Arquidiocese lança novo volume do Círculo Bíblico

A Comissão de Formação Permanente e a Secretaria de Pastoral da arquidiocese de Pouso Alegre lançou o novo volume do círculo bíblico, ajudando nas reflexões do Tempo Pascal e também o Tempo Comum da Liturgia. Esse material tem por finalidade ajudar no conhecimento, na meditação e vivência da Palavra de Deus; ajudar os fiéis a crescer na espiritualidade cristã mediante e reflexão teológica; e fortalecer a fé cristã em toda a sua amplitude existencial.

"Chegamos ao trigésimo nono volume do círculo bíblico dando continuidade à nossa proposta de aprofundar a liturgia dominical, estudando e orando com a primeira leitura da festa pascal até o décimo sétimo Domingo do tempo comum. Cada encontro é uma grande chance que Deus nos dá para conhecer melhor a sua Palavra. Não somente um conhecimento teórico, mas um caminho de melhorar a nossa prática dos ensinamentos evangélicos", afirmou o coordenador arquidiocesano de pastoral, padre Edson Aparecido da Silva.

Sobre a estrutura do Círculo Bíblico

  • Os encontros seguem uma estrutura baseada no método da leitura orante da Bíblia;
  • Os encontros seguem a primeira leitura da liturgia do domingo, conforme indicação do cabeçalho de cada encontro;
  • O texto deve ser usado para incentivar o encontro das famílias em torno da Palavra de Deus;
  • Neste tempo de pandemia, algumas experiências têm ajudado a comunidade se encontrar e crescer na fé. Pequenos grupos podem fazer uso de tecnologias para realizar o encontro e partilhar a Palavra. Aplicativos como WhatsApp, Google Meet, Zoom e outros têm favorecido o encontro e pequenas reuniões. Outra experiência é de fazer o encontro e transmitir pelas redes sociais;
  • Este volume do Círculo Bíblico está sendo fornecido apenas no seu formato digital;

Façamos de nossas casas lugares de graça, aproveitemos o tempo para agradecer e rezemos juntos, compartilhemos o que cada um de nós quer dizer ao Senhor através da oração, ela revela o fundo do coração. (Mensagem dos bispos chilenos à Pastoral Familiar, abril de 2020)

"Em tempos de fortalecimento da Igreja doméstica e encontros virtuais com a comunidade, a Comissão de Formação Permanente da Arquidiocese deseja que este subsídio ajude você, a partir do encontro com a Palavra de Deus, a enfrentar as adversidades com resiliência, dizendo ao Senhor: 'Sois meu abrigo, o meu escudo, na vossa Palavra pus a minha esperança'(Sl 119, 114)".

 

 

 


Com fim da "onda roxa" em MG, celebrações com fiéis são retomadas

Com o fim da "onda roxa" no Estado de Minas Gerais no 16 de abril, conforme decreto do Governador Romeu Zema, as celebrações com a presença de fiéis, inclusive sacramentos da Reconciliação, Batismo e Matrimônio, foram retomados na arquidiocese de Pouso Alegre no último dia 19 de abril. O comunicado foi emitido pelo arcebispo metropolitano, dom José Luiz Majella Delgado-C.Ss.R., após reunião com o Comitê Gestor Arquidiocesano contra o avanço da COVID-19.

Expresso imensa gratidão aos senhores padres e aos fiéis de nossas comunidades, pela presteza em fazer cumprir o que nos está sendo pedido nesta pandemia e, mais ultimamente nessas últimas semanas, com a "onda roxa" que suspendeu nossas atividades presenciais: Suas compreensões, atenções e enfrentamento dos desafios nos diversos setores da vida paroquial; os esforços e sacrifícios envidados quanto à não possibilidade de participação presencial nas atividades pastorais e celebrativas; o empenho nas orações na Igreja Doméstica e nas transmissões das missas, reflexões e outras para-liturgias, principalmente no período da Semana Santa, que não deixaram de fomentar a fé do povo católico em nossas paróquias e para além delas, como é possibilitada pelas redes sociais, afirmou dom Majella.

A flexibilização permite o retorno das atividades previstas na terceira fase do Plano de Retomada das Atividades Litúrgicas e Pastorais da Arquidiocese, publicada em julho do ano passado. Cada pároco deve manter o diálogo com a Vigilância Sanitária e Secretária de Saúde do município onde está localizada a paróquia.

