Falece padre Sebastião Beraldo

Ontem (04), o padre Sebastião Teixeira Beraldo foi encontrado morto por padres da arquidiocese, familiares e vizinhos da sua residência. Seu corpo foi velado e sepultado na manhã de hoje (05), em Pouso Alegre (MG).

 

Padre Sebastião, nascido em Jacutinga (MG), em 03 de junho de 1932, estava com 89 anos e residia em sua casa, em Pouso Alegre, cidade em que se criou e na qual foi ordenado presbítero em 29 de junho de 1963. Seu lema de ordenação era: “O sacerdote é escolhido como mediador para oferecer sacrifícios pelos pecados dos homens” (Hb 5,1).

Dom Majella, membros do clero, diáconos e fiéis celebram missa com o corpo de padre Beraldo, na igreja matriz de Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre, na manhã do dia 05.

O sacerdote trabalhou em diversas cidades e paróquias da arquidiocese, com destaque para Camanducaia (MG) e Pouso Alegre, onde permaneceu por mais tempo. Nos últimos anos, com a sua aposentadoria, auxiliava a paróquia do Bom Jesus, em Pouso Alegre, com a celebração de missas e atendimentos aos fiéis na catedral metropolitana.

Dom Majella faz homilia, recordando a história e a missão do padre Sebastião.

Na tarde do dia 04, a arquidiocese de Pouso Alegre foi comunicada pelos familiares do padre Sebastião sobre a sua ausência, notada por seus vizinhos. Com a presença de familiares, vizinhos e da polícia, padre Jésus Andrade Guimarães e padre Omar Aparecido Siqueira foram à residência do padre Sebastião. Seu corpo foi encontrado em adiantado estado de decomposição. Foi feito boletim de ocorrência e o corpo do padre foi levado para o Instituto Médico Legal.

 

Corpo do padre Sebastião é conduzido ao cemitério por membros do clero arquidiocesano.

Com anuência da família, foram realizados breve velório e missa com rito exequial na igreja matriz de Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre. Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R., arcebispo metropolitano, membros do clero, diáconos, religiosos, seminaristas, familiares e amigos do padre Sebastião e fiéis estiveram presentes. Em seguida, o corpo do padre foi sepultado no cemitério municipal de Pouso Alegre.

Corpo do padre Sebastião é conduzido ao cemitério municipal de Pouso Alegre.

Na missa, dom Majella destacou que choca a arquidiocese a situação ocorrida. “’Foi encontrado morto’ é uma situação que nos choca e entristece”, disse o arcebispo. Além disso, ele falou que o padre é o homem do encontro com Deus e com os irmãos e irmãs, vivendo sua vida para os outros. Em sua homilia, o arcebispo também leu uma carta que padre Sebastião lhe escreveu, contando a sua história e trajetória vocacional.

Condução do corpo do sacerdote falecido por padre Heraldo e auxiliares, no cemitério em Pouso Alegre.

Padre Heraldo José dos Reis, em nome da Pastoral Presbiteral, falou ao final da missa, manifestando os sentimentos de pesar do clero arquidiocesano diante do falecimento do padre Sebastião e recordando a importância da Casa do Clero, que está sendo construída e servirá para acolher padres idosos e enfermos.

Padre Robson faz as últimas orações pelo padre Sebastião em seu sepultamento.

Após a celebração na igreja, o corpo da padre Sebastião foi conduzido por seus familiares, membros do clero e amigos ao cemitério municipal de Pouso Alegre, onde foi sepultado. Padre Robson Aparecido da Silva, que foi batizado, em Camanducaia, pelo sacerdote falecido, presidiu o ritual de exéquias.

 

Com imagens da Pastoral da Comunicação - arquidiocese de Pouso Alegre e informações da chancelaria arquidiocesana.


#Reflexão: Solenidade de Todos os Santos (Ano B – 07 de novembro)

A Igreja celebra neste domingo (07) a Solenidade de Todos os Santos. Reflita e reze com a liturgia deste dia.

1ª Leitura – Ap 7,2-4.9-14

Salmo – Sl 23(24),1-2.3-4ab.5-6 (R. cf. 6)

2ª Leitura – 1Jo 3,1-3

Evangelho – Mt 5,1-12a

Acesse aqui as leituras.

 

FESTA DE TODOS OS SANTOS

A celebração de Todos os Santos costuma ser celebrada no domingo mais próximo de 1ª de novembro. A Igreja quis lembrar todos aqueles que, em vida, souberam viver o Evangelho e a fé em Cristo Jesus de forma intensa. Eles são lembrados pela Igreja, pois estão presentes na fé do seu povo.

É importante lembrar que aqueles que nos precederam na Glória de Deus não são pessoas “não humanas”. Ser Santo não é ser um super-herói. Os santos e santas não fizeram coisas fantásticas e extraordinárias quase não humanas. Não possuem nenhum poder sobrenatural como vemos nos filmes. Quase sempre, tiveram uma vida comum e simples como a maioria de nós.

Por outro lado, são pessoas especiais em tudo que fizeram. Enfrentaram as dores de um modo diferente e venceram tentações e desafios de uma forma extraordinária. Foram pessoas com os pés bem firmados na história do seu povo, mas com o coração junto de Deus. Pessoas que viam a vida, mesmo aquela mais sofrida, com um olhar de fé e esperança e jamais perderam a esperança do céu. A Igreja reconhece uma pessoa como santo/santa por causa de sua vida e não tanto pelos milagres que esses conseguem junto de Deus. Os milagres são sinais que confirmam a vida que tiveram.

Esses irmãos e irmãs, que acreditamos que já estão junto de Deus, não foram pessoas que viveram longe do mundo e fora da realidade, pelo contrário. Foram homens e mulheres do seu tempo e mergulhados na realidade humana. Foram pessoas sensíveis ao sofrimento humano e com os desafios da Igreja. Foram pessoas profundamente mergulhadas em Deus e profundamente mergulhadas na realidade humana. Em vida, estavam tão próximas de Deus, porque aprenderam a encontrá-Lo em cada pessoa neste mundo. E, depois desta vida, acreditamos que continuam sua intercessão junto a Jesus. O caminho da santidade está na fé em Cristo, a qual se traduz em amor e misericórdia. A estrada que nos conduz ao céu passa, necessariamente, pelas pessoas que encontramos.

As leituras da festa de Todos os Santos nos mostram que a santidade de tantos que estão no céu é fruto de muita “luta”, não comodismo; de pessoas que saíram e enfrentaram situações extremas; não foram sinais de morte e de violência, mas de presença de Deus (amor).

São os “selados” (sinal do Batismo) do Apocalipse da 1ª leitura e a “multidão incontável” que derramou seu sangue por causa do Cordeiro de Deus: os mártires. Assim, o sinal da não-santidade não é o pecado, mas o comodismo: se contentar com um mínimo para Deus.

É Jesus que nos ensina o modo de como podemos entrar neste caminho de santidade. O discurso das bem-aventuranças encontra-se no início do evangelho de Mateus (e Lucas). Jesus vê as multidões e ensina os discípulos. As bem-aventuranças nascem do olhar de Jesus para as multidões.

