda. Se só se pode dizer algo depois de tudo feito, ofereça apoio. Não há necessidade de manifestações públicas. Seguindo esse itinerário, se a Igreja partir da violência e do estupro terá condições menos dificuldade de salvar as duas crianças. Partindo do aborto, todas as duas morrem, de um jeito ou de outro. De dores e sofrimentos devem bastar os da família. Não nos cabe aumentá-los.

 

por Pe. Andrey Nicioli


Dom Joel Portella Amado: “Choro por todas as vítimas”

O bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ) e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Joel Portella Amado, divulgou artigo com o título “Por quem chorar?”. No texto, dom Joel recorda as vítimas da covid-19, as pessoas que passam fome, as vítimas do racismo, a criança estuprada e a criança abortada. “Diante de tudo isso, eu me pergunto: por quem chorar? Mas, ao mesmo tempo, eu me coloco a questão se as lágrimas possuem uma única direção, se o direito a ser chorado pertence apenas a uma pessoa ou um tipo de morte”, reflete o bispo.

“Não podemos nos dar por satisfeitos porque postamos nossas opiniões nas redes sociais, enquanto aguardamos outras notícias para com elas interagir e deixar a vida seguir seu curso. Choro para que não anestesiemos nossas consciências achando que a morte é a solução para a morte. Quando um povo se dá por satisfeito com a morte, na verdade, ele se tornou, ao mesmo tempo, vítima e carrasco“, afirma o secretário-geral da CNBB.

Leia o texto na íntegra:

POR QUEM CHORAR?

“Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos…” (Rm 12,2)

Abro os olhos para a vida e me deparo com a morte. Vejo os mais de 107 mil mortos pela covid-19. Vejo as mensagens que pedem alimento para quem enfrenta a fome. Fecho os olhos e recordo as vítimas do racismo. Volto a abri-los e vejo uma criança de dez anos estuprada, ao que foi informado, repetidamente, tendo-se encontrado no aborto a solução. Diante de tudo isso, eu me pergunto: por quem chorar? Mas, ao mesmo tempo, eu me coloco a questão se as lágrimas possuem uma única direção, se o direito a ser chorado pertence apenas a uma pessoa ou um tipo de morte.
Choro, então, por todas as vítimas. Choro pelo bebê, cuja morte foi considerada a melhor das soluções. Choro pela menina-mãe, que, aos seis anos, como informam os noticiários, já tinha sua vida profanada por alguém que lhe deveria proteger. Choro pelos demais adultos que, em situações como aquela, não conseguem perceber que uma criança está sendo violentada. Choro pelas crianças abandonadas, algumas perambulando pelas ruas a pedir alimento e, com certeza, afeto.

Choro por quem patologicamente se aproveita de uma criança. Choro por quem vergonhosamente se enriquece com o tráfico de drogas e pessoas ou por meio da corrupção em suas variadas formas.
Choro pelos inúmeros brasileiros que não encontram atendimento nos hospitais porque lhes faltam respiradores e utis. Choro pelos desempregados, pelos famintos, pelos indígenas desrespeitados em sua história e sua saúde, pelos sem casa, sem escola, pelos deprimidos, os sem paz nem esperança. Choro pelos que são perseguidos e agredidos em razão de suas crenças, pelos que são obrigados a largar suas pátrias e se refugiar onde a morte não esteja tão próxima. Choro porque me dizem que tenho que escolher por quem chorar.

Choro, enfim, por não contribuir como deveria para que não nos satisfaçamos com soluções imediatas para problemas crônicos. Não podemos nos dar por satisfeitos porque postamos nossas opiniões nas redes sociais, enquanto aguardamos outras notícias para com elas interagir e deixar a vida seguir seu curso. Choro para que não anestesiemos nossas consciências achando que a morte é a solução para a morte. Quando um povo se dá por satisfeito com a morte, na verdade, ele se tornou, ao mesmo tempo, vítima e carrasco.

Não temos como recuperar a vida do bebê abortado. Não temos como devolver à menina-mãe tudo que lhe foi tirado. Não há como ter de volta os que o coronavírus levou embora, nem os mortos pelo preconceito, pela exclusão, a fome, as guerras e a violência. Temos, no entanto, a chance e o dever de manter viva a pergunta pelas razões de tudo isso. E, mais ainda, temos a oportunidade de, unidos, contribuirmos para um mundo onde todas as pessoas tenham suas vidas amparadas, defendidas. A vida é a única resposta que se pode esperar de uma sociedade madura.

As vítimas das inúmeras formas de morte esperam de nós união de forças, diálogo, cooperação e partilha. Suas mortes chegam à nossa mente como impacto. Suas memórias permanecem entre nós como saudade. Seus legados devem nos conduzir ao enfrentamento pacífico, dialogal e solidário das causas mais profundas de uma sociedade que, no fim, escolhe a morte.

Brasília-DF, 17 de agosto de 2020
Joel Portella Amado

Secretário-Geral da CNBB


Dioceses do país se unem para “Dia de Oração pela Vida e pelo Brasil”

No próximo sábado, das 6h da manhã às 21h, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) organizou o “Dia de Oração pela Vida e pelo Brasil”. Ao meio dia os sinos das igrejas brasileiras badalarão em memória das mais de 104 mil vítimas da Covid-19, por seus familiares e pelos profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate ao novo coronavírus. Os momentos de oração poderão ser acompanhados pelas redes sociais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e também pelos canais de TV de inspiração católicas do país.

Segundo o bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ) e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Joel Portela Amado, a conferência organizou este dia para unir toda a Igreja no Brasil em torno da oração como forma de contribuir para a superação do quadro tão triste da pandemia e do avanço do coronavírus no Brasil e também para reforçar sua atuação em torno do Pacto pela Vida e pelo Brasil, construído em parceria com um conjunto de organizações da sociedade brasileira.