Reconheço que mesmo com a compreensão e boa vontade de todos, empenhando-se na preservação da vida e da fé, e que mesmo com esta liberação, devemos perseverar em todos os cuidados sanitários e seguimento das orientações das autoridades, bem como intensificar nossa vida de oração para que se afugente esta pandemia.

Na oportunidade, dom Majella anunciou a data da missa cristal, tradicionalmente celebrada na manhã da quinta-feira santa: 15 de maio, na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre, seguindo as orientações do município.

Faça do download do Comunicado do arcebispo!

 

 

 

 


Entenda o Plano de Retomada das atividades Litúrgicas da arquidiocese

Publicado em 3 de julho de 2020, o Plano de Retomada das Atividades Litúrgicas e Pastorais da arquidiocese de Pouso Alegre quer nortear a ação da Igreja Particular de Pouso Alegre em tempos de Pandemia da COVID-19. Este plano dialoga com as Orientações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e também com a Vigilância Sanitária e Secretaria de Saúde de cada município. A aplicação do plano é gradual, ou seja, obedecendo fases.

São 5 fases (atualmente, maio de 2021, a arquidiocese vive a terceira fase), obedecendo a realidade de cada realidade, a saber:

1ª FASE

  • Primeira quinzena de julho de 2020: conscientização do clero; conscientização dos fiéis; cadastramento e treinamento das equipes sanitárias (voluntários); atendimento de confissão, bênçãos e orientação espiritual na igreja ou secretaria;
  • Segunda quinzena de julho de 2020: sacramento do Batismo; sacramento do Matrimônio; sacramento da Unção dos Enfermos; Exéquias;

2ª FASE

  • Retorno das celebrações da Santa Missa com a presença de fiéis (na Catedral e Matrizes);

3ª FASE

  • Missas nas comunidades; Sagrada Comunhão aos Enfermos; Iniciação Sacramental dos adultos;

4ª FASE

  • Reuniões de pastorais e movimentos; catequese;

5ª FASE

  • Encontros de pastorais e movimentos; festas paroquiais;

O Papa Francisco, qual novo Moisés a liderar a travessia e a nos incentivar a mantermos os olhares fixos no horizonte da vida nova, nos exorta:

“Se pudemos aprender algo em todo este tempo, é que ninguém se salva sozinho (...) É o sopro do Espírito que abre horizontes, desperta a fraternidade para dizer ‘presente’ perante a enorme e inadiável tarefa que nos espera. É urgente discernir e encontrar a pulsação do Espírito para dar impulso, juntamente com outros, a dinâmicas que possam testemunhar e canalizar a nova vida que o Senhor quer gerar neste momento concreto da história”

Faça o download do Plano de Retomada, que traz a especificação das duas primeiras fases (Clique aqui para download)

 

 

 


Ano Amoris laetitia: para se reencantar com mensagem do Papa às famílias

O Ano “Família Amoris laetitia” começa justamente no aniversário de 5 anos da Exortação Apostólica do Papa Francisco, ou seja, em 19 de março de 2021. Segundo o Pe. Alexandre Awi Mello, secretário do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, é uma iniciativa para “se reencantar” pela mensagem do Pontífice, para “beber novamente da fonte da exortação”, em apoio às famílias para que se tornem “cada vez mais missionárias, abertas à humanidade, dando a sua contribuição para que o mundo seja melhor.”

O mais recente desafio lançado pelo Papa Francisco vai bater na porta de casa, dentro do nosso lar, naquela que se transformou a todo efeito numa Igreja doméstica devido às circunstâncias impostas pela pandemia da Covid-19. Para repensar e valorizar a família e dar um novo impulso à aplicação da Exortação Apostólica Amoris laetitia, no último domingo (27) o Pontífice convocou um período especial chamado Ano “Família Amoris laetitia”.

O Pe. Alexandre Awi Mello, secretário do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, explica que será um período para promover várias iniciativas além de oferecer subsídios pastorais para se “reencantar pela mensagem do Papa” destinada às famílias:

“Vai ser o tempo para que as famílias do mundo inteiro, nas suas paróquias, como Igreja doméstica, nas conferências episcopais, nos movimentos familiares, possam tomar de novo nas mãos a Exortação Apostólica que foi fruto de dois Sínodos: voltar a se embeber da riqueza dessa exortação, a beleza do amor familiar, com todos os seus aspectos bíblicos, teológicos, pastorais; e voltar a se reencantar por essa mensagem do Papa às famílias no mundo de hoje.”