As bem-aventuranças começam com “bem-aventurados os pobres em espírito”. É uma pobreza assumida como projeto de vida, semelhante a vida de Jesus. “Porque deles é o reino dos céus”: o reino é dos pobres, porque o Rei se fez pobre! “Bem-aventurados os que choram (aflitos)”: são aqueles que choram junto com aqueles que sofrem; choram pelas dores e sofrimentos impostos a tantos irmãos. “Bem-aventurados os mansos”: mansidão é o rosto de Deus, da face do amor e da paz que tem o poder de transformar a terra e implantar o reino de Deus. “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça”: como alimento que nutre e é fundamental, feliz o discípulo que se alimenta e não pode viver sem a justiça. “Bem-aventurados os misericordiosos”: a misericórdia é o amor de Deus transformado em gesto; mãos que tocam e abraçam, que tornam o amor de Deus concreto e visível. “Bem-aventurados os puros de coração”: coração é o mais profundo do nosso ser; onde Deus faz morada e deve reinar; quando Deus toma posse, transforma a pessoa e ela exala o perfume do bom odor da presença de Deus. “Bem-aventurados os que promovem a paz”: não paz como ausência de sofrimento, mas presença total de Deus. Por fim, “Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça”: lutar pelo bem das pessoas, para que tenham dignidade, igualdade e possam realmente viver a condição de filhos e filhas de Deus. Esta última é semelhante a primeira.

As bem-aventuranças não são mandamentos e nem uma imposição por parte de Jesus, mas são um plano de caminhada de santidade que inicia aqui e se torna pleno no céu!

Faça o download da reflexão em .pdf.

 

 

Pe. Dirlei Abercio da Rosa
Presbítero da arquidiocese de Pouso Alegre,
mestre em Ciências Bíblicas (Instituto Bíblico, Roma)
e professor da Faculdade Católica de Pouso Alegre


Indulgências para os fiéis defuntos são prorrogadas novamente até o fim de novembro

Devido à pandemia e às medidas de restrições, a Penitenciaria Apostólica respondeu às solicitações de numerosos bispos, emitindo um decreto que anuncia a prorrogação das indulgências plenárias para todos os dias do mês de novembro, da mesma forma que em 2020.

 

O que são as indulgências?

A indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados cuja culpa já foi apagada; remissão que o fiel devidamente disposto obtém em certas e determinadas condições pela ação da Igreja que, enquanto dispensadora da Redenção, distribui e aplica, por sua autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 1471).

Para obter as indulgências, é preciso que o fiel esteja em estado de graça. Além disso, é necessário que o fiel: tenha a disposição interior do completo afastamento do pecado, mesmo só venial; se confesse sacramentalmente dos seus pecados; receba a Sagrada Comunhão e reze pelas intenções do Papa. A oração segundo a intenção do Papa é deixada à escolha do fiel, mas sugere-se um Pai-Nosso e uma Ave-Maria.

 

Oportunidade para reavivar a fé na vida eterna

Segundo o penitenciário-mor, cardeal Mauro Piacenza: “Nestes dias, somos chamados a reavivar nossa certeza na glória e na bem-aventurança eterna". Ele recomenda ainda que "peçamos humildemente e com confiança o perdão para aqueles que nos deixaram, pelos seus pequenos ou grandes erros, eles que, no entanto, já estão salvos no amor de Deus, e renovemos nosso compromisso de fé".

 

Veja mais:

Acompanhe Roda de Conversa sobre finados, promovida pela arquidiocese de Pouso Alegre em seu canal no YouTube. Acesse aqui.

 

Com informações e imagem do site do VaticanNews e da CNBB. A imagem destacada da notícia apresenta o papa Francisco rezando no cemitério militar francês, em Roma, em 02 de novembro de 2021.


Nova coordenação arquidiocesana da Pastoral da Criança toma posse

No dia 24 de outubro, foi empossada a nova coordenação arquidiocesana da Pastoral da Criança, com missa e leitura do decreto de posse na paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Santa Rita do Sapucaí (MG).

Antes da missa, o padre Sebastião Marcio Maciel, assessor da Pastoral da Criança na arquidiocese, apresentou o que é essa pastoral.

“A Pastoral da Criança, organismo de ação social da CNBB, alicerça sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania, tendo como objetivo o ‘desenvolvimento integral das crianças, promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político’, conforme diz o estatuto da pastoral”, disse o padre Sebastião.

Padre Sebastião Márcio, assessor da Pastoral da Criança, fala sobre essa pastoral durante a sua homilia, em 24 de outubro de 2021, na igreja matriz de Nossa Senhora de Fátima, em Santa Rita do Sapucaí.

O padre assessor, também, descreveu um breve histórico da pastoral. “A Pastoral da Criança foi fundada em 1983, na cidade de Florestópolis, Paraná, pela médica sanitarista e pediatra dra. Zilda Arns e pelo então arcebispo de Londrina, hoje cardeal emérito, dom Geraldo Majella Agnelo. A Pastoral da Criança hoje se faz presente em todos os estados brasileiros e em outros 10 países da África, Ásia, América Latina e Caribe”, segundo o site da pastoral.

Além disso, foi lido o decreto de posse, assinado por dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R., arcebispo metropolitano, em 31 de agosto de 2021.

“Considerando a necessidade pastoral de nossa Igreja Particular e o bem dos fiéis que são atendidos pela Pastoral da Criança, por este documento, nomeamos para o ofício de coordenadora arquidiocesana da Pastoral da Criança, pelo período de três anos, a senhora Marlene de Fátima Juvêncio, residente em Santa Rita do Sapucaí”, disse o arcebispo em seu decreto.

Atualmente a Pastoral da Criança está presente em 11 paróquias da arquidiocese de Pouso Alegre: em Itajubá (MG), nas paróquias de Nossa Senhora das Graças, de São José Operário, da Sagrada Família e de São Benedito; em Ouro Fino (MG), nas paróquias de São Francisco de Paula e Nossa Senhora de Fátima e de Santo Antônio; em Pouso Alegre (MG), na paróquia de São Geraldo Magela; em Sapucaí Mirim (MG), na paróquia de Sant’Ana; em Paraisópolis, na paróquia de São José; em Brasópolis (MG), na paróquia de São Caetano de Tiene, e em Poço Fundo (MG), na paróquia São Francisco de Paula.

Padre Sebastião agradeceu aos leigos Tiago e Jairo, ex-coordenadores arquidiocesanos da Pastoral da Criança.

A assessoria eclesiástica da Pastoral da Criança, por meio do padre Sebastião Márcio, agradeceu ao leigo Tiago dos Santos e sua equipe, que encerram seus trabalhos na coordenação arquidiocesana, e acolheu a leiga Marlene de Fátima Juvêncio e sua equipe, que estarão à frente da coordenação nos próximos três anos.

 

Com imagens veiculadas pelas redes sociais da paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Santa Rita do Sapucaí, e informações da Pastoral da Criança. A imagem destacada traz a nova e antiga coordenação. Da esquerda para a direita: Regina, Denise, Marlene Juvêncio (novos coordenadores), padre Sebastião Márcio, Rose (ex-coordenadora), Tiago e Jairo (ex-coordenadores).