Para o arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da CNBB, a entidade assinou o Pacto pela Vida e pelo Brasil impulsionada por sua fidelidade ao Evangelho de Jesus Cristo, fonte inesgotável da luz da verdade, luz indispensável para clarear caminhos e rumos novos que a sociedade brasileira precisa, com urgência, para construir um novo tempo.

Segundo ele, a missão evangelizadora da Igreja, no rico e interpelante horizonte de sua Doutrina Social, não se exime na tarefa de, em cooperação com segmentos da sociedade civil, no que lhe é próprio e devido, ajudar a superar injustiças e discriminações para com os pobres e vulneráveis, defesa dos direitos e promoção da justiça, apoio à democracia e contribuição na conquista do Bem comum. “A Igreja assim o faz, estando no coração do mundo solidária, na força do testemunho do Reino de Deus, a caminho”, afirmou.

Dom Joel explica que o “Pacto pela Vida e e Pelo Brasil” não se trata apenas de um documento a mais em meio a tantos, mas um processo, um conjunto de atitudes que não podem ser adiadas”. Em razão disto, o Conselho Permanente, órgão deliberativo mais importante da CNBB, abaixo apenas da Assembleia Geral da Conferência, aprovou por unanimidade que se faça uma consulta ampla a todos os bispos e, por meio desses, às demais instâncias da ação evangelizadora no Brasil, de modo que, através da colaboração de todos, em clima de fraternidade e comunhão, se possa contribuir para a superação de um quadro tão triste como o atual.

Com o dia de oração e reflexão, informa o secretário-geral da CNBB, inicia-se um processo que deve durar enquanto durar a pandemia. O ideal, destaca dom Joel, seria não precisarmos fazer isso. “Se é necessário fazer, nós o faremos, dialogando continuamente com as demais entidades que assinaram o Pacto e com todas as outras que desejarem unir forças”, disse.
Programação do Dia de Oração pela Vida e pelo Brasil

6h – Oração da Manhã, com dom Mario Antônio da Silva, bispo de Roraima e 2º vice-presidente da CNBB, nas redes sociais da CNBB

7h – Missa celebrada por dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS), transmitida pela TV Imaculada

9h – Missa na Basílica de Nossa Senhora Aparecida (SP), transmitida pela TV Aparecida

10h – Live com o tema: “Experiências da Igreja de cuidado pela vida e pelo Brasil”, redes sociais da CNBB

11h – Live com o tema: “Os padres e o Pacto pela Vida e pelo Brasil”, com o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados da CNBB, dom Francisco Salm

12h – Oração do Ângelus com dom Joel Amado, secretário-geral da CNBB, pelas redes sociais da CNBB

12h – Os sinos das igrejas brasileiras vão tocar simultaneamente

12 – Missa no Santuário Nossa Senhora do Guadalupe e Jesus das Santas Chagas (PR), com o padre Reginaldo Manzotti, transmitida pela TV Evangelizar

15h – Missa no Santuário da Piedade (MG) com o arcebispo de Belo Horizonte e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, transmitida pela TV Horizonte

15h – Live com o tema: “Pacto pela Vida e pelo Brasil”, nas redes sociais da CNBB

16h – Live com o tema: “O Pacto pela Vida e pelo Brasil e as Igrejas Cristãs, nas redes sociais da CNBB

18h – Missa no Santuário de Nossa Senhora de Nazaré (PA), transmitido pelas TV Nazaré

21h – Oração da Noite com dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS) e primeiro vice-presidente da CNBB, pelas redes sociais da CNBB

 

por CNBB Nacional


Secretaria de Pastoral disponibiliza volume do Círculo Bíblico para download

A Secretaria de Pastoral da Arquidiocese de Pouso Alegre disponibilizou nesta semana, a edição número 38 do Círculo Bíblico, que traz como reflexão a passagem bíblica "Jesus disse: Hoje devo ficar em tua casa" (Lc 19,5).

Para o coordenador arquidiocesano de pastoral, padre Edson Aparecido da Silva, o objetivo é que as reflexões enriqueçam a vida cristã de cada fiel e de seus familiares, fortificando em cada um o chamado a ser discípulo missionário, fiel ao seguimento de Jesus Cristo.

"Em meio a tanta incerteza, a Palavra de Deus é 'consolo na aflição', como canta o salmista. Neste exercício da Leitura Orante da Palavra da Bíblia, encontramo-nos com o Senhor que vem caminhar conosco enquanto refletimos e aprendemos com as primeiras leituras dos domingos do Tempo Comum até a Solenidade de Cristo Rei, encerrando o ano litúrgico. Celebrando os 120 anos de criação de nossa diocese, fazemos memória de tantos discípulos e discípulas que doaram suas vidas anunciando e dando testemunho de Jesus nestas terras sul-mineiras".

O círculo bíblico tem como finalidades principais:

- ajudar no conhecimento, na meditação e na vivência da Palavra de Deus;
- reunir membros da comunidade para partilhar a Palavra;
- crescer na espiritualidade cristã mediante a reflexão bíblica;
- fortalecer a fé cristã em toda a sua amplitude existencial;

As reflexões deste volume do círculo bíblico seguem uma estrutura baseada no método da leitura orante da Palavra de Deus, sendo que os encontros seguem a primeira leitura da liturgia dos domingos. Em tempos de pandemia, algumas experiências têm ajudado a comunidade a se encontrar e crescer na fé, como o uso de redes sociais e plataformas digitais.

FAÇA O DOWNLOAD DA CÍRCULO BÍBLICO (VOLUME 38) AQUI

 

por Pe. Andrey Nicioli