O exemplo de São José para repensar a família

O Ano “Família Amoris laetitia” começa justamente no aniversário de 5 anos da exortação, ou seja, no 19 de março de 2021, de festa de São José, com encerramento marcado para junho de 2022:

“São José nos conduz a repensar e a colocar novamente a família no centro da nossa preocupação. A grande missão de José foi ser pai, foi ser chefe de família, foi ser esposo, então, que ele também nos ajude e ajude todas as famílias a nos reencantarmos. A beber novamente dessa fonte que é a exortação Amoris laetitia para que a família continue sendo uma fonte fundamental de vida para a Igreja, para a sociedade – a célula fundamental da nossa sociedade, para que as famílias possam continuar sendo cada vez mais missionárias, abertas a outras famílias, abertas à humanidade, dando a sua contribuição para que o mundo seja melhor.”

O convite a viver como família

O próprio Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida será um acompanhante assíduo durante esse período ao promover uma série de iniciativas. Entre elas, como explica o Pe. Alexandre, um fórum que vai contar com a participação de representantes das conferências episcopais do mundo inteiro, particularmente, de pessoas que atuam no setor que trabalha com as famílias para avaliar “a que ponto estamos com Amoris laetitia”.
“Como essa exortação tem sido aplicada nos diferentes países, quantas iniciativas surgiram a partir disso, como a pastoral de preparação ao matrimônio e o acompanhamento de casais foi revitalizado através desta exortação; queremos produzir alguns subsídios como vídeos explicativos com a própria palavra do Papa que vai nos ajudar a aprofundar em cada um dos 9 capítulos da exortação. É uma maneira para que possamos, assim, aprender ainda melhor aquilo que o Papa nos convida a viver como família.”

Foto da capa: Vatican Media (Em imagem de arquivo, o Papa ao encontrar as famílias dos funcionários do Vaticano)

por: Vatican News


NOTA DE FALECIMENTO: Padre Luiz Carlos Osti

Com pesar comunicamos o falecimento do padre Luiz Carlos Osti (51anos de idade), mais conhecido como padre Pitico. Ele estava internado no Hospital Renascentista desde o dia 21 e faleceu na tarde deste domingo (27). Ele iria passar por uma cirurgia de emergência neste domingo, mas veio à óbito antes.

Padre Luiz Carlos era administrador paroquial na paróquia São Geraldo Magela em Pouso Alegre.
O corpo do padre Luiz Carlos Osti será velado neste domingo, a partir das 22h, na funerária Santa Edwiges em Pouso Alegre. Amanhã (28), às 5h, o féretro será conduzido para a paróquia São Geraldo Magela para ser velado pelos paroquianos. Uma missa de corpo presente será celebrada às 9h30. Em seguida, seu corpo segue para Monte Sião.
Em sua terra natal, uma missa também será celebrada no Santuário da Medalha Milagrosa às 13h, sendo seu sepultamento às 15h no cemitério local.

Vale ressaltar que em todas as celebrações serão seguidos os protocolos de segurança contra a COVID-19.
Neste tempo do Santo Natal, ainda diante do presépio iluminado, nossa arquidiocese chora a partida deste sacerdote que, de forma modesta e humilde, tantas vezes trouxe Jesus para o presépio do coração dos irmãos e irmãs. Confiantes na vida eterna, agradecemos a Jesus, o Bom Pastor, pela vida e vocação do Pe. Luis Carlos e por sua passagem luminosa pela vida de nossa Igreja Particular.

Biografia

Natural de Monte Sião(MG), padre Luiz Carlos nasceu no dia 15 de dezembro de 1969. Foi ordenado diácono no dia 10 de novembro de 2011 em Pouso Alegre. Sua ordenação presbiteral foi celebrada em sua cidade natal, no dia 27 de abril de 2012, por dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho-Opraem. Tinha como lema: "Ó Senhor, sois minha herança para sempre" (Sl 15, 5)

 

por Pe. Andrey Nicioli


Dom Majella emite mensagem de Natal

O arcebispo metropolitano, dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R., divulgou na tarde desta terça-feira (22), a sua mensagem para o Natal deste ano.
"Como Igreja Particular de Pouso Alegre, inspirados nos trabalhos de estudo e motivação para a realização do nosso primeiro Sínodo Arquidiocesano que traz como tema: 'Igreja: caminho de comunhão para a missão'; e lema: 'Aproximando-se, pôs-se a caminhar com eles' (Lc 24,15), preparemos o que o Deus Menino nos pede nas nossas comunidades, nas nossas igrejas domésticas, nas nossas próprias vidas, através de uma maior disposição para a oração em família, intimidade e vivência da Palavra de Deus, inovando a prática da caridade, dinamizando a ação missionária e permitindo uma conversão do nosso modo de pensar e de viver.