Arcebispo, padres e diáconos realizam atualização teológica

Nos dias 26 e 27 de outubro, aconteceu o curso de Atualização Teológica sobre antropologia teológica e pandemia do COVID-19 para o clero e os diáconos da arquidiocese, promovido pela Pastoral Presbiteral. Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R., arcebispo metropolitano, participou do evento ministrado por dom Leomar Brustollin.

O curso aconteceu na modalidade virtual e foi assessorado por dom Leomar Antônio Brustolin, arcebispo de Santa Maria (RS). Ele é doutor em Teologia Sistemática pela Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino, em Roma. Além disso, tem experiência acadêmica como professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e coordenador do curso de pós-graduação em Teologia nessa instituição. Dedica-se ao ensino, pesquisa e extensão em Antropologia Teológica, Catequética e Pastoral Urbana. É autor, coautor e organizador de obras que tratam de Catequese, Mariologia, Escatologia, Pastoral e Ética.

Participantes da atualização teológica, promovida pela Pastoral Presbiteral nos dias 26 e 27 de outubro.

O tema do encontro foi “A condição humana diante da pandemia na perspectiva cristã”. Ao longo de suas colocações, dom Leomar apresentou referências, questões e ideias para ajudar os participantes a fazerem leituras possíveis para interpretar à luz da fé cristã católica a pandemia do COVID-19. Em quatro palestras, o arcebispo de Santa Maria falou sobre a realidade atual da sociedade, no contexto da pandemia; a antropologia teológica, descrevendo o conceito de pessoa e ideias de Edith Stein e da Gaudium et spes, e perspectivas pastorais para a atualidade da Igreja.

“A questão da antropologia é fundamental para entendermos também a nossa pastoral e a nossa evangelização. Atrás de nós, tem sempre uma concepção antropológica. Quem é o ser humano para nós? Nós, geralmente, estamos mais preocupados com questões teológicas, filosóficas, mas qual é a antropologia que sustenta a minha ação pastoral? Essa é uma boa pergunta para mim, acima de tudo, e para você também. Quem é o ser humano com o qual eu estou interagindo todo tempo? Quem é o meu interlocutor? Nisto, ninguém sobra, nem idoso, nem criança e nem jovem. Quem é esse interlocutor? Por isso, a pedagogia da escuta ajuda a entender, nunca pressupor. Ouvir é sempre uma atitude, e escutar é, mais ainda, aprofundar essa capacidade. De fato, a antropologia é uma caixa de ressonância para vermos quais são as nossas opções pastorais em tempos de pandemia e de pós-pandemia. Nenhum de nós sabe como vai ser. Nenhum de nós sabe. Novidades virão? Sim. Alguém fala de um novo modelo civilizatório. Vai ocorrer? Bom, aguardemos! Uma coisa é certa: não voltaremos a 2019. Aquela condição já não existe mais. Estamos mais frágeis, não só fisicamente ou biologicamente, mas, especialmente, psiquicamente.  Então, aqui é um alerta”, disse dom Leomar.

Dom Majella considerou que dom Leomar auxiliou os participantes da atualização teológica a refletirem sobre a realidade da pandemia do COVID-19 e o que ela desvela da sociedade, principalmente o ser humano e a pessoa, a partir da referência da Cruz de Jesus. “Como o ser humano está sendo valorizado diante de tudo isso que vivemos no tempo presente? (...) Como cristãos, nós não podemos deixar de nos orientar pela Cruz. Precisamos ser capazes de nos orientar pela Cruz de Jesus, porque ela é para nós o sinal da libertação, da redenção, da vida nova”, disse o arcebispo de Pouso Alegre. Além disso, ele destacou a importância da amizade e o amor nas relações humanas, a partir da encíclica Fratelli tutti, do papa Francisco, a qual foi abordada no curso. “Nessa carta, o papa chama a nossa atenção, sobretudo para a importância de vivenciarmos a amizade e o amor entre nós. A humanidade está perdida por falta de fraternidade”, disse dom Majella.

“Nós não podemos viver indiferentes à dor! Não podemos! Como cristãos, nós queremos assumir a dor da humanidade, porque estamos juntos. Somos humanos. Queremos assumir a dor da humanidade, trazendo para o cotidiano a resposta que é Jesus Cristo, a nossa esperança, a vida nova. Mas, para isso, precisamos construir uma fraternidade, que significa acolher e amar a todos, independentemente de estar aqui ou ali ou vindo de cá ou de acolá. Acolher e amar a todos! O amor é para nós um serviço que leva as pessoas a viverem como pessoas, um serviço gratuito, que brota do nosso interior, porque assim Jesus nos ensinou. Amar como Jesus amou”, comentou dom Majella sobre a realidade da pandemia do COVID-19.

Ouça o comentário de dom Majella:

 

Para o diácono Júlio César dos Santos Júnior, em exercício diaconal em Marmelópolis (MG), a atualização teológica “(...) foi de uma grande riqueza, pois estamos vivendo tempos difíceis. A pandemia do COVID-19 abalou todas as estruturas sociais e também eclesiais".

"Numa visão escatológica, dom Leomar nos provocou com um olhar para a esperança, que provém de Deus, tendo a certeza de que Deus é solidário à condição humana. Tal olhar não extingue a pandemia, mas cria, em nós, forças para superá-la. Foi muito importante acolher a fala de dom Leomar, que nos provocou para recuperarmos a referência da Palavra (a própria pessoa de Jesus), como texto fundador e norteador de toda vida cristã, para que, assim, superemos as dificuldades do tempo presente”, disse o diácono Júlio.

Ouça o comentário do diácono Júlio:

 

O padre Júlio César Bernardes, pároco da paróquia de São Francisco de Paula, em Poço Fundo (MG), destacou, a partir da fala de dom Leomar, a importância da espiritualidade cristã neste tempo de pandemia.

“A espiritualidade cristã preencherá os nossos vazios existenciais e nos levará a compreender que a fé não é magia. A fé é inserção no seguimento à pessoa de Jesus, em meio às dores, às angustias da vida, tendo a certeza de que Ele é conosco, até na hora do ocaso da nossa existência. A Igreja passou por várias pandemias. Desde a peste negra até a gripe espanhola, a Igreja sempre nos apontou o Cristo Crucificado como esperança de nossa vida. Podemos descer da cruz as pessoas crucificadas pelas dores do mundo, por meio da caridade. Toda a Igreja espera o reino que virá. Por isso, devemos nos perguntar: quem somos nós diante daquilo que virá, diante do reino a ser consumado em Cristo? A condição humana diante da pandemia é de reencontro com o mistério livre e soberano de Deus, anunciado por Cristo. Somente Cristo responderá aos anseios mais profundos da nossa existência. Cristo plenificará a nossa existência, pois ‘Nele nos movemos, existimos e somos’”, disse o padre Júlio.

Ouça o comentário do padre Júlio:

 

Para o padre Mauro Ricardo de Freitas, pároco da paróquia de Santa Rita de Cássia, em Extrema (MG), o curso foi muito positivo, pois ajudou a fazer uma leitura cristã do tempo presente, marcado pela pandemia, e a encontrar perspectivas para sairmos melhores desta crise.