Leia a mensagem completa

Aos Padres, Diáconos,

Aos Religiosos/as e outros Consagrados/as, seminaristas,

A todos os fiéis leigos e leigas da Arquidiocese de Pouso Alegre.

Pois nasceu-nos um menino, um filho nos foi dado. Seu nome é: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai para sempre, Príncipe da Paz. (Is 9,5)

Deus está próximo de nós, tão próximo, que se fez criança. É Natal! Deus vem ao nosso encontro e “veio morar entre nós” (cf Jo 1,14). Em cada Natal, continua a recordar-nos que não desiste de nós e torna-se presente – um Deus que não abandona o ser humano à sua sorte – mas envia o “Menino de Belém” para nos dizer o caminho da salvação e da vida nova e, por meio de quem, o amor há de triunfar.
O Natal, por excelência, é a festa da família. Que o Menino Jesus entre em nossa casa como um membro da família. Ele vive em nós! Exortamos todas as famílias cristãs a avivarem a consciência da principal razão de ser dos encontros e convívios natalinos – o nascimento de Jesus - que introduz a humanidade na Família do próprio Deus, realizando na terra a fraternidade e a paz.
Neste tempo de pandemia em que muitos não vão às celebrações ou se torna difícil ir às igrejas, é preciso que as famílias se redescubram e atuem como Igrejas domésticas. Que cada família seja lugar de descoberta de Deus, lugar onde reinam a escuta, o perdão, o amor, o diálogo; onde se praticam a atenção e o cuidado de todos e cada um. Como afirma o Papa Francisco, “o perigo de contágio por um vírus deve ensinar-nos outro tipo de “contágio”, o contágio do amor que se transmite de coração a coração”. Que ninguém tenha medo de se deixar contagiar pela bondade!
Num mundo marcado por pandemia, inseguranças, medos, contradições, injustiças e desordens, que a família de Belém seja o porto seguro para todos os que vivem situações da crise sanitária e que as comunidades cristãs, feitas de irmãos e irmãs, se acolham mutuamente, cuidando uns dos outros.
Como Igreja Particular de Pouso Alegre, inspirados nos trabalhos de estudo e motivação para a realização do nosso primeiro Sínodo Arquidiocesano que traz como tema: “Igreja: caminho de comunhão para a missão”; e lema: “Aproximando-se, pôs-se a caminhar com eles” (Lc 24,15), preparemos o que o Deus Menino nos pede nas nossas comunidades, nas nossas igrejas domésticas, nas nossas próprias vidas, através de uma maior disposição para a oração em família, intimidade e vivência da Palavra de Deus, inovando a prática da caridade, dinamizando a ação missionária e permitindo uma conversão do nosso modo de pensar e de viver.
Que o Menino Deus, nascido na pobre casa de Belém, seja conforto para toda a humanidade ferida; renove os nossos corações e nos ajude a tomar consciência da lição que nos ensina no presépio, tornando-nos portadores da grande mensagem de paz e amor à humanidade.
Concedo a cada um a bênção do Senhor.
Desejo um santo e feliz Natal. Próspero Ano Novo!

Que o Deus Menino envolva a todos na sua ternura!

Dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R.


NOTA DE PESAR pelo falecimento do senhor Higino Strazzer Dias

Faleceu na noite desta quarta-feira (23), em Brazópolis, o senhor Higino Strazzer Dias, pai de dom José José Francisco Rezende Dias (arcebispo de Niterói-RJ).

A arquidiocese de Pouso Alegre se une em oração aos familiares enlutados. Na certeza da Ressurreição, rezamos pelo descanso eterno deste nosso irmão e pelo consolo de toda família. Ao querido dom José, nosso abraço e carinho.

Dom José é filho de nossa arquidiocese. Entrou para o Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre onde cursou a faculdade de Filosofia entre os anos de 1973 e 1974 e a faculdade de Teologia no Instituto Teológico do Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté-SP, entre os anos de 1975 e 1978. Dom José fez seu Mestrado em Teologia Espiritual pelo Pontifício Instituto Teresianum de Roma (1987-1989). Foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de Pouso Alegre (MG) pelo Papa São João Paulo II em 28 de março de 2001 e sua ordenação episcopal aconteceu em 02 de junho do mesmo ano na Catedral Metropolitana.

 

por Pe. Andrey Nicioli


Site de campanhas da CNBB fornece subsídios e informações sobre a CFE 2021

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) dispõe de um site exclusivo para as Campanhas da Evangelização e Fraternidade. O projeto foi realizado em parceria com a Agência Minha Paróquia e está no ar desde o ano passado.

O site visa atuar como uma plataforma única para que as pessoas se informem sobre cada uma das principais campanhas da CNBB, bem como para que tenham acesso aos materiais, além de ser possível assistir vídeos e desfrutar de uma cronologia detalhada sobre as edições das campanhas já realizadas.

CFE 2021

Na próxima edição, de 2021, a CNBB une-se novamente às demais Igrejas-membro do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs para mais uma Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE). “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor” é o tema que conduzirá as reflexões, à luz do lema bíblico “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef. 2.14).
Para assegurar o acesso aos materiais da CFE 2021, o site de Campanhas já conta com informações atualizadas. Nele, já encontram-se matérias e subsídios da Campanha, disponíveis para download.

Conheça o site:

https://campanhas.cnbb.org.br/
https://campanhas.cnbb.org.br/

Tenha acesso aos materiais:

https://campanhas.cnbb.org.br/pastas/cf2021
https://campanhas.cnbb.org.br/pastas/cf2021

 

por CNBB


Dom Majella anuncia novo reitor do seminário arquidiocesano

O arcebispo metropolitano de Pouso Alegre, dom José Luiz Majella Delgado - C.Ss.R., anunciou na tarde desta quinta-feira (17) o novo reitor do seminário arquidiocesano Nossa Senhora Auxiliadora. Trata-se do padre Heraldo José dos Reis, atual pároco da paróquia São João Batista em Cachoeira de Minas e coordenador arquidiocesano da pastoral presbiteral.

O atual reitor, padre Ivan Paulo Moreira, foi nomeado como novo pároco de Cachoeira de Minas.

As datas das celebrações de início dos novos ministérios e ofícios serão divulgados oportunamente.

"No ensejo desta, desejamos aos reverendíssimos presbíteros, ora nomeados, um profícuo serviço em seus novos ofícios, implorando as bênçãos divinas pelas intercessões da Virgem Auxiliadora, de quem nos veio Jesus, e de São João Batista, voz que clama no deserto: 'Preparai o caminho do Senhor'. A todos uma santa finalização do advento na expectativa do Senhor que vem", afirmou o arcebispo.

 

por Pe. Andrey Nicioli


Papa convoca o “Ano de São José”

Para celebrar os 150 anos da declaração do Esposo de Maria como Padroeiro da Igreja Católica, o Papa Francisco convoca o "Ano de São José" com a Carta apostólica “Patris corde – Com coração de Pai”.

Pai amado, pai na ternura, na obediência e no acolhimento; pai com coragem criativa, trabalhador, sempre na sombra: com estas palavras, o Papa Francisco descreve São José. E o faz na Carta apostólica “Patris corde – Com coração de Pai”, publicada hoje por ocasião dos 150 anos da declaração do Esposo de Maria como Padroeiro da Igreja Católica.

Com o decreto Quemadmodum Deus, assinado em 8 de dezembro de 1870, o Beato Pio IX quis dar este título a São José. Para celebrar esta data, o Pontífice convocou um “Ano” especial dedicado ao Pai putativo de Jesus a partir de hoje até 8 de dezembro de 2021.

Protagonismo sem paralelo

A Carta apostólica traz os sinais da pandemia da Covid-19, que – escreve Francisco – nos fez compreender a importância das pessoas comuns, aquelas que, distantes dos holofotes, exercitam todos os dias paciência e infundem esperança, semeando corresponsabilidade. Justamente como São José, “o homem que passa desapercebido, o homem da presença cotidiana discreta e escondida”.
E mesmo assim, o seu é “um protagonismo sem paralelo na história da salvação”. Com efeito, São José expressou concretamente a sua paternidade ao ter convertido a sua vocação humana “na oblação sobre-humana de si mesmo ao serviço do Messias”. E por isto ele “foi sempre muito amado pelo povo cristão” (1).
Nele, “Jesus viu a ternura de Deus”, que “nos faz aceitar a nossa fraqueza”, através da qual se realiza a maior parte dos desígnios divinos. Deus, de fato, “não nos condena, mas nos acolhe, nos abraça, nos ampara e nos perdoa” (2). José é pai também na obediência a Deus: com o seu ‘fiat’, salva Maria e Jesus e ensina a seu Filho a “fazer a vontade do Pai”, cooperando “ao grande mistério da Redenção” (3).