“'Sair melhor do que entramos’. É nesta perspectiva que estamos refletindo sobre a nossa condição humana na pandemia e no pós-pandemia. Enfrentar com maturidade e fé os desafios que nos foram colocados nestes tempos é a nossa tarefa. Precisamos fazer uma leitura desta realidade a partir da nossa fé e do ensinamento da Igreja”, comentou o padre Mauro.

Ouça o comentário do padre Mauro Ricardo:

 

Dom Majella agradeceu a dom Leomar por ter provocado um diálogo com os participantes de seu curso para construir caminhos para a edificação de relações novas entre o clero e as pastorais, principalmente a perspectiva da cultura do encontro, apresentada pelo papa Francisco.

Dom Leomar, dom Majella e padre João Luiz Ferreira Peçanha, ao final do curso, em 27 de outubro. Padre João Luiz e dom Majella agradeceram a dom Leomar pela assessoria no curso.

Além disso, o arcebispo de Pouso Alegre agradeceu a participação dos padres e diáconos no curso, desejando que seja edificada na arquidiocese uma vida nova, uma nova cultura nas relações e ações pastorais, a partir de Jesus Cristo e abrindo mão de fechamentos.

No encerramento do curso, dom Majella comunicou aos padres e diáconos que, a partir de 2022, os encontros e cursos da Pastoral Presbiteral voltarão a ser presenciais, diante da situação mais favorável em que se encontra a pandemia do COVID-19.

 

Com imagens e informações fornecidas pela Pastoral Presbiteral e por participantes do evento.


Papa Francisco nomeia novos bispos para o Brasil

Nesta quarta (27), o papa Francisco fez três nomeações episcopais para o Brasil. Os três nomeados são mineiros. As nomeações foram divulgadas pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

Os três nomeados pertencem ao clero do Regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e são mineiros. Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R., arcebispo metropolitano de Pouso Alegre (MG), saúda os três padres nomeados, desejando-lhes um profícuo ministério episcopal.

Novo bispo de Camaçari

O papa aceitou a renúncia de dom João Carlos Petrini ao governo pastoral da diocese de Camaçari (BA). Assim, Francisco nomeou bispo de Camaçari o padre Dirceu de Oliveira Medeiros, do clero da Diocese de São João del Rei (MG), até agora subsecretário adjunto geral da CNBB.

Mons. Dirceu de Oliveira Medeiros, bispo nomeado de Camaçari (BA). Foto: diocese de São João del Rei.

Padre Dirceu de Oliveira Medeiros nasceu em 28 de março de 1973 em Barroso, diocese de São João del Rei. Fez os estudos de Filosofia (1995-1997) e Teologia (1998-2001) no Instituto Teológico Arquidiocesano Santo Antônio em Juiz de Fora (MG). Foi ordenado sacerdote em 15 de dezembro de 2001 e incardinado na diocese de São João del Rei, onde ocupou os seguintes cargos: responsável pela Campanha da Fraternidade; vigário paroquial do Senhor Bom Jesus de Matosinhos em São João del Rei (2002-2004); pároco de Nossa Senhora da Conceição em Prados (MG) (2004-2019); coordenador diocesano da Comissão dos Bens Culturais da Igreja; coordenador da Comissão dos Bens Culturais do Regional Leste 2 da CNBB; membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores; vigário forâneo; vigário geral (2007-2018); administrador diocesano (2018). Além disso, foi professor no Curso de Teologia para Leigos em São João del Rei e em Juiz de Fora. Desde 2019, é subsecretário adjunto geral da CNBB.

Novo bispo de Colatina

Francisco nomeou bispo da diocese de Colatina (ES) o cônego Lauro Sérgio Versiani Barbosa, do clero da Arquidiocese de Mariana (MG), até agora pároco de Nossa Senhora do Rosário de Fátima em Viçosa (MG).

Cônego Lauro Sérgio Versiani Barbosa nasceu em 29 de abril de 1959, em Ouro Preto (MG). Fez os estudos de História e de Filosofia na Universidade Federal de Minas Gerais. Estudou Teologia na Faculdade Jesuíta em Belo Horizonte (1991-1994) e fez mestrado em Teologia Dogmática na Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma (1999-2001).

Mons. Lauro Sérgio Versani Barbosa, bispo nomeado de Colatina (ES). Foto: arquidiocese de Mariana.

Em 2 de setembro de 1995, foi ordenado sacerdote e incardinado na arquidiocese de Mariana, onde ocupou os seguintes cargos: diretor de Estudos no Instituto de Filosofia (1994-1998) e de Teologia (2002-2005) do Seminário São José; vigário da paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em Mariana (1995-1999/2001-2012); diretor da Escola Diaconal São Lourenço (2005-2014); reitor do Seminário Arquidiocesano de Mariana (2006-2014); assessor do Conselho Arquidiocesano dos Leigos (2002-2012); presidente da Organização de Seminários e Institutos do Brasil do Regional Leste 2 da CNBB (2007-2011); vigário episcopal da Região Pastoral Leste (2016-2019) e membro do Colégio de Consultores, do Conselho Presbiteral, do Conselho Arquidiocesano de Pastoral, do Conselho Arquidiocesano de Assuntos Econômicos e do Conselho Curatorial da Fundação Marianense de Educação. Além disso, de 2014 a 2018, foi postulador da fase diocesana da Causa de Beatificação e Canonização do Servo de Deus dom Luciano Mendes de Almeida.

Até então, era o pároco da paróquia de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em Viçosa (desde 2014), professor de Filosofia e de Teologia no Seminário Arquidiocesano (desde 1993), diretor da Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana (desde 2017) e membro do cabido metropolitano.

Novo bispo auxiliar de Belo Horizonte

Além disso, o papa Francisco nomeou bispo auxiliar da arquidiocese de Belo Horizonte (MG) o padre Joel Maria dos Santos, do clero da mesma arquidiocese, até agora pároco da Santíssima Trindade, na capital mineira, e vigário episcopal para a Ação Pastoral.

Mons. Joel Maria dos Santos, bispo auxiliar nomeado de Belo Horizonte. Foto: arquidiocese de Belo Horizonte.

Padre Joel Maria dos Santos nasceu em 8 de fevereiro de 1966, em Belo Horizonte. Fez os estudos de Filosofia (1987-1989) e de Teologia (1990-1994) na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, onde também fez um curso de Psicologia (2000-2004).

Foi ordenado sacerdote em 14 de maio de 1994 e incardinado na arquidiocese de Belo Horizonte, onde ocupou os seguintes cargos: vigário da paróquia de Maria Mãe dos Pobres (1994-1995), administrador da paróquia de Santa Clara e São Francisco (1994-1995), vigário da paróquia de São Vicente de Paulo (1995-1996), pároco da paróquia de Santa Teresinha (1996-2008), vigário da paróquia da Santíssima Trindade (2008-2013), coordenador do Seminário Arquidiocesano (2010-2013), pároco das paróquias do Bom Pastor (2012-2014) e de Santo Cura d'Ars (2014-2018) e assessor para o Diaconato Permanente (2017-2021).