Exemplo para os homens de hoje

Ao mesmo tempo, José é “pai no acolhimento”, porque “acolhe Maria sem colocar condições prévias”, um gesto importante ainda hoje – afirma Francisco – “neste mundo onde é patente a violência psicológica, verbal e física contra a mulher”. Mas o Esposo de Maria é também aquele que, confiante no Senhor, acolhe na sua vida os acontecimentos que não compreende com um protagonismo “corajoso e forte”, que deriva “da fortaleza que nos vem do Espírito Santo”.
Através de São José, é como se Deus nos repetisse: “Não tenhais medo!”, porque “a fé dá significado a todos os acontecimentos, sejam eles felizes ou tristes”. O acolhimento praticado pelo pai de Jesus “convida-nos a receber os outros, sem exclusões, tal como são”, com “uma predileção especial pelos mais frágeis” (4).
“Patris corde” evidencia, ainda, “a coragem criativa” de São José, “o qual sabe transformar um problema numa oportunidade, antepondo sempre a sua confiança na Providência”. Ele enfrenta os “problemas concretos” da sua Família, exatamente como fazem as outras famílias do mundo, em especial aquelas migrantes. Protetor de Jesus e de Maria, José “não pode deixar de ser o Guardião da Igreja”, da sua maternidade e do Corpo de Cristo: todo necessitado é “o Menino” que José continua a guardar e de quem se pode aprender a “amar a Igreja e os pobres i” (5).

A dignidade do trabalho

Honesto carpinteiro, o Esposo de Maria nos ensina também “o valor, a dignidade e a alegria” de “comer o pão fruto do próprio trabalho”. Esta acepção do pai de Jesus oferece ao Papa a ocasião para lançar um apelo a favor do trabalho, que se tornou uma “urgente questão social” até mesmo nos países com certo nível de bem-estar.
“É necessário tomar renovada consciência do significado do trabalho que dignifica”, escreve Francisco, que “torna-se participação na própria obra da salvação” e “oportunidade de realização” para si mesmos e para a própria família, “núcleo originário da sociedade”. Eis então a exortação que o Pontífice faz a todos para “redescobrir o valor, a importância e a necessidade do trabalho”, para “dar origem a uma nova «normalidade», em que ninguém seja excluído”. Em especial, diante do agravar-se do desemprego por causa da pandemia da Covid-19, o Papa pede a todos que se empenhem para que se possa dizer: ”Nenhum jovem, nenhuma pessoa, nenhuma família sem trabalho!” (6).

“Não se nasce pai, torna-se tal”

“Não se nasce pai, torna-se tal”, afirma ainda Francisco, porque “se cuida responsavelmente” de um filho assumindo a responsabilidade pela sua vida. Infelizmente, na sociedade atual, “muitas vezes os filhos parecem ser órfãos de pai” que sejam capazes de “introduzir o filho na experiência da vida”, sem prendê-lo “nem subjugá-lo”, mas tornando-o “capaz de opções, de liberdade, de partir”.

Neste sentido, José recebeu o apelativo de “castíssimo”, que é “o contrário da posse”: ele, com efeito, “soube amar de maneira extraordinariamente livre”, “soube descentralizar-se” para colocar no centro da sua vida Jesus e Maria. A sua felicidade está no “dom de si mesmo”: nunca frustrado e sempre confiante, José permanece em silêncio, sem lamentações, mas realizando “gestos concretos de confiança”. A sua figura, portanto, é exemplar, evidencia o Papa, num mundo que “precisa de pais e rejeita os dominadores”, rejeita quem confunde “autoridade com autoritarismo, serviço com servilismo, confronto com opressão, caridade coassistencialismo, força com destruição”.

Na décima nota, “Patris corde” revela também um hábito da vida de Francisco: todos os dias, o Pontífice reza uma oração ao Esposo de Maria “tirada dum livro francês de devoções, do século XIX, da Congregação das Religiosas de Jesus e Maria”. Trata-se de uma oração que “expressa devoção e confiança” a São José, mas também “certo desafio”, explica o Papa, porque se conclui com estas palavras: “Que não se diga que eu Vos invoquei em vão, e dado que tudo podeis junto de Jesus e Maria, mostrai-me que a vossa bondade é tão grande como o vosso poder”. A Carta apostólica “Patris corde” é acompanhada da publicação do Decreto da Penitenciaria Apostólica, que anuncia o “Ano de São José” especial convocado pelo Papa e a relativa concessão do “dom de Indulgências especiais”.

 

por VaticanNews