Desde 2016 até agora, é vigário episcopal para a Ação Pastoral e, desde 2018, é pároco da paróquia da Santíssima Trindade, em Belo Horizonte.

 

Com informações e imagens do Vatican News e da CNBB.


#Reflexão: 31º Domingo do Tempo Comum (Ano B – 31 de outubro)

A Igreja celebra neste domingo (31) o 31º domingo do Tempo Comum. Reflita e reze com a liturgia deste dia.

1ª Leitura – Dt 6,2-6

Salmo – Sl 17,2-3a.3bc-4.47.51ab (R. 2)

2ª Leitura – Hb 7,23-28

Evangelho – Mc 12,28b-34

Acesse aqui as leituras.

 

AMAR A DEUS NO PRÓXIMO

Pe. Dirlei Abercio da Rosa
Presbítero da arquidiocese de Pouso Alegre,
mestre em Ciências Bíblicas (Instituto Bíblico, Roma)
e professor da Faculdade Católica de Pouso Alegre

Na passagem deste domingo do Evangelho de Marcos, Jesus se encontra já dentro do Templo de Jerusalém logo depois da entrada na cidade (Mc 11,1ss). No lugar mais sagrado para os judeus, as pessoas se aproximavam de Jesus para ouvi-Lo, mas alguns se sentiam incomodados e ameaçados. São os entendidos da religião e na Lei de Deus. A religião para eles tinha se tornado uma grande discussão de princípios, normas e costumes, mas vazia de bons sentimentos. Marcos nos diz de sete debates dentro do Templo com os principais da religião de Israel. Neste domingo, é a quinta discussão.

Depois de uma discussão com um grupo sobre a ressurreição (Mc 12,18ss), um escriba (mestre da Lei) propôs uma questão que - podemos dizer - era central para a religião do povo de Deus e o ponto de partida de todos os preceitos. Ele se aproximou e sem utilizar nenhum título, propôs diretamente a questão a Jesus: “Qual o primeiro de todos os mandamentos?” Sabemos que a religião judaica iniciou com os 10 Mandamentos dados por Deus a Moisés. Com o passar dos anos, os responsáveis pela religião do povo foram acrescentando outros preceitos e obrigações. E, num tempo próximo de Jesus, o fiel judeu tinha que observar mais de 613 prescrições, sendo 365 proibições (um por dia) e 284 preceitos positivos (quantidade de elementos do corpo que se conhecia). O pior de tudo é que se ensinava que todas as prescrições tinham a mesma importância e valor e deveriam ser observados radicalmente.

Mas, a pergunta do mestre da Lei tinha ainda outro detalhe. De todos os Mandamentos (os 10 de Moisés e todos os demais que foram acrescentados), eles ensinavam que um era especial, pois o próprio Deus Javé guardou: o sábado. Conforme Gênesis (2,2), no sétimo dia, Deus descansou. O entendido das Lei na Bíblia pensava colocar Jesus em uma situação embaraçosa, pois Ele curava as pessoas também em dia de sábado.

Jesus, no entanto, levou o escriba ao ponto principal de qualquer religião. Tudo iniciou com “Ouve Israel”. Seria fundamental escutar primeiro e praticar depois. Jesus recordou da profunda unidade em Deus: “Nosso Deus é um só Senhor”. Depois, Ele não criou nada de novo, mas propôs o princípio que devia mover a todos que pretendem fazer um caminho de Deus: o amor. Citando uma passagem do AT (Dt 6,5), que ouvimos na 1ª leitura, Jesus lembrou que o amor deve ser a principal motivação para se aproximar de Deus. Um amor intenso e completo: com teu coração, com tua alma, com teu pensamento e com tua força. A iniciativa deveria ser sempre completa (“toda”), pessoal (“teu”) e envolver todo o ser da pessoa. Amor não seria um momento, um ato ou uma intenção, mas um ser que respira e vive movido pelo amor. Em relação ao texto original, Jesus acrescentou por conta própria “com tua alma”. Religião é muito mais que seguir preceito, regras ou ainda costumes, mas uma forma de viver amando.

O entendido queria saber qual era o “primeiro”, mas Jesus mostrou que esse preceito não teria como existir se não tivesse outro que todos deveriam também viver e praticar: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Como tudo antes foi colocado como pertencente à pessoa, “teu coração”, “tua alma”, Jesus propôs também “teu próximo”. Notemos que Jesus não disse “crer ou adorar a Deus”, mas “amarás” uma forma intensa e vibrante como uma obrigação que se impõe para viver. Crer em Deus já era algo considerado normal e natural para o judeu. O preceito que Jesus resgatou estava lá entre as primeiras páginas da Bíblia, como um princípio que deveria direcionar toda a história do povo de Deus. No entanto, com o passar do tempo, a religião tornou-se um lugar para cumprir preceitos, guardar regras rituais, e o amor foi deixado de lado.

Jesus juntou dois mandamentos em um só e isso foi novo para o escriba. Em Mateus (22,34), Jesus diz que “são semelhantes”. O “próximo” deve ser amado com a mesma intensidade: “amarás”. Nos ensinamentos e nas práticas da vida de Jesus, entendemos que cada pessoa é o lugar privilegiado para se amar a Deus. Ele não se confunde com as pessoas e coisas, mas cada pessoa é um modo especial de fazer a experiência da fé e do amor de Deus. O mandamento novo praticado por Jesus, “amar o próximo”, torna-se a melhor forma para mostrar o amor de Deus no mundo, pois cada pessoa é presença de Deus (imagem e semelhança) na terra.

Jesus recordou para o escriba, entendido na Lei, que tudo isso já estava ao alcance de todos, mas que foi esquecido pela maioria. O amor é que dá sentido a nossa vida, por isso, “amar o próximo como a ti mesmo”. Como preservamos nossa vida e vivemos, assim, devemos amar o próximo. Jesus recordou que a nossa existência está diretamente ligada a existência do próximo. Jesus no Evangelho de São João aprofundou essa questão lembrando que o modo como Jesus amou o próximo é que deve ser seguido: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15,12). É o sacrifício perfeito do amor realizado uma única vez, conforme ouvimos na 2ª leitura.

A resposta de Jesus encantou o escriba. Ao responder a Jesus, ele introduz, agora, sua fala com o título “Mestre” e faz questão de reforçar a resposta de Jesus, mas do jeito que ele aprendeu: “amá-lo [Deus] com todo o coração...com todo entendimento... todas as forças”. Ele retirou o acréscimo de Jesus: “com a tua alma”. Uma resposta de escola, pois não diz diretamente “teu coração... tua alma”. No entanto, aceitou a proposta de Jesus de unir os dois preceitos como sendo um só mandamento: amar a Deus e amar o próximo. Desta vez, é o escriba que acrescentou e concluiu que os dois princípios feitos um único mandamento, o qual valia “mais do que todos os holocaustos e sacrifícios” que eram realizados no Templo, local mais sagrado para o judeu. O amor a Deus e ao próximo supera o que é feito no lugar sagrado, pois deve ser praticado na vida e no dia a dia.

Faça o download da reflexão em .pdf.


Setor Juventude realiza DNJ nas paróquias e setores pastorais

Neste domingo (24), os grupos de jovens da arquidiocese celebraram o Dia Nacional da Juventude (DNJ). As atividades aconteceram nas paróquias e nos setores pastorais.

O lema do DNJ 2021 é “Que sejam um!” (Jo 17,21). Com essa motivação bíblica, espera-se um convite à unidade: para que os jovens sejam um em Cristo e para que todos os jovens tenham vida. O subsídio desse evento destaca: “A vida é um dom precioso e, neste tempo de pandemia que estamos vivendo, os jovens são chamados a serem guardiões da vida”.

Padre Marcos Eduardo Caliari, assessor do Setor Juventude, participou do DNJ com os jovens do setor Mandu, na catedral metropolitana. Na foto, ele abençoa a jovem Jayne, que fez a pregação da Palavra de Deus. 

Na arquidiocese de Pouso Alegre, o DNJ aconteceu nas paróquias e setores pastorais, envolvendo os grupos de jovens. Por causa da pandemia, não foi possível realizar um grande encontro presencial dos jovens, como acontecia em anos anteriores. Mesmo assim, não faltaram motivação, presença e envolvimento dos jovens, que se reuniram em pequenos grupos para a celebração deste dia.

Jovens adoram o Santíssimo Sacramento. 

Padre Marcos Eduardo Caliari, assessor do Setor Juventude, se reuniu com os jovens do setor pastoral Mandu, na catedral metropolitana, em Pouso Alegre. O sacerdote enviou mensagem de vídeo nas redes sociais para a juventude, padres, religiosos e fiéis da arquidiocese, motivando a rezarem pelos jovens e darem apoio a esse grupo importante da Igreja. “É preciso acreditar na juventude!”, pediu o padre Marcos Caliari.

A jovem Jayne prega a Palavra de Deus. 

"De modo especial, hoje, todos nós somos chamados a rezar pela nossa juventude. A pedir sempre a Deus que ilumine, guarde, todos os passos e caminhos dos nossos jovens. É preciso acreditar na causa da juventude, o futuro da nossa Igreja. Por isso, que o DNJ é uma oportunidade ímpar para que possamos rezar e entregar nas mãos de Deus os nossos jovens. Muitos olham para a juventude, atualmente, com descaso ou pensando que ela está perdida, mas, hoje, somos convidados a louvar a Deus pelos jovens que buscam o caminho da santidade e pedir por aqueles que ainda não fizeram um encontro com o Senhor", disse o padre Marcos Caliari em sua mensagem.

Padre Marcos Caliari, padre Lucas e diácono Felipe participam da missa do DNJ na catedral.

Na catedral metropolitana, os grupos de jovens participaram de momento de animação, com o ministério de música Kairós. Aconteceu também uma acolhida, feita pelo padre Marcos Caliari. A jovem Jayne pregou a Palavra de Deus, com o tema “A vontade de Deus é a nossa felicidade – Que todos sejam um”. Além disso, os jovens adoraram o Santíssimo Sacramento e participaram da celebração eucarística, presidida pelo padre Marcos Eduardo Caliari e concelebrada pelo padre Lucas Silva Crispim, formador do seminário arquidiocesano. A missa também foi auxiliada pelo diácono Felipe Mateus da Silva e teve a presença de seminaristas da arquidiocese.

Os jovens presentes na catedral metropolitana se consagraram a Nossa Senhora. Veja a seguir.

Acompanhe na íntegra a mensagem do padre Marcos Caliari, sobre o DNJ:

Dom Majella participou do DNJ, celebrando missa com jovens na igreja Mãe Rainha, paróquia de Nossa Senhora do Carmo, em Cambuí.

Dom Majella e padre Robson concelebram a missa com jovens.

Pe. Robson, vigário paroquial, assessorou o encontro, atendendo confissões, realizando palestra e concelebrando a missa com o arcebispo.

Jovens reunidos no DNJ de Cambuí.

Em Bom Repouso (MG), os jovens do Grupo Filhos do Céu celebraram o DNJ com palestras, orações, animação e a celebração eucarística. Padre Carlos, pároco da paróquia de São Sebastião e São Roque, esteve presentes com os jovens.

Jovens e padre Carlos celebram DNJ em Bom Repouso.

A imagem destacada da notícia é a foto oficial do DNJ do Setor Mandu, com os participantes do evento em frente à catedral metropolitana. Com imagens cedidas pelo Setor Juventude e das redes sociais dos grupos de jovens.


Monsenhor José Carneiro completa centenário natalício

No último dia 20 de outubro, a Igreja Particular de Pouso Alegre celebrou 100 anos do nascimento do monsenhor José Carneiro Pinto, decano do clero arquidiocesano. Em Santa Rita do Sapucaí (MG) e em Pouso Alegre (MG), aconteceram as festividades dessa comemoração histórica.

 

Monsenhor José Carneiro é o primeiro padre da arquidiocese que completou, em vida, o centenário natalício. Para a celebração desse momento histórico, houve uma grande preparação realizada com missas mensais, na capela particular do sacerdote, desde o dia 20 de outubro de 2019.

A paróquia de Santa Rita de Cássia realizou uma recepção para o monsenhor José Carneiro. Na foto, padre Maicon Vinícius, padre Omar Siqueira, monsenhor José Carneiro e padre Rodrigo Carneiro.

A programação do jubileu contou com diversos eventos que foram transmitidos pelas redes sociais oficiais do monsenhor.

Monsenhor José Carneiro e seu sobrinho-neto, padre Rodrigo Carneiro, durante a serenata, no dia 17.

“Salve, Salve o monsenhor, cantem os anjos com alegria!”. Com esse cântico e a oração do Ângelus, no domingo (17), às 18h, iniciaram-se as comemorações para o jubileu do sacerdote. Após a oração mariana, aconteceu a tradicional serenata em homenagem a ele, que ocorre todos os anos na véspera do seu aniversário, promovida pelos fiéis de Santa Rita do Sapucaí.

 Fiéis de Santa Rita do Sapucaí realizam serenata ao monsenhor em sua residência, no dia 17.

Na segunda (18), às 19h30, a Câmara de Vereadores de Santa Rita do Sapucaí apresentou moção de congratulações ao monsenhor José Carneiro, em comemoração ao seu aniversário natalício e pelos seus relevantes trabalhos para o município. Devido às restrições da pandemia do COVID-19 e para resguardar a saúde do sacerdote, ele acompanhou a homenagem de sua casa, por videochamada.

Nessa cerimônia, estiveram presentes o seu sobrinho, padre Rodrigo Carneiro Paiva Mendes, representando toda família; o pároco da paróquia de Santa Rita de Cássia, padre Omar Aparecido Siqueira, e alguns leigos das paróquias da cidade, representando o povo santa-ritense.

Sessão da Câmara de Vereadores de Santa Rita do Sapucaí, na qual o monsenhor José Carneiro foi homenageado.

Na quarta-feira (20), dia do aniversário natalício do monsenhor, às 10h30, foi concelebrada missa solene no Santuário de Santa Rita de Cássia, em Santa Rita do Sapucaí, com as participações de dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R., arcebispo metropolitano; membros do clero arquidiocesano, religiosos e fiéis de Santa Rita do Sapucaí.

Nesse dia especial, a homilia foi feita por padre Cláudio Antônio Braz, natural de Santa Rita do Sapucaí e pároco da paróquia de Santa Isabel, em Piranguinho. Em sua fala, o padre recordou que aquele dia era especial e era um momento para “traduzir (...), de modo singelo, a grandeza da vida do nosso amado, querido e generoso monsenhor Carneiro”.

Padres presentes na missa em ação de graças pelos 100 anos do monsenhor José Carneiro, dia 20 de outubro, no santuário de Santa Rita de Cássia, em Santa Rita do Sapucaí.

Na quinta-feira (21), às 10h, dom Majella, acompanhado dos membros do cabido arquidiocesano, na igreja matriz de São José Operário, em Pouso Alegre, entregou ao monsenhor oficialmente o título pontifício de comendador, dado pelo papa Francisco. Ao sacerdote jubilando, foram entregues uma medalha e um pergaminho.

. Dom Majella apresenta ao monsenhor José Carneiro a medalha da comenda Pro Ecclesia et Pontifice.

O título é de grande importância, como explicou padre José Luiz Faria Júnior, vice-chanceler do arcebispado: “A comenda pro Ecclesia et Pontifice (em latim, pela Igreja e pelo Papa) está entre as mais altas honorificências concedidas pelas Igreja Católica para homenagear leigos e ministros ordenados que tiveram destacada atuação no serviço da mesma Igreja e do Santo Padre”.

 Dom Majella entrega o pergaminho pontifício ao monsenhor José Carneiro. 

Essa comenda foi criada pelo papa Leão XIII, em 17 de julho de 1888. A versão atual foi introduzida pelo papa São Paulo VI, sendo concedida em ouro. O papa Bento XVI modificou elementos grafados na medalha.

Medalha da comenda Pro Ecclesia et Pontifice.

Na versão atual da medalha, estão representados os apóstolos São Pedro e São Paulo, cruzes, os dizeres “Pro Ecclesia” (Pela Igreja) e “Et Pontifice” (E pelo Papa) e o brasão da Santa Sé. A medalha é ornada com fitas amarela e branca, as cores do papado.

Pergaminho pontifício da comenda Pro Ecclesia et Pontifice.

No pergaminho, encontram-se os dizeres: “O Sumo Pontífice Francisco, o sinal da Augusta Cruz, em razão dos distintos trabalhos e do conspícuo zelo em favor da Igreja e do Pontífice particularmente constituído, houve por bem determinar, de igual modo que faz faculdade dele, e dar generosamente ao Reverendíssimo Senhor José Carneiro Pinto esta distinção para honrar a ele”.

Monsenhor José Carneiro é o primeiro sacerdote do clero arquidiocesano e um dos poucos no Brasil a receber essa homenagem do Sumo Pontífice.

Monsenhor José Carneiro, condecorado com a comenda Pro Ecclesia et Pontifice.

Após a cerimônia da entrega da comenda pontifícia, na mesma igreja, aconteceu a celebração eucarística, presidida por dom Majella, em ação de graças pela vida e missão do sacerdote jubilando. Estavam também presentes demais membros do clero arquidiocesano, seminaristas, familiares e amigos do monsenhor.  

Na homilia, o cônego Vonilton Augusto Ferreira, cura da catedral metropolitana e amigo do jubilando, apresentou fatos da vida e ministério do sacerdote, destacando, principalmente, o seu carinho com os fiéis e sua espontaneidade. “A humildade leva à gratidão”, disse o cônego.

Ao final da missa, padre Heraldo José dos Reis, coordenador da Pastoral Presbiteral, fez uso da palavra para homenagear monsenhor José Carneiro e dom Majella. Sobre o monsenhor jubilando, padre Heraldo destacou que a sua trajetória é um testemunho eloquente de uma vida vivida intensamente. Dirigindo-se ao arcebispo, ele o parabenizou pelo seu aniversário, comemorado no último dia 19 de outubro. “Deus lhe conceda, sempre, a graça de muitos anos de vida e disposição para conduzir o rebanho”, disse padre Heraldo a dom Majella. 

Dom Majella e monsenhor José Carneiro, no dia 20, no santuário de Santa Rita de Cássia, em Santa Rita do Sapucaí.

Dom Majella também dirigiu as suas palavras ao monsenhor José Carneiro nesta celebração. Antes da entrega da comenda Pro Ecclesia et Pontifice, o arcebispo parabenizou o jubilando e lhe agradeceu pela sua doação de vida à Igreja. Com as palavras do Salmo 70, dom Majella disse: “Ó Deus, tu me ensinaste, desde a minha juventude, e, até aqui, eu anuncio tuas maravilhas. E agora, velho, não me abandones, ó Deus, até que eu anuncie teu braço às gerações futuras; teu poder e tua justiça, ó Deus, até as nuvens”.

Um momento marcante da missa foi a entrega de uma lembrança ao monsenhor jubilando pela senhora Francisca Rennó Moreira, presidente do Apostolado da Oração, movimento que tem o monsenhor José Carneiro como o assessor espiritual na arquidiocese.

Francisca Rennó Moreira e monsenhor José Carneiro, na missa em ação de graças pelo aniversário natalício do sacerdote.

Ao final desta missa, o arcebispo agradeceu as palavras de padre Heraldo e as felicitações que recebeu por ocasião de seu aniversário. Destacou também que a celebração dos 100 anos do monsenhor José Carneiro ressalta a importância da Casa do Clero, que está sendo construída e deverá ser uma casa de acolhida, ternura e carinho da Igreja com os padres da arquidiocese.

Após a missa, houve o plantio de uma árvore nos jardins do Seminário Arquidiocesano, contando com as presenças do monsenhor jubilando, seus familiares, arcebispo, padres, seminaristas e leigos. Foi plantado um ipê amarelo e descerrada uma placa comemorativa. Juntamente com a árvore, foi enterrada uma cápsula do tempo com os dizeres da placa e da comenda Pro Ecclesia et Pontifice, recebida pelo monsenhor José Carneiro. 

Monsenhor José Carneiro, arcebispo, padres, seminaristas e familiares plantam ipê amarelo nos jardins do seminário.

No ato do plantio, cônego Mauro Morais, membro do cabido arquidiocesano e ex-reitor do seminário, fez uso da palavra e destacou: “(...) vamos nos lembrar também da sua presença em nosso clero, sempre com sua alegria, espontaneidade, solidariedade, presença constante em tudo na arquidiocese e sua amizade. Sua pessoa vai ser sempre lembrada aqui. Por isso, nós somos gratos hoje a Deus por que o senhor está aqui e queremos pedir a Ele que dê muita saúde, vida, serenidade e paz para continuar em nosso meio por muitos e muitos anos. Com esta árvore, símbolo da vida, lembramos a sua vida. Ao senhor, os nossos parabéns e que Deus o abençoe hoje e sempre”.

Dom Majella descerra placa comemorativa do centenário natalício do monsenhor José Carneiro na cerimônia de plantio de árvore.

Após o plantio do ipê, os presentes participaram de um almoço festivo no seminário, onde o monsenhor José recebeu felicitações e homenagens dos seminaristas.

Encerrando as festividades do centenário, ainda no dia 21, às 18h, em sua capela particular, diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima, o monsenhor José Carneiro rezou o Santo Terço. Na oração mariana, o sacerdote agradeceu a Deus pela sua vida, missão e história, com as palavras do seu lema de ordenação presbiteral: “A Jesus, por Maria, o meu Sacerdócio”.

O muro ao lado da residência do monsenhor José Carneiro foi pintado pelo artista Diego Dais Souza (@ounicojedais), por ocasião do centenário natalício do sacerdote santa-ritense.

Essas celebrações marcaram uma comemoração histórica para a arquidiocese, momento de render graças a Deus pela vida e missão do primeiro sacerdote do clero arquidiocesano a completar 100 anos.

 

Veja mais:

Pronunciamento do dom Majella

Homilia do cônego Vonilton

Pronunciamento do padre Heraldo

Pronunciamento do cônego Mauro Morais

Discurso do seminarista Iago

Registro Fotográfico da Cláudia Couto

 

Com imagens da Pastoral da Comunicação da paróquia de Santa Rita de Cássia, em Santa Rita do Sapucaí, das redes sociais oficiais do monsenhor José Carneiro e da arquidiocese de Pouso Alegre e de Cláudia Couto.


Arquidiocese se despede de padre Andrey

Com missas e homenagens, arquidiocese se despediu de padre Andrey Nicioli no dia 19 de outubro, na paróquia de Santo Antônio, em Jacutinga (MG). A missa de 7º dia está marcada para o próximo domingo (24), às 10h, na igreja matriz dessa cidade.

 

A Igreja Particular de Pouso Alegre, na última terça (19), se despediu de padre Andrey Cássio Nicioli Silva, em Jacutinga (MG). O sacerdote esteve internado desde o final de julho em São Paulo, no hospital Beneficência Portuguesa, para um transplante de medula. Embora o procedimento tenha sido realizado com êxito, houve complicações pós-transplante que se desdobraram em um quadro de sinusite e septicemia. Padre Andrey faleceu na tarde da última segunda (18).

A missa de 7º dia do padre Andrey será no próximo domingo (24), às 10h, na igreja matriz de Santo Antônio, em Jacutinga. A celebração será presidida pelo seu tio, dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG). Acompanhe, ao vivo, pelo canal da arquidiocese de Pouso Alegre no YouTube e pelas redes sociais da paróquia de Santo Antônio.

Fiéis participam da missa exequial de padre Andrey.

Diversas missas exequiais foram celebradas na igreja matriz de Santo Antônio, em Jacutinga (MG), no dia 19 de outubro, com a presença de membros do clero, religiosos e diversos fiéis, principalmente das paróquias onde padre Andrey exerceu seu ministério.

A primeira missa, às 8h, foi presidida pelo padre Marcos Vinícius da Silva, vigário da paróquia de São Francisco de Paula, em Poço Fundo, e colega de turma do padre Andrey no seminário. A celebração eucarística das 10h foi presidida pelo padre Adilson da Rocha, pároco da paróquia de Nossa Senhora do Carmo, em Borda da Mata (MG). Às 12 horas, a missa foi presidida pelo padre Adriano São João, pároco da paróquia de São José Operário, em Pouso Alegre, onde padre Andrey trabalhou por último como vigário paroquial.

Dom Darci Nicioli, tio do padre Andrey, presidiu a última missa exequial do padre Andrey.

A última missa foi presidida por dom Darci José Nicioli, C.Ss.R., arcebispo de Diamantina (MG) e tio do padre Andrey. A celebração contou com as presenças do arcebispo metropolitano de Pouso Alegre, dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R.; de sacerdotes, diáconos e diversos leigos, além dos familiares do padre Andrey.

A sua mãe, Vânia Luzia Nicioli Silva (irmã de dom Darci), e seu pai, Antônio Moreira da Silva, acompanharam toda a celebração. Após a missa, o féretro seguiu até o cemitério municipal de Jacutinga, onde aconteceu o sepultamento.

Dom Majella, arcebispo metropolitano, dirigiu-se aos presentes na última missa exequial do padre Andrey, confortando os fiéis, membros do clero, diáconos, religiosos e familiares do padre, e pedindo orações pelas vocações sacerdotais e religiosas.

Pe. Andrey Cássio Nicioli, nasceu em 1º de novembro de 1982, em Jacutinga. Foi ordenado diácono em 28 de novembro de 2016 e presbítero, em 24 de setembro de 2016. Seu lema de ordenação sacerdotal foi: “Chamou-me pela sua graça” (Gl 1,15).

O padre exerceu seu ministério diaconal na paróquia de Nossa Senhora do Carmo, em Borda da Mata, e, em setembro de 2016,  tornou-se vigário paroquial. Desde abril de 2019, exercia seu ministério presbiteral na paróquia de São José Operário, em Pouso Alegre.

Padre Andrey era colaborador no Tribunal Arquidiocesano, no ofício de auditor. Era coordenador da Pastoral da Comunicação Arquidiocesana. Possuía um programa diário na rádio Difusora HD, da Rede Arquidiocesana de Rádio. Colaborou também na Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e como assessor eclesiástico da Comissão para a Comunicação e Cultura do Regional Leste 2 da CNBB.

Dom Darci, em sua homilia, ressaltou: “Deus é por nós! Deus é conosco e a vida é uma passagem. Um dia, seremos transformados naquele que nos chamou à vida”.

Dom Darci e dom Majella, diante do altar central da igreja matriz de Jacutinga (MG), durante a consagração do pão e do vinho.

Dom Majella, ao final da missa, antes do ritual de Exéquias, expressou solidariedade aos pais, demais familiares e amigos do padre, assegurando a certeza da Ressurreição. "Queremos, pois, render graças ao Pai, pela vida do padre Andrey, doada em nossa arquidiocese!", disse o arcebispo.

Depois da celebração, já no cemitério de Jacutinga, dom Majella abençoou a sepultura do padre Andrey, com a presença de diversos padres e fiéis. Padre Marcos Vinícius da Silva e cônego Sebastião Camilo de Almeida auxiliaram o arcebispo no ritual de bênção. Ouça as últimas orações, cânticos e homenagem feita a padre Andrey.

 

Veja mais:

Nota de falecimento

Homilia de Padre Adriano São João (Missa - 12h)

Saudação e Pronunciamento dom Majella

Homilia de dom Darci (Missa - 15h)

Pronunciamento de padre Heraldo José dos Reis, pela Pastoral Presbiteral

Sepultamento e bênção da sepultura

Registro fotográfico

 

A imagem destacada da notícia é do encerramento da última missa exequial do padre Andrey Cássio Nicioli, quando seus restos mortais foram conduzidos por membros do clero arquidiocesano, em procissão, para o cemitério municipal de Jacutinga (MG). À frente, dom Majella conduziu o cortejo fúnebre.

Com imagens da Pastoral da Comunicação da paróquia de Santo Antônio, em Jacutinga, e da arquidiocese de Pouso Alegre.